domingo, 30 de maio de 2010

A pegadinha do trem

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Crime Fortuna, glamour e tragédia

Image and video hosting by TinyPicA trajetória do empresário encontrado morto em um apartamento do Leblon é uma história com intrigas e maquinações, tendo como coadjuvantes figuras da alta sociedade carioca. Com pouco mais de 100 metros de extensão, a Rua Professor Azevedo Marques, uma travessa da Dias Ferreira, no Leblon, é tão pequena e discreta que não consta nem mesmo no site do Google Maps.

É lá que fica um apart-hotel que ganhou notoriedade nas duas últimas semanas. Na sexta-feira 14, a empregada que trabalha no apartamento número 505 estranhou o fato de seus patrões não atenderem à porta quando tocou a campainha. Entrou com a chave reserva e encontrou o casal estendido na cama, desacordado. Assustada, chamou o médico da família. Foi ele quem constatou que o homem estava morto e a mulher ao seu lado tinha sinais vitais muito fracos. De resto, tudo no apartamento aparentava absoluta normalidade. Como de hábito, a geladeira estava abastecida com frutas e verduras, já que ambos prezavam o estilo de vida saudável. O único detalhe fora de lugar era um pedaço de abacaxi semidescascado, um copo com líquido branco que lembrava leite e uma faca na mesa de cabeceira do morto. O corpo estendido na cama era o do empresário Elias Nascimento, 60 anos, dono de fazendas, de concessionárias de automóveis e de uma fortuna estimada em cerca de 200 milhões de reais.

A mulher ao seu lado, Carla Milena Ezequiel de Araújo, 40 anos, sua companheira, continuava, na quinta-feira passada, internada em um hospital na Tijuca.

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Flat onde o crime ocorreu: a morte ainda é um mistério para a polícia

Desde a descoberta do episódio, três hipóteses básicas têm sido investigadas pela polícia — suicídio, homicídio e morte acidental. Até agora, porém, pouco se sabe sobre o que realmente aconteceu naquela noite. “A única coisa que podemos dizer é que a morte natural está praticamente descartada”, afirma Alessandro Thiers, delegado da 14ª DP (Leblon).

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Sede do Boavista, projetada por Niemeyer: banco de elite com fim melancólico

Morte misteriosa, vida cinematográfica.

Pouco conhecida, a trajetória de Nascimento seria suficiente para garantir um roteiro de filme recheado de elementos como ambição, oportunismo e intrigas de todo tipo. Tudo isso tendo como coadjuvantes personagens da mais fina sociedade carioca e figuras proeminentes do mundo das finanças. De origem humilde, o empresário nasceu em Santa Catarina. Sua ascensão profissional começou no Bradesco, nos anos 70. No colosso financeiro paulista, ele trilhou uma carreira bem-sucedida, ganhando status de funcionário exemplar. Ambicioso e obcecado pelo trabalho, chamou a atenção de figuras poderosas da casa, entre elas o banqueiro Lázaro Brandão, lenda viva do mundo dos negócios. Rapidamente, Nascimento tornou-se um dos escudeiros de Brandão e, como tal, desembarcou no Rio de Janeiro com uma missão: coordenar a operação do banco na cidade. Ganhou prêmios, expandiu a rede de agências e foi alçado ao posto de diretor regional. Foi nessa posição que teve seu primeiro contato com a fama, em 1989. Em outubro daquele ano, denunciou uma tentativa de envolver o banco em um esquema de corrupção montado na BR Distribuidora, empresa ligada à Petrobras. Sua foto, tirada depois de um depoimento na Secretaria de Estado da Fazenda do Rio, ganhou os jornais e revistas do país — e ele acabou se tornando arredio a qualquer tipo de exposição. “Meu pai era extremamente discreto. Recentemente, chegou a ser procurado por pessoas que queriam escrever livros a seu respeito, mas sempre recusou”, recorda Jaqueline Nascimento, 37 anos, filha do empresário.

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Concessionária Rio Tókio: patrimônio estimado em 200 milhões de reais

Era natural que fosse assim, principalmente tratando-se de um executivo treinado em uma organização fortemente marcada pela austeridade e circunspecção. No entanto, a vida de Nascimento deu uma guinada. Em 1993, ele recebeu um convite do banqueiro Lineu de Paula Machado, então presidente do Banco Boavista, para ser diretor executivo da instituição. Impressionado por sua capacidade gerencial, Machado acreditava ter encontrado o profissional capaz de ajudá-lo a expandir o banco criado por seu avô, de mesmo nome, em 1924. “Ele teve uma carreira brilhante no banco privado mais importante do país naquela época”, diz o ex-banqueiro e hoje criador de cavalos de raça. O choque não poderia ter sido maior. Nascimento mergulhou em um mundo glamouroso, completamente diverso das agências e escritórios do Bradesco. Encastelado em um espetacular edifício de treze andares projetado por Oscar Niemeyer na década de 40, o Boavista era o banco da elite carioca, fundado pela junção de duas famílias poderosas, os Guinle e os Paula Machado. Um dos últimos remanescentes da era de ouro da antiga capital federal, mantinha rituais como os concorridos coquetéis nos fins de tarde servidos em seu restaurante. Negócios, negócios; amigos à parte. Era um banco que podia se dar ao luxo de mandar o nome de clientes como Carmen Mayrink Veiga para o Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) por estourar o limite do cheque especial. O papel de Nascimento foi fazer o Boavista, já em uma curva de decadência, voltar a crescer.

E foi o que ele fez. Em dois anos, suas agências passaram de trinta para setenta. Novos clientes foram atraídos por farta concessão de empréstimos com a exigência mínima de garantias. Ao mesmo tempo, a folha de pagamento inchou com a contratação de quase uma centena de executivos trazidos por Nascimento do Bradesco. O banco chegou a se tornar o mais rentável do Brasil. Mas havia algo de errado nessa equação. Em 1996, o Boavista já tinha mais da metade do seu patrimônio comprometido em empréstimos podres. Um ano depois, o executivo era demitido, deixando para trás um rastro de suspeitas. Em um negócio típico de famílias aristocratas, o Boavista acabou vendido no mesmo ano ao Grupo Monteiro Aranha, comandado por Olavo Monteiro de Carvalho, membro de outro clã estelar da sociedade carioca. O estado das contas, porém, era ainda pior que o imaginado, com um rombo de 1,5 bilhão de reais. Cerca de 90% do patrimônio estava vinculado a créditos que jamais seriam resgatados. A situação do Boavista tomou ares de escândalo, e Nascimento, suspeito de fraude, partiu para o contra-ataque: ameaçou entrar com um processo trabalhista no valor de 12 milhões de reais. Ambas as partes chegaram a um acordo, mas o banco afundou de vez e deixou de existir em 2000, comprado justamente pelo Bradesco.

Nas altas esferas das finanças
Personalidades que fizeram parte da trajetória de Elias Nascimento

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O ex-presidente do Bradesco Lázaro Brandão (à direita): o empresário foi um dos escudeiros do banqueiro paulista. Lineu de Paula Machado, do Banco Boavista (à esquerda): o fracasso nos planos de expansão levou à venda da instituição

Adepto de um estilo de vida espartano, Nascimento transformou-se em um homem rico depois de sua demissão. Saiu comprando fazendas pelo interior do estado e, anos mais tarde, tornou-se dono das redes de concessionárias Honda Rio Tókio e Narita, as maiores da montadora japonesa no Rio. Pouco antes de sua morte, seus negócios iam muito bem. Ele já acumulava vinte propriedades rurais de grande porte e negociava mais uma, com valor estimado em 9,5 milhões de reais. Também havia adquirido a revenda de carros Bretagne, da marca francesa Peugeot, por 12 milhões de reais. Apesar do patrimônio, mantinha-se discreto em seus hábitos. Viajava pouco para o exterior e seus deslocamentos com a companheira Carla costumavam se restringir a passeios a Angra dos Reis e aos seus imóveis. A amigos, ela revelou o interesse em realizar um antigo sonho: engravidar. Chegou a dizer que Nascimento, a princípio reticente, já aceitava melhor a ideia. Ambos se conheceram no Bradesco, quando ela era estagiária e ele, estrela em ascensão. Mantinham um relacionamento estável fazia mais de duas décadas, mas passaram a morar juntos há apenas dois anos, quando o executivo finalmente se separou da mulher e se mudou para o flat do Leblon, o lugar onde morreu com a metade de um abacaxi abandonada na mesinha de cabeceira. Com tantas hipóteses em aberto, tantos detalhes ainda obscuros, só a polícia mesmo pode dizer como esse filme vai terminar.

Alessandra Medina

Revista VEJA

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Mulheres de Garra e de Fé

A fé em Deus faz com que muitas pessoas consigam enfrentar e superar todas as torturas e sofrimentos. E é em nome dessa fé e de Deus que elas conseguem vencer.

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A origem do mouse

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O mouse é, provavelmente a peça de hardware do PC que mais utilizamos. Seu inventor, Douglas Engelbart, apresentou-o pela primeira vez em 1968 como "XY Position Indicator For A Display System". Era uma caixinha de madeira e tinha apenas um botão. O invento de Engelbart ficou sem muita utilização devido a falta de necessidade de tal dispositivo. Afinal a maioria dos computadores utilizavam apenas textos sem cursores na tela.

A partir da primeira metade da década de 80, mais precisamente em 1983 a Apple passou a utilizar o mouse como dispositivo apontador em seus micros Lisa. De de lá pra cá o nosso velho e querido mouse, ou "XY Position Indicator For A Display System", tornou-se parte integrante dos atuais PCs.

O Windows da Microsoft foi criado à volta dele e navegar na Internet seria impossível sem um mouse. Pode-se dizer que a partir do lançamento do Windows 3.1, em abril de 1992, o lugar do mouse estava assegurado. Na época Douglas Engelbart vendeu a patente do "X-Y Position Indicator" (mouse) por US$ 10.000. Nestes trinta e quatro anos centenas de milhões de computadores e certamente um número igual ou maior de mouses foram vendidos.

Se Engelbart tivesse ficado com a patente, teria ficado muito rico. Em 10 de abril de 1997, Engelbart recebeu em Washington o prêmio Lemelson-MIT de US$ 500 mil, um dos principais prêmios do mundo para inventores. Em trinta e poucos anos a evolução do mouse não foi grande. Na verdade isto é um atestado de genialidade a Douglas Engelbart. Vamos tentar por em ordem cronológica as mudanças:

1. Ganhou uma esfera, para que pudesse transmitir com mais precisão os movimentos.

2. Inventa-se o Trackball, um mouse de "cabeça pra baixo". Os movimentos são conseguidos usando-se o polegar diretamente na esfera. Algumas pessoas se sentem mais a vontade do que com o mouse.

3. Mouse sem fio. A opção de não ter mais um fio entre o mouse e o micro. O mouse sem fio envia as informações para a base e esta se encarrega de passar para o computador as informações.

4. Ergonomia. Tanto os mouses como os trackballs passam a ter desenhos mais ergométricos, se adaptando mais aos usuários

5. Mouse com Scroll. Botão usado para rolar a tela. 6. Mouse óptico. A esfera desaparece e todo o conjunto mecânico que era responsável pela leitura do movimento passa a ser óptico. O sistema óptico, emite um feixe que "lê" em até 2000 vezes por segundo a superfície. Através desta leitura é que é detectado o movimento. A Microsoft inventou o mouse óptico. A tecnologia intellieye, que permite que este mouse funcione, pesquisa a superfície da sua secretária cerca de 1500 vezes por segundo. Graças a ela, não existem partes em movimento sujeitas ao pó e à sujeira, isto significa que não é necessária mais limpeza!

Veja a seguir como realmente eram os primeiros mouses:

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Do fundo do baú: O barraco de Bruno Maranhão

Image and video hosting by TinyPicNão falta espaço no colorido apartamento do mais célebre líder do Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST), Bruno Maranhão, com 200 metros quadrados, cujo endereço preciso – peço desculpas – não vou dar para não atrair a cobiça dos sem-teto. Digamos apenas que fica em Casa Forte, bairro dos mais chiques e ricos do Recife, bem perto da mansão onde viveu até pouco tempo atrás, com a mãe, no Parnamirim. Enfim… para você que tem pena de pobre, que ajuda meninos no sinal, essa é uma das doces realidades de nosso povo! Aqui no nordeste é assim… povo manso, pacato, simples… oportunista! Como é que  se faz para que essas coisas  cheguem aos  que não tem acesso a computador e que acham que o Brasil está mais justo?

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Conheça um pouco da história do líder do Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST), Bruno Maranhão.

  

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O poder do desejo da mulher pode acelerar a mudança necessária para que o mundo inteiro atinja a perfeição, a alegria e a paz

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Quanto mais a humanidade se desenvolve, mais complicada e imprevisível se torna nossa vida. E como de costume, a parte mais difícil recai sobre os ombros da parte mais bonita da humanidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 20-26% das mulheres são afetadas por um transtorno depressivo a cada ano, cerca de duas vezes mais que os homens (8-12%).

Apesar do fato de que as mulheres tenham alcançado a liberdade, o status social elevado, e a igualdade, cada vez mais se sentem vazias e psicologicamente inseguras na vida. Ao mesmo tempo, as mulheres compõem a maior e, sem dúvida, a mais forte parte da humanidade. Na verdade, elas são a força motriz que inspira e impulsiona os homens a praticar atos heróicos e nobres. Não é à toa que há um ditado que diz, "Deus quer o que a mulher quer".

Assim sendo, o que aconteceu com estas belas inspiradoras sobre as quais numerosos poemas e canções foram escritos, e para as quais foram devotadas incríveis vitórias e conquistas? O que aconteceu com essa meiga, acolhedora e detentora do coração da família?

No entanto, não são apenas as mulheres que mudaram. "Os homens não são os mesmos”, dizem as mulheres, mães e esposas. Na verdade, o mundo inteiro não é o mesmo. Na realidade moderna, as mulheres têm que se preocupar em cuidar de coisas que nunca haviam se preocupado antes: como trabalhar e cuidar da educação das crianças, como evitar guerras e problemas econômicos, e assim por diante. Lutando para encontrar um equilíbrio entre todos estes desafios sociais e pessoais, sem sentir um forte apoio do homem, as mulheres estão se tornando mais independentes e adotando mais papéis tradicionalmente atribuídos aos homens. Às vezes elas até se esquecem de que são mulheres...

Mulher, A Força Invisível que Conduz

No entanto, todo o mundo é e sempre foi dirigido pelos desejos das mulheres, porque as mulheres são destinadas pela natureza para inspirar e dar significado às vidas das pessoas que lhes são especiais. Elas estabelecem objetivos, definem as direções, elas conduzem todos os pensamentos, e fazendo isso, desenham nosso futuro em comum. No entanto, elas têm perdido a consciência do seu papel e destino e tentam fazer tudo sozinhas.

Nosso mundo é regido pelas leis da natureza, como sempre, e se observarmos atentamente, vemos que em todos os níveis de existência, nenhuma espécie de vida pode existir, ou melhor, viver ou sobreviver por si só. A existência só é possível através da complementaridade com a "outra metade". Em outras palavras, cada elemento na natureza é sempre um elemento complementar ao seu oposto, e somente juntos podem ser completos e perfeitos. Mesmo no nível vegetativo, a divisão, em partes masculina e feminina, é claramente evidente. Esta especialização é enraizada em todas as coisas na natureza, e dita que o equilíbrio pode ser alcançado somente se as duas partes, masculina e feminina, interagir corretamente uma com a outra.

Essa lei primordial vem operando em toda a realidade desde o início dos tempos, construindo o nosso mundo em uma ordem estritamente definida, garantindo que a parte "feminina" da realidade defina a direção para onde tudo está indo. O mesmo se aplica em nossas vidas; embora ultimamente, possa parecer que os papéis masculino e feminino foram misturados. No entanto, por força da própria fundação da sua natureza feminina, as mulheres (mesmo sem saber) ainda estão conduzindo o mundo através de seus desejos.

A Intuição e os instintos funcionaram razoavelmente bem até o século 20. Mas como a humanidade chegou ao auge de seu desenvolvimento egoísta, os instintos foram subjugados pelo ego e começaram a trabalhar contra nós. No século 21, o nosso ego coletivo culminou com a elevação do individualismo e do separatismo. A conexão positiva coletiva, hoje perdida, em épocas anteriores sustentava as famílias, vilas, estados e nações. Agora, vemos o núcleo da existência humana, a família, em desordem, como evidenciado pela alta incidência de divórcios, uso de drogas e depressão, que exacerba os sentimentos de vazio nas mulheres.

Este elevado e crescente vazio, que também nós estamos encontrando, já não pode ser preenchido pelas “coisas” materiais normais que costumávamos comprar ou fazer. A humanidade está começando a perceber que a única coisa que vai preencher o vazio é a realização espiritual eterna. O vazio que mulheres sentem é também a ferramenta que podemos usar para sair deste estado de vazio atual. As mulheres com seus desejos intrinsecamente guiando o mundo são a força motriz invisível e fundamental para conduzir todos nós para a realização completa e perfeita realização espiritual. O desejo das mulheres para a realização espiritual abastecerá as mudanças, que são desesperadamente necessárias para que os homens, naturalmente, cumpram a sua parte que é a de trazer o nosso mundo conturbado para a forma correta.

Então nossas partes "a feminina" e "a masculina", em perfeito complemento, irão trabalhar em completa unidade que irá transcender a todos nós para essa nova e bonita realidade!

(Texto extraído do jornal Kabbalah Today – 24ª. Edição, página 6. Tradução a partir do original em inglês que se encontra em: Women, If You Only Knew… )

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sábado, 29 de maio de 2010

Morre o ator Dennis Hopper

Image and video hosting by TinyPicO ator Dennis Hopper, famoso por dirigir e atuar no clássico do cinema Sem Destino, de 1969, morreu às 8h15 deste sábado (12h15 em Brasília) em decorrência de um câncer de próstata. De acordo com informações do site norte-americano MSNBC, ele estava ao lado de familiares e de amigos em sua casa em Venice, na Califórnia.

Hopper atuou em mais de 100 filmes ao longo dos 56 anos da carreira e recebeu duas indicações para o Oscar, o prêmio mais importante do cinema. A primeira indicação veio como co-autor de Sem Destino, em 1969. A segunda indicação só viria 17 anos depois, no papel de técnico alcoólatra de um time de basquete num drama chamado Momentos Decisivos.

Considerado um dos maiores filmes do cinema norte-americano, Sem Destino ajudou a fazer emergir uma nova era em Hollywood, na qual a velha guarda foi forçada a ceder poder para cineastas jovens, como Francis Ford Coppola e Martin Scorsese.

O filme, um sucesso de bilheteria feito com baixo orçamento, originalmente concebido por Fonda, levou para o grande público do cinema temas como tráfico de cocaína, consumo de maconha e ciclistas cabeludos.

"Nós olhávamos para toda a década dos 60 e ninguém havia feito um filme com alguém fumando maconha sem sair por aí e matar um punhado de enfermeiras", disse Hopper ao semanário Entertainment Weekly, em 2005. "Eu queria que Sem Destino fosse uma cápsula do tempo sobre aquele período."

Hopper e Fonda atuaram ao lado de Jack Nicholson, então um desconhecido, que fazia o papel de um advogado alcoólatra. Mas não foi uma convivência harmoniosa. Hopper brigava violentamente com todo mundo e, mais tarde, Fonda o descreveria como "um excêntrico um pouco fascista". A amizade se acabou.

A lista de papéis importantes na carreira de Hopper é extensa. Ele atuou ao lado de seu mentor, James Dean, em Juventude Transviada e Assim Caminha a Humanidade, nos anos 1950. E estrelou personagens maníacos em filmes como Apocalypse Now, Veludo Azul e Velocidade Máxima. Quando não estava atuando, Hopper gostava de pintar e fazer esculturas.

Nascido em Dodge City, no Kansas, Hopper deixou a cidade aos 18 anos para tentar a sorte em Hollywood. “Tudo o que aprendi, aprendi aqui”, disse o ator. “Hollywood é a minha casa e a minha escola”.

Na realidade, a vida privada de Hopper nunca foi monótona. Seus casamentos incluem uma união de apenas oito dias, em 1970, com Michelle Phillips, do conjunto The Mamas and Papas, que mais tarde diria à revista Vanity Fair ter sido submetida a um tratamento "excruciante".

Em setembro de 2009, Hopper foi levado às pressas para o hospital nos Estados Unidos em consequência da doença. Desde março deste ano, Hooper é um dos homenageados na Calçada da Fama de Hollywood. Em janeiro, ele pediu divórcio de sua quinta mulher, Victoria Hopper.

Com informações da agência Reuters

Leia mais sobre: dennis hopper 

Extraído do IG

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Dos bastidores da copa do mundo…

Image and video hosting by TinyPicComprometimento até no sexo!

Kaká era um dos mais chateados com Dunga anteontem em Johannesburgo. Precisava dizer, ainda mais em entrevista coletiva, que no grupo "tem gente que não gosta de sexo", caramba?

O clima tenso só se desfez quando o técnico deu aquela explicação que lhe serve pra tudo: estava se referindo ao sexo sem comprometimento. O amor à pátria continua comendo solto na seleção, com uma condição preliminar: tem de vestir a camisinha verde-amarela, claro.

É muito fácil entender o Dunga! Sexo, no caso, foi só mais uma metáfora infeliz. Ele quis dizer que tem gente que não gosta de nada, e ninguém tem nada a ver com isso!

Não tem o sujeito que não gosta de samba? Pois então! Tem criança que não liga pra brincadeira, gordo que não dá a mínima pra chocolate, celebridade que não faz questão de aparecer, motorista de táxi que detesta dirigir, mãe adotiva que odeia criança...=[

Tem técnico que não tolera craque, tem jornalista que não atura técnico e, em ambos os casos, vice-versa. Quando não há comprometimento, que vigore a tolerância! Se o cantor Roberto Carlos acha que sexo e sorvete são as melhores coisas da vida, problema dele! Entendeu agora o que o Dunga quis dizer ao Maradona? Demorou, meu!

Inveja do Lula

Cristina Kirchner também adoraria despedir-se solenemente da seleção Argentina que vai disputar a Copa, mas já pensou se o Maradona aparece pelado para cumprimentá-la na Casa Rosada? E tem gente que ainda fala mal do Dunga - ô, raça!

Verdadeiro inferno

Tudo bem que os sul-africanos toquem suas vuvuzelas nos estádios de futebol. Mas devia ser proibido soprá-las nos engarrafamentos colossais de Johannesburgo. Já pensou se a moda pega aqui também?!

Alto risco

A Sociedade Brasileira de Cardiologia vai monitorar a incidência de enfartes em brasileiros durante a Copa do Mundo. É bom ficar atenta sempre que o Dunga botar o Josué em campo para garantir resultado.

Tá chegando a hora!

Calma! A Copa do Mundo só começa pra valer quando William Bonner perguntar no Jornal Nacional "onde você está, Fátima Bernardes?" Oficialmente, faltam duas semanas para os jogos.

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Antes da Fama

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Antes de se tornar uma das musas do cinema do século XX a atriz Greta Garbo foi assistente de salão de beleza. E Rodolfo Valentino – o maior astro do cinema mudo -, o que fez antes da fama? E o mestre do suspense Stephen King, como sobrevivia antes de se tornar famoso? Nas próximas linhas, você saberá o que eles e muitos outros mestres, gênios e mitos fizeram antes de se tornarem conhecidos.

Quando nem sonhava em ser um astro da nascente indústria cinematográfica, Rodolfo Valentino levou a vida como jardineiro e lavador de pratos.

Foi como frentista de posto de gasolina que Stephen King trabalhou antes de se tornar conhecido como escritor. O autor de O Iluminado também passou roupas numa lavanderia.

Na época em que se tornar cantor era apenas um sonho, o mito Francisco Alves trabalhou como taxista, engraxate e operário de uma fábrica de chapéus.

Não era só de música que Carlos Gomes entendia. O compositor brasileiro sabia costurar paletós e calças, função aprendida nos tempos em que trabalhava como alfaiate.

Quando nem imaginava que seria chamado de Rei do Rock, Elvis Presley ganhava a vida como motorista de caminhão. Além disso – o que pouca gente sabe -, Elvis foi coveiro.

Louis Armstrong, um dos maiores ídolos da música afro-americana, foi limpador de túmulo e mais tarde, músico de uma banda que tocava em funerais.

Antes da fama, Andy Warhol - talvez o maior mestre da pop art-, trabalhou como estilista de moda.

Antes de se consagrar como escritor, Herman Melville trabalhou como marinheiro. Suas aventuras pelos mares do sul inspiraram boa parte de seus livros, entre eles o célebre Moby Dick.

Outra grande personalidade da cultura universal que chegou a ganhar a vida como marinheiro foi o compositor russo Nicolai Rimski-Korsakov.

Outro que singrou pelos mares antes de se tornar conhecido foi o escritor de origem polonesa Joseph Conrad.

Além de corretor de valores, o pintor Paul Gauguin foi marinheiro. A paixão do francês Gauguin pelas ilhas do Pacífico era tamanha que ele, em determinado ponto da vida, abandonou a civilização para viver no Taiti.

Fernando Sabino foi baterista de um grupo musical e nadador. Sua especialidade era o nado costas, categoria que lhe valeu vários prêmios.

O escritor Paulo Coelho, além de autor de teatro e jornalista, foi compositor. É de sua autoria, em parceria com Raul Seixas, músicas famosas como Gita e Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás.

O escritor brasileiro Érico Veríssimo exerceu a função de farmacêutico.
Antes de se imortalizar como escritor, Guimarães Rosa exerceu duas profissões: diplomata e médico.

Pedro Nava, outro grande homem de letras nascido no Brasil, também exerceu a profissão de médico durante anos.

Antes de escrever sua primeira peça, o dramaturgo Plínio Marcos foi jogador de futebol, e, imaginem, palhaço de circo.

Enviado por Alzira Miranda

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Deixar de escovar dentes 2 vezes por dia aumenta risco de doenças cardíacas, diz estudo

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Já se sabia que saúde de dentes e gengiva pode afetar artérias. Pessoas que não escovam os dentes ao menos duas vezes por dia aumentam em 70% as chances de ter doenças cardíacas, de acordo com um estudo da University College London, publicado na última edição da revista especializada British Medical Journal.

O estudo feito nos últimos oito anos com mais de 11 mil adultos da Escócia confirmou pesquisas anteriores que associavam doenças na gengiva a problemas cardíacos.

Já se sabia que inflamações na boca e nas gengivas têm um papel importante no entupimento de artérias, um dos fatores que levam a doenças cardíacas.

No entanto, esta foi a primeira vez que se confirmou que a frequência da escovação tem influência no risco de doenças cardíacas.

Os participantes do estudo deram informações sobre seus hábitos de higiene oral, bem como se fumavam, faziam atividades físicas e visitas frequentes ao dentista.

Histórico

Além disso, também foram coletadas amostras de sangue e informações sobre o histórico de cada paciente e de doenças cardíacas na família.

Ao todo, seis em cada dez pessoas afirmaram ir ao dentista uma vez a cada seis meses, e sete em dez afirmaram escovar os dentes duas vezes por dia.

Ao longo dos oito anos de pesquisa foram registrados 555 "eventos cardiovasculares", como infartes, dos quais 170 foram fatais.

Levando em conta fatores que aumentam o risco de doenças cardíacas, como classe social, obesidade, fumo e histórico familiar, os pesquisadores descobriram que aqueles que escovam os dentes duas vezes por dia correm menos riscos.

A pesquisa foi coordenada por Richard Watt, da University College London. Ele afirma que ainda são necessários mais estudos para verificar se a relação entre higiene oral e doenças cardiovasculares é "causal ou meramente um marcador de risco".

O assessor científico da Associação Dentária Britânica, Damien Walmsley, afirmou que ainda não está claro se existe uma relação definitiva de causa e efeito entre higiene oral e doenças cardíacas.

"Qualquer que seja a posição verdadeira, pode-se dizer com certeza que se as pessoas escovarem os dentes duas vezes por dia com pasta de dente com flúor, visitar o dentista regularmente e restringir o consumo de doces à hora da refeição, vai ajudar muito a manter as gengivas e dentes em bom estado por toda a vida."

Fonte: BBC

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Aaron Lordson nas ruas de Barcelona

Com sua simplicidade e excelente voz Aaron Lordson expõe seu trabalho ao público nas ruas de Barcelona, que estou postando para vocês em três partes. Vendo estes vídeos fica claro que existem muitos talentos espalhados pelo mundo, que talvez por falta de oportunidade, são capazes de superar alguns artistas que hoje encontram-se no topo do sucesso, por influência especificamente da mídia. Vejam os vídeos e corrijam-me se estiver errado.

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Tirinhas de hoje

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A Melhor Coisa do Mundo

Image and video hosting by TinyPicMuita pretensão minha querer definir o que é a melhor coisa do mundo. Eu que nunca amamentei ou carreguei um bebê em meu ventre, eu que nunca estive em Paris, nunca fui muito rica, nem espiritualizada o bastante para não me importar com isso, jamais escalei o Kilimanjaro ou atravessei a nado o Canal da Mancha. Nunca venci um torneio de Grand Slam, nem cantei para o Maracanã lotado.

Como posso querer dizer o que é a melhor coisa do mundo vivendo uma vidinha normal, sem grandes êxitos, nenhum livro publicado, nenhuma árvore plantada? 
Simples. A melhor coisa do mundo é corriqueira e vulgar. Não envolve megalomania... Embora, infelizmente, ainda haja, no mundo, quem nunca pode alcançá-la.

Veja se concorda comigo: a melhor coisa do mundo é saciar-se. É estar com muita sede e beber um grande copo de água. É estar com fome e alimentar-se. É estar com frio e aquecer-se, com calor e refrescar-se, com tesão e amar.

Lembrei de uma piadinha. Não tem palavrão, mas é meio grosseira. Se você preferir não ler, pule para os asteriscos:
Dois sujeitos estão no mictório de um banheiro público quando um deles começa:
- Aaaaaahhhhhhhhh! Que booooommmmm! Aaaaaahhhhhh!! Que delícia! Aaaahhh! Não tem coisa melhor neste mundo do que fazer xixi...

E o outro:

- Meu amigo, ou eu não sei mijar ou você não sabe trepar.
Concordo. Mas experimente fazer amor, depois de beber meio litro de água, a bexiga quase estourando... Não funciona.

Você, neste ponto, deve estar pensando: Ei! Essas são necessidades apenas orgânicas. Se fosse só isso, ninguém erigiria edifícios, ninguém comporia sinfonias, ninguém se casaria... E todas as outras coisas? As que eu citei no início do texto, por exemplo? E eu respondo: você é um gênio. Você é telepata!! Está lendo meus pensamentos... posso parar de escrever e ficar só pensando.

Mas deste modo estaria me privando de uma das melhores coisas do mundo para mim: escrever. Não abro mão, não!

Maslow, psicólogo americano, descreve a prioridade de atendimento das necessidades humanas através de uma pirâmide. Ele afirma, categoricamente, que o homem nunca buscará saciar desejos dos níveis superiores, antes de satisfazer as necessidades dos inferiores.

Na base da pirâmide de Maslow, estão as necessidades fisiológicas, seguidas pelas necessidades pequeno burguesas, que ele chamou de “segurança”: lar, emprego, plano de saúde, rotweillers, carros blindados...

O próximo nível contempla as necessidades sociais: amor, afeto, aceitação e conformidade de uma forma geral. Queremos pertencer a grupos, família, clubes e comunidades do Orkut...

O nível seguinte fala da necessidade de reconhecimento de nossas capacidades e o último seria a ambição, a necessidade de auto-realização, aprimoramento.

Se considerarmos que cada um deles implica em necessidades a satisfazer, podemos voltar ao meu raciocínio: a melhor coisa do mundo é saciar-se. Satisfazer suas necessidades sejam elas de que nível forem.

E aí, moram as diferenças individuais. Tirando as necessidades mais básicas, que são praticamente iguais para todos, as outras variam muito. Para a mulher que passou por um complexo tratamento para engravidar, você consegue imaginar que momento melhor do que o de encontrar o resultado positivo no exame? E para o jovem que passou meses privando-se de namoros e balada, ao ver seu nome na lista de aprovados no vestibular? E o atleta para-olímpico, sendo calorosamente aplaudido ao cruzar a linha de chegada em último lugar, quando há apenas alguns meses ouvia dos médicos que jamais poderia voltar a andar? Para o pai de família, desempregado há quase um ano, quando vê a carteira de trabalho novamente assinada?

E você que está de barriguinha cheia, tomou água, foi ao banheiro, quitou o financiamento habitacional na Caixa com o dinheiro do salário que acabou de sair e ainda deu para pagar o plano de saúde, a mensalidade do clube, da academia e da internet... você, que ao sair de casa de manhã, recebeu beijos carinhosos do cônjuge e dos filhos, que sabe que ao final do mês receberá a promoção por merecimento... Pense! Que outras necessidades você tem? Que outras metas, desejos, anseios movem o seu ser?

Pensou? É só o que eu desejo: o melhor do mundo pra você!!

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Colírio que muda a cor dos olhos

Que tal mudar a cor dos seus olhos sem precisar usar uma lente de contato? A Iro Eye Drops promete que seus novos colírios são capazes de mudar a cor dos olhos (desde que não sejam pretos) para azul, verde ou violeta. O produto será lançado no Japão e o efeito dura aproximadamente 12 horas. Não consegui encontrar nada falando sobre a data de lançamento.

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Menino de 2 anos fuma 40 cigarros por dia

Image and video hosting by TinyPicIndonésia - Foram divulgadas nesta quarta-feira as primeiras imagens do menino indonésio Aldi Suganda Rizal, de apenas 2 anos. O garoto é viciado em cigarros desde os 18 meses, quando recebeu o primeiro maço de seu pai, Mohammed.

Hoje, Aldi fuma 40 cigarros por dia. Segundo sua mãe, Diana, o menino é tão viciado que, quando é proibido de fumar, grita e bate com a cabeça contra a parede, além de queixar-se de tonturas e enjoos. "Ele trata os cigarros como outra refeição", disse Diana. "Eu tento distraí-lo com brinquedos e jogos, mas nada funciona." Para o pai, Aldi parece muito saudável. Ele não vê problemas no vício do menino, pelo contrário, orgulha-se. "Ele fuma como um adulto. Já aprendeu a soprar anéis de fumaça e sopra fumaça pelo nariz", diz Mohammed.

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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Banheiro: O grande vilão do Feng Shui

Image and video hosting by TinyPicCuidado com o vilão de energia da casa: o banheiro. O que me chama muito a atenção em todos estes anos é a preocupação que as pessoas têm com o grande vilão do Feng Shui que é o banheiro, o ladrão de energia vital de um imóvel residencial e comercial.
Para entender o estrago que um banheiro pode fazer na sua casa, é necessário lembrar qual é a finalidade principal do Feng Shui: analisar e ativar a circulação da energia vital ou Chi nos ambientes, afetando positivamente os moradores e frequentadores destes locais, estimulando cada vez mais as energias e promovendo as curas de problemas.

Agora, todo o trabalho do Feng Shui em uma imóvel pode ir literalmente pelo ralo se não tivermos cuidado com o banheiro, que funciona como um "grande ralo" na casa, podendo sugar toda a energia Chi que circula nos ambientes para fora dela.

Existem dois fatores que contribuem para que o banheiro cause tanta  preocupação. O primeiro está ligado à própria finalidade do banheiro - a de recolher e tirar para fora das casas, através dos canos, ralo e privada, todas as impurezas de nossos organismo e água dos banhos e higiene pessoal. Em resumo, o banheiro é programado para tirar para fora da casa nossos dejetos e a água de nossa higiene, através dos encanamentos de água e esgoto.

Logo, a função do banheiro é "sugar para fora, tudo que ali entra", pelos ralos, canos e privada, até a energia Chi que ali entra e circula.

Quer mais um detalhe preocupante? Saiba que além de sugar a energia que entra no banheiro, se sua porta ficar constantemente aberta, toda energia Chi do cômodo vizinho é sugada, roubada e retirada da casa. O segundo fator que ajuda a roubar energia Chi é o fato que o elemento que predomina no banheiro é a água. A água tem polaridade Yin, ou negativa. Isto facilita com que a energia Chi seja puxada para baixo e para os ralos. Isto causa algum problema para a casa e as pessoas? Muitos. Veja abaixo:

1) Noites mal dormidas, insônia, apatia, ansiedade, falta de interesse sexual se o quarto ficar de frente a um banheiro ou for uma suíte;
2) A saúde poderá ser afetada ou podemos demorar a nos recuperar de uma doença;
3) Se uma das áreas do Ba-gua cair em um banheiro, teremos grandes problemas com os setores do Ba-Gua. Exemplo: - Em relacionamentos afetivos e familiares, podemos ter desgaste e até separações;
- Poderemos ter problemas no trabalho, negócios ou estudos;
- Nossa prosperidade, dinheiro e riquezas poderão ser afetados;
- Perdas e problemas de várias origens etc

Já que Banheiro e Lavabo são vilões da casa, vamos então policiar e cuidar para que este cômodo não dê mais trabalho, aplicando as seguintes curas:

1) Todos os banheiros devem ficar com as portas sempre fechadas. Isto evitará o roubo de energia Chi dos cômodos vizinhos, como por exemplo, suítes;
2) A tampa da privada deverá ficar sempre abaixada na hora da descarga;
3) Mantenha os ralos do chão sempre cobertos ou tampados;
4) Mantenha o banheiro sempre limpo e arejado. As janelas podem e devem ficar abertas;
5) Coloque acima do batente da porta, pelo lado de fora, um espelho pequeno. O espelho terá a simbologia e função de refletir o excesso de energia que o banheiro vier a roubar;
6) Para a energia do banheiro subir, coloque objetos decorativos de madeira ou de cor verde;
7) Coloque também muitas plantas e flores, mesmo que artificiais. Use sempre plantas que cresçam para cima, representa energia yang;
8) Objetos e flores de cor amarela ou tons terra irão ajudar a segurar a fuga de energia. Objetos de cerâmica ajudaram a subir a energia dos banheiros.
9) Pendure no teto do banheiro uma esfera facetada.
Com estas medidas a energia do banheiro e da casa ficará mais equilibrada.
Ficou com dúvida? Quer saber mais sobre o trabalho de Franco Guizzetti, ou entrar em contato com ele,  clique aqui.

por Franco Guizzetti

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Drica Moraes faz transplante de medula óssea

Image and video hosting by TinyPicRio – A “Contigo!”, nas bancas hoje, traz uma ótima notícia: o próximo passo para a recuperação de Drica Moraes contra a leucemia mieloide aguda, descoberta em fevereiro deste ano, será um transplante de medula óssea que ela fará dentro de duas semanas, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

A atriz respondeu muito bem à quimioterapia, mas terá que fazer mais uma sessão, necessária antes do transplante. Drica tem saído de casa, sempre com sorrisão no rosto, para passear com o filho, Mateus, de 1 ano, e com o namorado, o médico ortomolecular Fernando Pitanga.

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Entrevista exclusiva com o Dr. Hélio Bicudo

Entrevista a Ana Helena Tavares* para o site "Outras Palavras" (do Le Monde Diplomatique Brasil)

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Mais do que um dos maiores juristas do Brasil, Hélio Pereira Bicudo é uma lenda viva na luta pelos direitos humanos. Nos anos 1970, auge da repressão política, ele denunciou, como procurador de Justiça, o "Esquadrão da Morte" — enfrentando, entre outros, o temido delegado Sérgio Paranhos Fleury. Aos 87 anos, ele publica com frequência, em seu blog, breves ensaios em que aborda não apenas liberdades civis, mas temas como o direito à água, os aspectos jurídicos relacionados ao tráfico de órgãos e a luta contra a desumanidade nas prisões brasileiras. Também enriquece o twitter.

"No momento em que estamos conversando, com certeza em algum lugar do Brasil está sendo praticada a tortura", lembrou Bicudo nesta entrevista exclusiva sobre a recente decisão do STF de manter impunes os torturadores da ditadura. Para ele, trata-se de uma decisão absolutamente equivocada, que estimula a continuidade das sevícias contra prisioneiros comuns e pode abrir caminho, em outras condições, para a própria volta da tortura contra adversários políticos.

A Lei de Anistia precisa ser revisada?

É, muito mais, uma questão de mudança da interpretação. O texto da Lei de Anistia, não permite que os torturadores fiquem impunes, muito pelo contrário. Não acho que haja necessidade de modificar o texto. Basta aplicá-lo como ele é, segundo uma interpretação jurídica e não ideológica.

Alguns dos que votaram pela impunidade no STF– incluindo o relator, ministro Eros Grau, que foi torturado na ditadura – referiram-se à ação dos torturadores como "crimes conexos". A Lei de Anistia impediria puni-los. Como o senhor interpreta isso?

É lamentável que um juiz da Suprema Corte não saiba o que são realmente delitos conexos. Quando a lei usa um termo técnico, como é no caso – "crime conexo" é um termo técnico em direito penal –, é preciso saber qual sua definição. Os "crimes conexos" são aqueles cujas finalidades são as mesmas do ato principal praticado. Por exemplo, um ladrão entra na sua casa, rouba, e, para evitar que existam provas, incendeia a casa. São dois crimes conexos: o roubo e o incêndio da casa. Há uma identidade de fins: a finalidade era roubar e não ser punido.

Mas se o ladrão entra na casa, rouba, é preso e depois morto pela polícia, não há nenhuma ligação entre um fato e outro, do ponto de vista das suas finalidades. Num, o ladrão queria roubar. No outro, o policial mata o ladrão. Então, você não pode dizer que há conexidade nestes dois casos, pois as finalidades de um e de outro crime são diferentes. É como nesse caso da Anistia. Os opositores do regime cometeram crimes que a lei diz que, depois de algum tempo, não podem ser punidos. Mas se trata de crimes praticados contra o Estado repressor. Ideologicamente, eles não têm nada a ver com os crimes praticados pelos agentes do Estado.

Pode-se dizer, então, que a diferença básica é a finalidade?

Exatamente. A finalidade dos crimes praticados pelas pessoas que eram contrárias ao regime era política. Os crimes praticados pelos agentes do Estado não têm finalidade política. São crimes contra a humanidade e, por esse motivo, imprescritíveis. Quando a Lei de Anistia fala em "crimes conexos", você não pode interpretar a conexidade senão de um lado e de outro. Quer dizer, você pode ter pessoas que cometeram crimes contra o Estado conexos entre si, mas você não pode ligar estes crimes aos cometidos pelos agentes do Estado para beneficiar a si próprios. Ou seja, os agentes do Estado agem por outra finalidade. No caso, para manter a ditadura.

Alguns juristas e políticos alegam que uma revisão da Lei de Anistia poderia abalar a estabilidade democrática do país, baseada num "pacto de conciliação". Quebrá-lo seria "revanchismo". Na sua opinião, esse " pacto" encontra algum respaldo jurídico e social?

Não houve pacto algum. É um absurdo falar em "conciliação" quando os militares detinham o poder Executivo e o comando do Legislativo. Havia dois partidos, Arena e MDB – o primeiro, o povo chamava de "o partido do sim", o segundo de "o partido do sim senhor". Quer dizer, num contexto como esse, você não pode encontrar consenso da sociedade civil com relação à lei que foi promulgada.

O artigo 5º da Constituição reza, em seu inciso XXXVI, que "a lei não prejudicará o direito adquirido". Já vi juristas usarem este argumento como forma de defender a inconstitucionalidade de uma revisão da Lei de Anistia. Argumentam que a lei não pode retroagir em prejuízo do acusado. Isso é aplicável ao caso?

Não é aplicável, porque existem tratados internacionais, dos quais o Brasil é signatário, que dizem que os crimes contra a humanidade são imprescritíveis. Veja bem: não são crimes que se esgotam naquele momento. O homicídio se esgota, mas outros crimes não, como, por exemplo, o sequestro. Você tem pessoas que despareceram e até hoje não se sabe seu paradeiro. Podem ter sido mortas, mas você precisa provar que elas foram mortas para desaparecer o crime de sequestro. É um crime continuado: persiste no tempo. Foi praticado ontem, continua existindo hoje e continuará amanhã. Não existe prescritibilidade desses crimes.

Alguns juristas alegam que, por a Lei de Anistia ser questão exclusivamente brasileira, ocorrida em território nacional, a competência da Suprema Corte é absoluta e a das cortes internacionais, nenhuma. Qual sua posição?

Em 1998, o Brasil reconheceu a jurisdição da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Ela não tem o poder de revogar a decisão do STF. Mas, desde o momento em que o Brasil reconheceu a jurisdição, tem que se submeter à Corte. Porque reconheceu de boa fé, não foi obrigado a isso. Esse reconhecimento vale para todos os crimes que forem a julgamento pela Corte Interamericana e forem imputados ao Brasil. Acho que a Corte Interamericana, de acordo com a sua jurisprudência e conforme já julgou com relação a outros Estados, mostrará que não existe auto-anistia.

Porque o que se busca hoje no Brasil é o reconhecimento da auto-anistia. Um governo que cometeu crimes pode anistiar a si próprio? Isso não existe! Anistia existe para proteger pessoas que num dado momento, por motivos políticos, cometeram crimes. Para pacificar a sociedade, você considera este crimes inexistentes. Mas não os crimes praticados pelo Estado. Isso já se constituiu numa jurisprudência pacífica da Corte Interamericana de Defesa dos Direitos Humanos. Não tenho dúvida nenhuma de que a corte vai condenar o Estado brasileiro. Não pela manutenção de uma lei — mas pela interpretação errada dada a ela pela justiça brasileira, que vem acudindo os torturadores e aqueles que, a serviço do Estado, eliminaram pessoas durante o período da ditadura militar.

Caso a Corte Interamericana condene o Brasil, quais são os caminhos legais para que a interpretação atual dada à lei de Anistia seja revertida?

Quem pode mudar uma decisão do STF? Só o próprio STF. No caso de uma condenação pela Corte Interamericana, penso que o Ministério Público Federal terá que atuar, fazendo com que esse processo surta efeito no Brasil. A corte não aplica sanções. Caso o Brasil não cumpra uma decisão, ela relata esse fato à Assembléia Geral dos Estados Americanos. Esta, sim, pode punir os países-membros com sanções. Ou pode não punir, porque a OEA é um órgão eminentemente político. De qualquer maneira, acho que a situação do Brasil no que diz respeito aos direitos humanos na área internacional vai ficar muito ruim. Como é que fica o STF? Está agindo contra os direitos humanos e isso poderá ter consequências futuras.

Há algum caso precedente em que o STF reviu uma decisão adotada por si próprio?

Nunca aconteceu. O STF nunca reverteu uma decisão; mas também nunca teve, contra si, ação numa corte internacional. Possivelmente, o precedente terá de ser criado agora.

A eventual manutenção do entendimento do STF poderia contribuir para tornar a tortura prática corriqueira no Brasil?

Acho que sim. No momento em que estamos conversando, com certeza a tortura está sendo praticada em algum lugar do Brasil. Temos lei específica contra a tortura, adotada na década de 1990 mas até hoje na gaveta. A punição dos torturadores da ditadura seria muito positiva para enfrentar esta prática.

Mas ela é importante também por motivos políticos. Uma sociedade que se diz contra a tortura, mas não pune quem a pratica, está se expondo a riscos. Se, num momento político qualquer, houver restrições à democracia – ou distorções, como as que estão presentes em alguns países da América Latina – haverá mais possibilidades de a tortura contra adversários políticos também voltar, porque criou-se a cultura de impunidade.

Observadas as diferenças contextuais, o senhor, conhecido como o homem que revelou e denunciou o "Esquadrão da Morte", acha que as polícias militares estão preparadas para exercer o policiamento ostensivo?

Não estão. Elas são absolutamente repressivas. Isso vem da própria constituição das corporações, que não são civis. Estão presas, em seu planejamento, às determinações do exército. Agem na rua como se estivessem numa guerra. O indivíduo é um marginal e o marginal tem que ser morto. É a lei da eliminação. É o que está acontecendo em São Paulo, por exemplo, com o aumento de homicídios pela PM de cerca de 40%, com relação ao ano passado.

Há cerca de uma ou duas semanas, neste Estado, um civil foi morto por policiais militares dentro de um quartel. Simplesmente levaram o rapaz lá para dentro e mataram. Um outro foi morto a pancadas na frente de sua casa e diante da mãe. Foi em dias diferentes. Eram dois motoboys, que não estavam armados; dois trabalhadores que foram mortos. Agora vamos ver se as pessoas serão processadas e punidas de acordo com a lei. Tenho minhas dúvidas…

Como enfrentar esta truculência policial?

Enquanto não se transformar a polícia num organismo civil, com carreira única e com profissionalismo policial, teremos o que está acontecendo hoje em São Paulo e no Brasil. Essa truculência é herança da ditadura.

Quer dizer, ainda há no Brasil figuras que se assemelham ao delegado Fleury?

Há sim. Basta observar que há, nos grupos de extermínio, muitos policiais militares.

*Ana Helena Tavares é jornalista por paixão, escritora e poeta eternamente aprendiz. Editora-chefe deste "Quem tem medo do Lula?".

Fonte: Em outras palavras

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Fábrica do iPhone na China registra o décimo suicídio

Image and video hosting by TinyPicA Foxconn, unidade fabricante do iPhone para a Apple na China, registrou o suicídio de mais um funcionário nesta quarta-feira. A décima morte ocorreu horas depois do presidente do conselho da empresa prometer vida melhor para os funcionários na fábrica ao sul do país.

A empresa não deu detalhes sobre a morte, mas a agência chinesa de notícias oficial Xinhua disse nesta quinta-feira que um inquérito policial inicial indica que o homem de 23 anos, do noroeste da China, cometeu suicídio ao pular da sacada de um sétimo andar do dormitório.

Outro funcionário da Foxconn na unidade de Shenzhen tentou cortar os pulsos, mas sobreviveu com o atendimento médico, segundo a Xinhua.

As mortes chamam atenção para as práticas de trabalho da Foxconn, unidade da taiwanesa Hon Hai Precision Industry, cujos clientes incluem Apple, Hewlett Packard e Sony Ericsson. A Apple e outros clientes disseram que estão investigando as condições de trabalho na Foxconn, que tem cerca de 420 mil trabalhadores em sua base em Shenzhen e enfrenta críticas sobre sua cultura corporativa secreta.

Os trabalhadores vivem no interior do complexo da fábrica e montam produtos para as principais empresas de telefonia e informática do mundo em turnos de dia e noite.

O presidente do conselho da Foxconn Terry Gou abriu as portas das fábricas da empresa em Shenzhen a jornalistas e prometeu tomar medidas radicais para evitar mais mortes.

Todos os 10 óbitos foram de trabalhadores migrantes jovens, entre os milhões que deixam o interior pobre da China para as cidades em forte crescimento nas áreas litorâneas em busca de trabalho e salários elevados.

(Com Agência Reuters)

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O celular mais caro do mundo

Este é o iPhone 3G SUPREME Stuart Hughes, um telefone celular feito com 271 gramas de ouro 22 quilates sólida e tendo na frente do 136 diamantes de alta qualidade e o logotipo da Applena parte de trás é feito com 53 diamantes. Parece que o preço pago foi de US $ 3,5 milhões e foi encomendado por uma empresário australiano. Como os dados são novembro do ano passado, eu acho que já existe outro modelo mais sofisticado com as mesmas características.

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Bope – Qual é a diferença?

Depois de confundir uma furadeira com uma metralhadora e matar um civil, o BOPE resolveu dar uma entrevista coletiva para esclarecer o mal entendido…

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Antes do radar era assim…

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STRANGE ACOUSTIC "orelhas"
RADAR - ALEMÃO

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STRANGE ACOUSTIC "orelhas"
RADAR - em um giro

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STRANGE ACOUSTIC "orelhas"
RADAR - postos de escuta

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