Brasil é capaz de reduzir impostos para automóveis, mas insiste em não reduzir impostos para remédios. Estudo recém encaminhado ao Congresso Nacional revela que o governo sequestra um terço dos preços finais de medicamentos.
O imposto tira do pobre tanto quanto tira do rico, tratando igualmente os desiguais. Numa carga total de 33,9%, na média, o ICMS dos governadores fica com mais da metade disso, 17,3%.
Vale uma nota de rodapé: a carga tributária escondida na cesta de produtos da saúde humana é mais que o dobro da cesta da saúde animal. Ou, como tenho dito aqui: se a gente entra na farmácia tossindo, paga 34%. Se entra latindo, paga só 14%.



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