Era só uma desidratação por causa de uma virose. O meu neto tomaria soro porque estava sem proteína e cálcio e pronto, já voltaria para casa.” Foi assim que Tânia Marlene Giopato, de 55 anos, iniciou a conversa com a reportagem do UOL na manhã desta quarta-feira (18). Ela é avó de Pedro Henrique Silva Fonseca, um bebê de nove meses que sofreu uma queimadura química no braço esquerdo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do setor de Pediatria do Hospital Celso Pierro, da PUC de Campinas (95 km de São Paulo). Matéria completa no UOL.



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