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domingo, 19 de maio de 2013

Lula recebe 8 títulos de doutor honoris causa na Argentina

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nesta sexta-feira (17/5), oito títulos de doutor honoris causa, na Argentina. As universidades de Cuyo, San Juan, Córdoba, La Plata, Tres de Febrero, Lanús, San Martín e a Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais homenagearam o ex-presidente em uma cerimônia que aconteceu no Senado argentino. Lula recebeu as condecorações das mãos dos reitores das universidades de Córdoba (centro da Argentina), Cuyo, San Juan (ambas no oeste), assim como nas de Lanús, La Plata, San Martín, Tres de Febrero, todas elas na periferia de Buenos Aires.

“Esses títulos não são um reconhecimento [apenas] ao Lula, mas a uma década de transformações democráticas que viveu o Brasil, a Argentina e toda América Latina”, disse. Ele lembrou também o papel crucial do “companheiro Néstor Kirchner” neste processo e dedicou a homenagem ao ex-presidente argentino. “Néstor, esses títulos também são para você”. O ex-presidente Lula falou também da importância da integração latino-americana, um dos focos de trabalho do Instituto que fundou.

Matéria na íntegra no Terra

Qanto terá custado????

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O relato de um desertor cubano

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Este é um relato feito por Orlando Castro Hidalgo, oficial dos Serviços de Inteligência cubanos, que desertou em Paris em 1971. O relato é feito na primeira pessoa e revela o drama de consciência do até então agente de cargo mais elevado que abandonou os ideais políticos do ditador Fidel Castro. O livro por ele escrito – “O Espião de Fidel Castro” – revela todo um vasto mundo de operações sigilosas. Orlando Castro Hidalgo primeiramente foi agente policial depois lutou, como soldado, na batalha de Baía dos Porcos e, finalmente, foi recrutado para trabalhar no Serviço de Inteligência. Serviu no Departamento Geral de Informações (DGI) e, quando desertou estava trabalhando na embaixada de Cuba na França, como diplomata, de onde retirou e levou consigo a maioria dos segredos que estavam em poder dos escritórios da DGI em Paris, revelando como esse órgão tem poder dominante sobre o Corpo Diplomático cubano, sobre os serviços da agência de notícias Prensa Latina e outras agências governamentais que negociam com outros países ou operam no exterior. Ele conta como Regis Debray foi cooptado e mandado para a Bolívia para enviar informações sobre as atividades guerrilheiras de Che Guevara como o DGI trabalha para a KGB e como opera nos EUA.

Orlando Castro Hidalgo, que hoje vive nos EUA com outra identidade, desertou ao concluir que a propaganda comunista e a realidade não se combinam.

O capítulo mais interessante de seu livro é aquele em que narra sua tomada de decisão de desertar:
“Desertar é alterar drasticamente a própria vida e a dos membros da família. Não é meramente abandonar uma ideologia ou trocar uma pela outra. Desertar é abandonar o passado, o país, os amigos. É jogar fora uma lembrança, o ambiente, as associações. A decisão de abandonar tudo isso é torturante. Só é alcançada depois de muita procura de alma e exame da realidade. Não há somente o ato de deixar. Há também o de encarar inúmeras incertezas à procura de uma nova vida. E como será essa nova vida?

Minha decisão de desertar teve suas raízes na revolução pela qual lutei. As sementes foram plantadas durante alguns anos. Cresceram e floresceram em Paris. As revoluções devoram seus filhos. Elas podem também traí-los. Provavelmente a maioria dos cubanos simpatizava com a revolução em seus estágios iniciais. Muitos se viraram contra quando ela mudou seu curso de liberdade para o comunismo e demagogia para ditadura.

Participei da Revolução de 26 de Julho, mas sem ideologias estrangeiras na mente, comunismo e tudo o mais sobre o internacionalismo proletário. Enquanto eu cresci com a revolução, pude observar o processo revolucionário. Quando lutei em Escambray e na praia Girón eu não era um fanático que fazia as coisas porque assim ordenavam, sem ver a realidade do assunto. Alguns amigos meus, entre eles os que não simpatizavam com a revolução, contaram-me as atitudes arbitrárias que foram cometidas no processo revolucionário. A princípio, pensei que esses atos eram erros de extremistas que conseguiram entrar na revolução. Mas, com o prosseguimento da revolução e desses atos, percebi que eles estavam mais difundidos e que faziam parte do processo em si. As pessoas que criticavam a revolução eram maltratadas, assim como as que viam a revolução mudar seu caráter, pois estavam traindo os princípios pelos quais lutavam. Dizia-se que aqueles que criticavam eram elementos “estrangeiros”, talvez recrutados pela Inteligência estrangeira. Se alguém tinha opiniões contrárias às de Fidel, isso já era suficiente para rotulá-lo membro da CIA, como um contra-revolucionário e então não era mais tratado como um ser humano, mas como um inimigo político. Um indesejável. Uma pessoa que deveria ser afastada. Qualquer um que estivesse com ela seria visto como um revolucionário fraco.

Toda a fraude, todas aquelas mentiras, todas as promessas que Fidel Castro fez para elevar o nível de vida e trabalhar para o bem social – eu relembrei todas aquelas promessas. Sempre que ele falava que tais coisas seriam realizadas em tal momento, eu relembrava e, quando não eram realizadas, eu sabia que tudo havia sido um logro. Era tudo mentira, inclusive no que se referia a elevar o nível do campo, fazendo desaparecer as diferenças entre ele e a cidade. Quando comecei a entender os planos demagógicos e observava que não eram cumpridos, percebi que as falhas não eram devidas à contra-revolução, sobre a qual caía a culpa. As falhas estavam dentro do próprio sistema. Eu era uma parte do processo revolucionário e percebi que os defeitos vinham de dentro, eram uma doença do sistema, e não culpa de elementos estrangeiros.

Durante 1962 – ano da crise dos mísseis – com o bloqueio contra Cuba, até mesmo as mercadorias básicas se escassearam. O governo mobilizou milhares e milhares de trabalhadores para fazerem um serviço voluntário nos campos para a colheita de cana e outros produtos. Apesar de, às vezes, essa massa trabalhadora ter dado maus resultados – quando, por exemplo, ceifadores amadores estragaram a cana – o resultado geral foi muito bom e o nível alimentício poderia se elevar. Falaram-nos que todo aquele esforço, todo o sacrifício, o produto daquele trabalho seria usado em benefício do povo. Mas então vimos que não estava ajudando o povo, pois havia uma política inclemente de exportação. Noventa por cento dos produtos estavam sendo enviados para o exterior, sem se importarem com o fato de que o povo cubano precisava comer e vestir. Houve restrições, racionamentos, pedidos de mais sacrifício e proclamações de imensas recompensas, grandes resultados para o povo, um futuro maravilhoso. Comecei a entender que tudo fazia parte do sistema internacional comunista, e essa era a única maneira de fazer o povo trabalhar. A esperança devia ser sempre mantida.

Fiquei desiludido. Quando fui ao campo vi os campesinos mais famintos, suas roupas rasgadas e não havia um futuro claro para eles. Eu podia ver a grande decepção que estava sendo causada pelo comunismo.

A realidade era completamente diferente dos relatórios. As revistas cubanas, as publicações enviadas para o exterior, comentavam o progresso da revolução como se ela beneficiasse o povo cubano. A propaganda ia para a América Latina, para o mundo, apresentando a revolução cubana como algo magnífico, diferente dos processos revolucionários que ocorreram em outros lugares.

Havia aquela famosa reforma agrária. O governo anunciou pomposamente que as terras seriam distribuídas e seriam usadas em benefício do povo. Houve muita propaganda em torno da reforma. Livros foram publicados e tornaram-se o cataclismo dos revolucionários. Todos os meios de difusão de Cuba falavam sobre a reforma agrária, que seria uma das mais altruístas medidas da revolução. Seria um bem tremendo. Mas, então, o governo tomou as terras, os campesinos foram forçados a vendê-las. O camponês foi agarrado pelo pescoço, a terra foi tomada, acabou a propaganda, nada mais se falou e nada mais foi publicado.

Eu era parte do sistema. Muitos de nós lutaram por algo diferente e agora não estávamos interessados em perguntas. Havíamos lutado, vencido e queríamos gozar. Queríamos subir dentro do sistema, adquirir posições importantes, sem nos preocuparmos com o infortúnio do povo.

Será que eu desejava que meus filhos crescessem em tal sociedade?

Quando chega o despertar da consciência? Amigos meus foram presos, suas terras tomadas arbitrariamente. Eles eram boas pessoas, honradas e em toda a vida fizeram um trabalho honesto.

Eu sabia que era um instrumento do sistema, daquela monstruosidade, daquela decepção. Eu não participava dele por fanatismo, mas porque fui levado e não resisti. Assim, eu não podia fechar os olhos ao que se apresentava a mim, as ocorrências de que não gostava, os defeitos aparentes, as coisas ruins que eu via. Quando eu me preparava para servir em Paris, estava provavelmente em meu subconsciente que eu romperia com a revolução. Em Paris havia todos aqueles oficiais que personificavam a fraude, todas as falsidades da revolução. Homens que só queriam subir, que não se importavam nem um pouco com as calamidades do povo. Eles estavam cegos ou se faziam de cegos à realidade.

Qual a gota d’água que entorna o copo? O Centro recebeu a comunicação de que uma política austera estava sendo levada em Cuba, e que dela deveríamos também participar. Essa participação seria a devolução da parte do salário dispensável para se viver. Recebemos ordem de cortar certos hábitos: se bebíamos vinho no jantar, deveríamos dispensá-lo deveríamos privar-nos da sobremesa nas refeições.

No outono de 1968, um plano foi anunciado na embaixada, com o fim de estabelecer um círculo infantil para as crianças. Ao invés de freqüentarem as escolas francesas, as crianças estudariam e brincariam no círculo, onde receberiam uma educação revolucionária adequada. As esposas do pessoal da embaixada trabalhariam no círculo.
O plano era comandado por Cordelia Navarro, ligada à UNESCO, e que estava visitando Paris. Cordelia convocou uma reunião com as esposas e lhes disse que o círculo lhes proveria um “serviço revolucionário”. Aquelas que pudessem ensinar, ensinariam aquelas que pudessem cozinhar, cozinhariam. A participação era “voluntária”, mas todo o mundo deveria participar.

Essa talvez tenha sido a gota d’água que entornou o copo. O meu e o da minha mulher, pois tínhamos dois filhos pequenos”.

Orlando Castro Hidalgo, sua mulher e dois filhos, auxiliados por um casal amigo, saíram clandestinamente de Paris para Luxemburgo, onde entraram em contato com a embaixada dos EUA, viajando a seguir para os EUA, país em que vivem até hoje. Em sua bagagem, Hidalgo levou centenas de documentos secretos do Escritório da DGI em Paris.

Carlos I. S. Azambuja
em 15 de julho de 2004
Resumo: Os motivos que levaram um importante funcionário do serviço de inteligência cubano a desertar.
© 2004 MidiaSemMascara.org

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Serpentes venenosas

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Ambos os termos são aceitos pelo dicionário, mas o termo serpente é o mais correto. O termo “cobra” é utilizado apenas para um tipo de serpente, as Najas da África e Ásia. Da mesma forma que os portugueses, na época do “descobrimento”, atribuíram o nome de “índios” aos nativos aqui encontrados, pois acreditavam ter chegado à Índia, também atribuíram o nome de “cobra” às serpentes, acreditando se tratar das verdadeiras cobras (Naja da Índia). No Brasil não é errado utilizar o termo “cobra”, porém, no resto do mundo, é recomendável utilizar o termo “serpente”, para evitar qualquer desentendimento. A seguir, umas das 5 cobras mais perigosas do mundo. Confira:

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A espécie inland taipan (Oxyuranus microlepidotus) é considerada a cobra mais venenosa do mundo. Possui um veneno hemotóxico potente e complexo (que faz o sangue se liquifazer, destruindo as células sanguineas, podendo ocorrer hemorragias internas), inoculado através de duas presas fixas que tem na parte posterior da boca, capaz de matar um ser humano em menos de 45 minutos. Estima-se que o veneno disponível em suas presas seria capaz de matar 100 homens ou 250.000 ratos. A espécie taipan comum, por sua vez, é considerada a terceira cobra mais venenosa do mundo. É da mesma família da cobra Coral e Naja.

São encontrados principalmente no norte da Austrália e sul da Nova Guinea.

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Naja – Phillippine

A Naja Phillippine é a segunda cobra mais mortal do planeta. Com seu tamanho pequeno, essa cobra possui um dos venenos mais mortais do mundo. Com apenas uma gota de veneno, a neurotoxina afeta os batimentos cardíacos, paralisa função respiratória e pode causar a morte em menos de 30 minutos. A Naja é capaz de cuspir o seu veneno até 3 metro de distância.

Encontradas principalmente nas ilhas de Luzon, Mindoro, Catanduanes e Masbate.

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Indian Krait

Essa cobra, que ocupa o terceiro lugar da lista, possui uma coloração negra azulada com faixas brancas sobre o corpo. Por ser extremamente potente, o veneno da Krait é se espalha rapidamente nas veias sanguineas, causando paralisia muscular. A vítima começa a ter espasmos, cãibras, tremores que comprometem o funcionamento dos orgãos.

Essa belezinha é encontrada principalmente na Índia, Paquistão e Srilanka.

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King Cobra ou Cobra-Real

Apesar de não ter um veneno excessivamente virulento (com uma toxicidade inferior à da maioria das suas “primas”, as najas), possui a capacidade de inocular grandes quantidades por mordida, o que a torna uma das serpentes mais letais. Numa só mordida ela pode libertar até sete mililitros de neurotoxina, suficiente para matar 20 pessoas ou até um elefante. Porém, tal como a maioria das cobras, é tímida e evita o contacto com o homem e só se for acossada se torna ferozmente agressiva.

Encontradas no Sudeste Asiático e Índia.

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Mamba-Negra ou Black Mamba

É a cobra mais rápida do mundo, capaz de se deslocar a 20km/h. No entanto, usa essa velocidade para escapar do perigo e para atacar as suas presas. Tem um bote muito rápido e seu veneno causa paralisia, podendo levar a vítima à morte se não for tratada rapidamente. Se a picada for na região do pé ou na canela pode levar de 2 a 4 horas para a vítima vir a morte; ser for picada na região do tórax ou rosto as vítimas morrem em menos de 20 minutos.

Habita as savanas e florestas africanas.

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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Achando ser coriza, homem passou meses com líquido cerebral pingando pelo nariz

953612_homem-passou-meses-com-liquido-cerebral-pingando-pelo-narizJoe Nagy vai passar por intervenção para tampar o furo em membrana

Apesar de ser irritante, um nariz escorrendo não é algo sério. Não no caso de Joe Nagy, que depois de passar 18 meses com o que acreditava ser fruto de uma alergia, descobriu que o líquido claro que pingava constantemente estava vazando de seu cérebro.

Segundo a emissora Fox News, o morador de Phoenix, nos Estados Unidos, resolveu procurar ajuda médica depois que ficou envergonhado ao ter seu muco pingando sobre a planta de construção de aeromodelos. Depois de exames, foi constatado que Nagy tinha um pequeno furo na membrana que envolve o cérebro.

Em entrevista à KSAZ-TV, o neurocirurgião Peter Nakaji disse que o problema não é tão incomum. "Trata-se de uma das condições mais fáceis de passaram despercebidas, pois muita gente tem coriza", afirmou. Segundo o médico, o cérebro produz cerca de 350ml de fluidos todos os dias. Joe Nagy passará por uma cirurgia para colocar uma "rolha" de cartilagem no buraco, que pode ser tão pequeno como um furo comum no pneu de uma bicicleta.

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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Mundo está à beira de uma pandemia dupla

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Ao que tudo indica, o mundo está perante uma nova ameaça. É provável que possa eclodir uma pandemia dupla, provocada por novas variedades de vírus. O novo coronavírus foi detetado na Jordânia, Inglaterra, Alemanha e França. Na Arábia Saudita, onde foi registrado o primeiro surto da doença, decorreu uma conferência especial, cujos participantes não dissimularam a sua preocupação: há cada vez mais dados que testemunham a hipótese de que o novo coronavírus possa ser transmitido de pessoa para pessoa. Haled Margalani, conselheiro do ministro da Saúde da Arábia Saudita, disse à Voz da Rússia: “Este coronavírus, responsável pela morte de 15 pessoas na Arábia Saudita, é diferente de todos os vírus conhecidos. Não existem vacinas ou medicamentos eficazes para combatê-lo. Por outro lado, a nossa medicina é incapaz por enquanto de diagnosticá-lo. Isso é o mais terrível, porque não conhecemos os sintomas que devem ser comunicados à população”. Todos os pacientes que recorrem aos serviços médicos têm febre alta e uma tosse muito forte. O exame médico sempre revela uma insuficiência respiratória dos dois pulmões ao mesmo tempo. Passado um tempo, os doentes precisam de terapia intensiva e de oxigênio artificial.

O doutor Gregory Hartl, porta-voz da Organização Mundial de Saúde, aponta:

“O enigma principal é por quem e como se transmite a infeção. Não conseguimos esclarecê-lo em oito meses de pesquisas. E enquanto não descobrirmos isso, será impossível intervir no processo de transmissão do vírus de pessoa para pessoa. O vírus é muito perigoso, porque a taxa de mortalidade supera os 60 por cento”.

O virologista Yuri Guendon destaca a principal, em sua opinião, causa de alarme:

“Os antigos vírus também se transmitiam de pessoa para pessoa. Mas eles provocavam doenças de média gravidade e de baixa mortalidade. Este vírus, porém, causa doenças muito sérias que podem ser letais”.

Outro perigo aproxima-se da China. Trata-se novamente da chamada gripe aviária, provocada contudo por uma nova estirpe, denominada H7N9. Este vírus não se transmite por enquanto de pessoa para pessoa, mas isso, como se diz, é uma questão de tempo.

Deste modo, o mundo está ameaçado por uma pandemia dupla: o coronavírus oriental e a gripe aviária chinesa. Alguns peritos consideram que coincidência não é casual. Alexander Duguin, filósofo e politólogo, disse à Voz da Rússia:

“Tradicionalmente, a exterminação de pessoas sempre foi uma forma de obter lucros para aqueles que desencadeiam e financiam guerras. Por isso, não há nada de surpreendente que algum vírus tivesse sido desenvolvido artificialmente”

Entretanto, alguns cientistas sustentam que as causas de novas doenças mortais têm um caráter natural. A natureza, como se sabe, sempre tende a um equilíbrio. E se uma espécie animal (neste caso, a espécie humana) começa a predominar excessivamente no planeta, a natureza faz os possíveis por reduzir o seu número.

Reprodução na íntegra do site Voz da Rússia

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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Você ainda vai cair na mão de um desses...

!cid_700B5380-73A8-4FAD-A0CA-130D357CCA33Os médicos cubanos trabalhariam em lugares remotos do Norte e Nordeste, onde profissionais de saúde brasileiros relutam em trabalhar. Associações médicas brasileiras são contra e argumentam que o nível dos cursos de medicina cubanos é inferior.
A propósito do burburinho que se formou a respeito da contratação de 6.000 médicos cubanos pelo Governo brasileiro, quero tecer alguns comentários e informar algumas coisas que me foram reveladas por um médico cubano, amigo meu de longa data. Por questão de segurança, pois ele ainda tem familiares vivendo na ilha-cárcere como “reféns”, eu vou chamá-lo de “Ernesto”.
Ernesto formou-se em 1984 numa faculdade de medicina de Havana. Naquela época ainda não existia a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), que só foi fundada em 1999 e hoje produz médicos em série, como numa fábrica. Conta-me ele que em seu tempo o curso era em 6 anos, como aqui, mas que todos os formandos se graduavam como “médico da família” e quem quisesse se especializar em outro ramo da medicina teria que cursar mais 3 anos na especialidade escolhida. Desses 6 anos, desde o primeiro até o terceiro ano constava no currículo o estudo do marxismo-leninismo, como materialismo dialético, materialismo histórico e ainda história do movimento operário cubano e da “revolução de Fidel”. Essa escola, entretanto, e apesar do ódio visceral aos norte-americanos, seguia o currículo e a bibliografia da Escola Norte-Americana de Medicina, pois Fidel seguia as política e ideologia da extinta URSS mas sabia que a medicina mais avançada era a ianque. (Continue em Mais Informações)

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