sábado, 31 de janeiro de 2009

O mundo invisivel dos insetos

Pensamos erroneamente que os mamíferos herdaram a Terra dos dinossauros. Engano nosso.
Este nosso mundo é com certeza o mundo dos insetos. Em cada pequeno pedaço de chão, sob a casca seca de uma árvore ou escondidos na folhagem existe um borbulhante mundo vivo e fantástico dos insetos.
Com vocês, uma breve amostra deste mundo encantador. Clique em Leia Mais...
Veja as imagens

Leia Mais…

Moto Hubless

Veja que moto incrível. O design que a Hubless traz é inovador, principalmente quando se fala das rodas que é o seu grande atrativo, além de um motor extremamente potente. Clique em Leia mais e veja algumas imagens e um vídeo publicitário.

Leia Mais…

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Orquestra com Rockstar

Que tal você virar um dj utilizando dispositivos portáteis. Pois o cara acima conseguiu fazer uma orquestra com o aparelho da apple o Rockstar. Novo produto da Appe um Hubde áudio que permite que o usuário faça uma mixagem com sons do Ipod com até 5 amigos. O tal aparelho chamado de RockStar tem uma porta de entrada e mais 5 portas de entrada e saída. Você pode conectar 3 Ipod’s e mixar a músicas ou melhor misturar tudo.

Leia Mais…

Algumas diferenças entre o Pobre e o Rico

Rico de unhas pintadas ( Playboy ) Pobre de unhas pintadas ( Boióla ) Rico com sandálias ( Turista ) Pobre com sandálias ( Mendigo ) Rico que come muito ( Gourmet ) Pobre que come muito ( Esfomeado ) Rico lendo jornal ( Intelectual ) Pobre lendo jornal (Desempregado ) Rico vestido de branco ( Médico ) Pobre vestido de branco ( Pai de Santo ) Rico subindo o Morro ( Rapel ) Pobre subindo o Morro ( Voltando para Casa) Rico em restaurante ( Cliente ) Pobre em restaurante ( Garçom ) Rico de terno ( Empresário ) Pobre de terno ( Defunto ) Rico na loja ( Quanto custa? ) Pobre na loja ( Estou só olhando…) Rico lendo e-mail (Patrão) Pobre lendo e-mail (Empregado matando serviço!!)

Leia Mais…

Professora molesta aluno de 13 anos

A professora americana Christine A. McCallum de 29 anos, moradora da cidade de South Shore, Massachusetts, viveu um caso de amor com um aluno de apenas 13 anos. De acordo com autoridades locais, Christine oferecia vodca e rum ao garoto e depois praticava sexo com ele. Foram mais de 300 sessões de sexo em dois anos com o menos, diz o inquérito policial. A primeira vez foi em fevereiro de 2006.
Christine era casada. Muitas vezes ela fez sexo com o menor quando o marido estava em casa. Na sala, na cozinha… A primeira vez foi em fevereiro de 2006, quando o esposo estava roncando no andar de cima. Pouco antes, a professora se tornou tutora do adolescente, que era criado por pai solteiro. Christine lhe servia jantar e dava carona para a escola. O garoto passava várias horas na casa da “tia”. No processo, a americana disse que tentou apenas funcionar como uma mãe para o menino. Pedofilia e incesto? O romance acabou em um ataque de ciúme. Christine descobriu que o telefone celular que ela havia dado para o aluno estava sendo usado por ele para mandar torpedos para meninas da sua idade. No MySpace, Christine descreveu o sofrimento da separação e a luta contra a tentação: “É duro estar com você e ter limites”. Outra: “É duro beijá-lo e dizer não”. O caso chegou à polícia quando o pai do aluno descobriu tudo e denunciou o romance. Christine está sendo acusada de estupro

Leia Mais…

Ataque de fúria na TV

Durante um programa de TV ao vivo da emissora National Tv, na Romênia, a apresentadora Adela Lupse perdeu o controle e teve um ataque de fúria pelo simples fato de não receber ligações telefônicas dos telespectadores para participar do programa, e com isso passou a bater no aparelho de telefone e a gritar descontroladamente diante das câmeras. Ela repetia continuamente a frase: "Eu quero que o telefone comece a tocar agora, me liguem agora".
A emissora foi multada em mil libras (cerca de R$ 3 mil reais) pelo conselho da radiodifusão do país e a apresentadora nervosa foi demitida. A apresentadora, que estava no ar há aproximadamente 3 anos, reconheceu que perdeu o controle e tinha exagerado estupidamente em seus atos. Confira:

Leia Mais…

O mistério da Incorrupção

A incorrupção de corpos é um mistério que jamais poderá ser explicada convenientemente pela via teológica católica, porque, pura e simplesmente, ela a classifica no rol dos milagres. Talvez, nem mesmo a ciência, por enquanto, chegue a uma conclusão plausível. Alguns corpos, como é sabido, ficam bem preservados por muitos anos após a morte e o devido sepultamento.
No livro do Eclesiastes, se lê esta frase: 'Lembra-te que és pó. E ao pó retornarás'. Além de lembrar ao homem sua condição perecível e transitória, esta sentença recorda a aniquilação física, a decomposição do organismo, após a morte. A realidade é constatada quase universalmente. Digo quase universalmente, por se darem exceções, embora raríssimas, de não decomposição física. Exceção esta conhecida pelo nome de Incorrupção. A Incorrupção é a preservação do corpo humano da deteriorização que comumente afeta todo organismo poucosdias após a morte. É evidente que são excluídas as mumificações, as saponificações e outros processos químicos de preservação dos corpos dos mortos; pois seriam incorrupções artificiais.
São muitos os santos cujos corpos ficaram incorruptos por anos depois da morte. Muitos deles continuam incorruptos; alguns também têm desprendido cheiro de rosas e tiveram outras manifestações milagrosas. Estes são sinais extraordinários que manifestam o favor divino nestes santos. Deus disse a Adão: " Com a transpiração de sua face você comerá o pão, até que você volte à terra, pois dela você veio; já que és pó e ao pó voltarás -gen. 3,19. É o castigo para o pecado que todos os homens sofrem. Mas Deus quis preservar por um dom sobrenatural que desafia as leis da natureza, alguns homens e mulheres de santidade extraordinária.
É Deus que preservou incorrupto os corpos mortais de alguns santos. Quis manifestar claramente Sua Glória, Seu absoluto poder sobre a natureza e testemunhar a santidade que Ele mesmo comunica por meio da sua Igreja aos homens, templos do Espírito Santo. Este milagre, que só acontece dentro da Igreja católica (todos os milagres em sua definição correta, só aconteceram em ambiente judaico–no AT, ambiente Cristão-antes do cisma, e ambiente Católico- após o cisma), brilha diante dos homens incrédulos de nosso século, mas eles não querem ver.
Muitos santos estão totalmente incorruptos até hoje, outros são durante algum tempo, outros vão secando muito lentamente mas sem as propriedades da corrupção. Por isso alguns estão recobertos de cera para os preservar da característica de negridão do tecido externo. É o caso por exemplo de Santa Bernardette Soubirous, Santa Catarina Labouré, São Vicente de Paula, Santa Vittoria, etc. Outros são conservados com escasso tratamento de cera: como o de Santa Catalina da Bolonha, Santa Margarita Redi, o de Sebastián Devoto de Aparicio (que se conserva na Cidade de Puebla, México) ou São Francisco Xavier (que se conserva em Goa, na Índia, e foi bem maltratado pelos caçadores de relíquias ").
Em alguns casos de santos não mais incorruptos, foram feitas representações de seus corpos realizadas com cera e seus restos mortais colocados dentro destas imagens de cera: deste modo, por exemplo, São Pascual Baylón: feita imagem cópia do que era seu corpo incorrupto e reproduzido graças a quadros antigos, desde que foi profanado e queimado na guerra civil espanhola pelos comunistas; ou o corpo de Santa Inocência ou Santa Celeste: são belas imagens de cera que retratam com perfeição corpos humanos, mas são apenas imagens de cera que conservam em seu interior, os ossos destes Santos. Disso pode ter vindo a confusão de venerar uma imagem de cera (cópia do original), como um real e verdadeiro corpo incorrupto.
No caso do corpo do Papa beatificado João XXIII , é sabido que foi realizado certo tratamento de embalsamento para que suportasse o velório e as cerimônias, e há testemunho médico-científico. Mesmo assim é extraordinário que se preserve tantos anos. FENÔMENOS que em muitos casos acompanham a INCORRUPTIBILIDADE: - O óleo que flui cada certo tempo, durante ciclos, do corpo do Beato Matías Nazzarei de Matelica, falecido em 1320. A fenomenal conservação de São Charbel Makhlouf desde suamorte em 1898.
- Em Toledo, Espanha, o corpo da Venerável Madre Maria de Jesus, companheira de Santa Teresa de Ávila, exala um perfume descrito como aroma de rosas e jasmins, e transpira um óleo que continua fluindo até o presente.
- O corpo de São João da Cruz estava exalando fragrância muitos anos depois de sua morte, e o corpo do Beato Angelo de Borgo Santo Sepulcro desprendia ainda um doce perfume cento e setenta e seis anos depois de sua morte.
- A misteriosa fragrância que se notou sobre o corpo de Santa Teresa Margarita do Sagrado Coração, se encontrou também em todos os objetos que ela havia usado durante sua vida.
- O "odor de santidade", que foi percebido e testemunhado por pessoas de inquestionável integridade, é registrado para garantir sua existência. Os observadores presentes na exumação de Santo Alberto Magno, feita duzentos anos depois de sua morte, ficaram assombrados por um perfume suave procedente das relíquias do Santo.
- A doçura do aroma sobre o corpo de Santa Lucia de Narni se fixava em todos os objetos com que reverentemente tocaram a relíquia durante sua exposição durante quatro anos depois de sua morte.
- O perfume que freqüentemente se notava ao redor de Santa Teresa durante sua vida, foi notado também pelas irmãs de seu convento em Alba de Tormes, pelas descrições que tinham do aroma, durante a última exumação de seu corpo em 1914, mais de trezentos anos depois de sua morte.
- O corpo de Santa Rita de Cascia está também exalando fragrância depois de mais de quinhentos anos.
- O perfume que se sentiu no corpo de São Vicente Pallottino momento de sua morte persistiu por um mês no quarto em que faleceu, apesar de que se encontrava aberta a janela.
- Similar é o caso de São João de Deus, exceto que a fragrância que permaneceu no quarto de sua morte por vários dias, foi renovada ali durante muitos anos em cada sábado, no dia em que ocorreu seu falecimento.
- Nos corpos conservados por mumificação, seja natural, ou artificialmente provocada não se observa este fenômeno. São corpos duros e rígidos. A rigidez dos membros começa poucas horas depois da morte. A maioria dos incorruptos não sofreram esta rigidez, permanecendo muitos deles flexíveis por vários séculos. Beato Alfonso de Orozco, cujo corpo estava flexível anos depois de sua morte; Santo André Bobola, quarenta anos, e Sta. Catalina Labouré, cinqüenta e sete anos depois de sua morte.
- O corpo de Sta. Catalina de Bologna estava tão flexível depois de anos de sua morte que pode ser colocado em posição sentada, forma em que ainda pode ser vista. O corpo da Beata Eustoquia Calafato também foi colocado na mesma posição, cento e cinqüenta anos depois de sua morte.
- O corpo de São João da Cruz, morto em 1591, está perfeitamente flexível.
- Outra condição que desafia as explicações científicas é a emanação de sangue fresco que procede de uma boa quantidade destes corpos, muitos anos depois de sua morte. Foi observado oitenta anos depois da morte de São Hugo de Lincoln, quando se separou a cabeça do tronco.
- Nove meses depois da morte de São João da Cruz, fluiu sangue fresco da ferida resultante de um dedo amputado.
- Durante a exibição do corpo de São Bernardino de Siena, que durou vinte e seis dias depois da sua morte, uma quantidade de sangue vermelho brilhante saiu por seu nariz durante o dia vinte e quatro, como observou e registrou São João Capistran.
- Durante o exame médico do corpo de São Francisco Xavier um ano e meio depois de sua morte, um dos médicos inseriu seu dedo em uma ferida do corpo e retirou com sangue, que, como declarou, estava "fresco".
- A ferida mortal de São Josafat sangrou vinte e sete anos depois da sua morte.
- Quarenta e três anos depois do falecimento de São Germán de Pibrac, mientras uns trabalhadores preparavam a tumba para outro ocupante, uma ferramenta que estavam utilizando, resvalou e danificou o nariz do santo, começando a sangrar.
- E finalmente, quarenta anos depois da morte de São Nicolás de Tolentino, um irmão leigo separou secretamente os braços da relíquia. Foi descoberto e seriamente repreendido quando um vasto fluxo de sangue delatou o ato sacrílego. Fato que foi aceito como milagroso pelo Papa Benedicto XIV.
- A aparição de luz nos corpos e tumbas de alguns destes santos mostrava onde se encontravam. A santidade de São Guthlac foi afirmada por muitos testemunhos que viram a casa em que morreu envolta com uma luz brilhante, a qual procedia dali e se dirigia ao céu .
- O perfume que vinha da boca de São Luis Bertrand em seu leito de morte foi acompanhado por uma intensa luz que iluminou seu humilde quarto por varios minutos. Muitos outros santos foram favorecidos com esta iluminação, incluindo São João da Cruz, Santo Antonio de Stroncone, e Santa Juana de Lestonnac.
- Talvez a manifestação divina mais impressionante ocorreu na tumba de San Charbel Makhlouf: A luz, que brilhou fortemente por quarenta e cinco noites em sua tumba, foi presenciada por muitos pessoas e finalmente terminou na exumação de seu corpo, descobrindo assim a incorrupção que até hoje pode ser vista.
Os incorruptos não podem ser classificados dentro das outras mumificações. A maior parte dos incorruptos nunca foram embalsamados nem tratados de nenhuma forma. O Papa Benedito XIV, tomando todas as precauções que a cautelosa Igreja mantém nestes casos, incluiu dois largos capítulos titulados "De Cadaverum Incorruptione" em seu grande trabalho sobre a beatificação e canonização dos santos. As únicas preservações que se consideram como extraordinárias são aquelas que mantém uma flexibilidade, cor e frescura semelhantes a quando os santos estavam vivos, sem intervenção deliberada. Estes estritos requerimentos são cumpridos por uma enorme quantidade de santos incorruptos.
No caso de Santo André Bobola fue debatido por sucessivos Promotores da Fé e de Postuladores de sua Causa em 1739 e 1830, a condição do corpo, que estava mutilado pelas feridas infligidas durante seu martírio, foi finalmente aceitado sua incorruptibilidade pela Congregação de Ritos como um dos milagres requeridos para sua beatificação.
A presença ou ausência de fé determinará indubitavelmente a aceitação ou negação deste fenômeno de incorruptibilidade.
Para ler mais sobre o assunto entre nos sites abaixo: Evangelizacion Católica Igreja Online Veja as imagens de alguns santos que tiveram seu corpo preservado:

Leia Mais…

Aparição no Canadá

Um estranho incidente aconteceu numa loja de água no Canadá. Em princípio o funcionário pensou que fosse um reflexo de alguma luz e após alguns instantes constatou que não era. Então foi checar se seria algum inseto - talvez um vaga-lume - mas com uma temperatura de 2°C, isso é improvável. As pessoas que estavam entrando na loja não perceberam nada de anormal, com exceção da câmera infravermelha.Há quem diga que se trata de um fantasma que fica mudando de forma aleatoriamente, outros afirmam ser um anjo. Realmente é muito esquisito. Confira o vídeo:

Leia Mais…

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Lei e Ordem

As prisões da Idade média eram consideradas simplesmente um repositório humano tal como os laboratórios criados nos campos de concentração nazista, onde a submissão do homem se estendia ao limite e isto não mudou até os dias de hoje, embora de uma forma mais branda. Como exemplo podemos citar a prisão de Pelican Bay, na idade média, que foi projetada para o confinamento e exclusão do homem sem observar os valores básicos para recuperação e sociabilização do indivíduo sem distinção de raça, cor ou crença. É notório observarmos que a política aplicada na maioria das prisões espalhadas pelo mundo visando uma possível reabilitação do detento não é diagnosticada como promissora e capaz de realmente trazer o indivíduo de volta à sociedade sem seqüelas e doenças mentais adquiridas neste habitat lúgubre e nocivo.
A verdade é equacionalmente medida na classe social do preso, pois na sociedade em que vivemos o fator “punição” está direcionado para os menos abastados que são justamente os que mais precisam de erradicação e reabilitação social em detrimento dos ricos e poderosos que utilizam de artimanhas processuais para livrar-se das penas cominatórias. A população carcerária em todo o mundo está aumentando a cada ano, gerando desta forma gastos orçamentários incalculáveis e como justificativa o governo se atém a pressupostos indigestos onde ratifica a posição de dar uma satisfação à opinião pública baseado unicamente na necessidade de disciplinar pequenos grupos e segmentos da população, acelerando assim o processo de punição, visando a neutralidade da violência e ao mesmo tempo o anseio público pelo fim desta ameaça. Para se ter uma idéia no ano de 1979, nos Estados Unidos, existiam 230 presos para cada grupo de 100.000 habitantes e em janeiro de 1997 este valor chegou a casa de 649, destacando-se mais precisamente o distrito de Anacostia, onde está a maior parte da população pobre de Washington, onde o índice de criminalidade é mais acentuado na faixa etária de 16 a 35 anos, principalmente às pessoas do sexo masculino. E não é só nos Estados Unidos, pois em outros países de maior renda per-capita a exemplo da Noruega, Holanda, Inglaterra e Gales também existem uma proporção no número de detentos que vem subindo gradativamente no decorrer dos anos. Vale lembrar que a disputa eleitoral para cargos públicos engajado em suas ideologias práticas e políticas tem explorado constantemente, quando se trata da temática Segurança pública, diversas questões instrumentalistas para resolver os problemas adversos redirecionados para a violência como um todo, principalmente no que tange à população carcerária e adequação dos sistemas prisionais para uma melhor assistência e reabilitação do preso para que em futuro próximo possa ser reintegrado à sociedade. Este crescimento populacional de presos é motivado por questões administrativas de ordem pública embasadas principalmente nas interpretações doutas e difusas que comprometem para o acirramento dos males sociais tendo em vista argumentos e programas políticos equivocados corroborados pela promessa de cura destas distorções da sociedade.
No livro de Jorge Zahar,1998 intitulado “O mal-estar da pós-modernidade” argumenta-se que,segundo Sigmund Freud, no período clássico da civilização moderna o uso da troca de uma boa parcela de liberdade pessoal por uma certa medida de segurança monitorada era a principal causa das aflições e sofrimentos psíquicos sentidos pela sociedade em detrimento aos dias atuais que aplica uma tendência oposta de substituir um pouco de segurança pela crescente remoção de restrições que inibem o exercício do livre arbítrio gerando assim sentimentos de medo e ansiedade. É notório que a tensão acumulada em torno de uma busca pela segurança faz disparar os ditames políticos dos mais espertos os quais estão acima das classes e partidos, assim como os próprios medos. Os governos serão irresponsáveis se prometerem soluções definitivas para o combate da violência e insegurança populacional, mesmo que em longo prazo, tomando como estandarte os anseios eleitoreiros, já que a flexibilidade deve estar focada apenas na mão de obra qualificada, promovendo com isto mais liberdade no mercado de trabalho o qual deve por conseguinte contribuir para uma pequena desaceleração da criminalidade, não querendo com isto afirmar que este seja o principal fator responsável pelas estatísticas assustadoras de âmbito mundial porque está claramente evidenciado que o crime brota de várias formas em qualquer classe social, mesmo àquelas mais abastadas.
O combate ao crime contra os corpos e a propriedade privada traduzido em soluções pouco convincentes e mal elaboradas por parte dos nossos gestores públicos embasadas em projetos políticos ineficazes traz, sem sombra de dúvidas, um índice ascendente nos meios de comunicação de massa e se julgarmos o estado da sociedade por suas representações dramatizadas abre-se uma lacuna que nos leva a crer que a proporção de criminosos em relação à pessoa comum parece exceder de longe ao quantitativo prisional e com isto o aspecto da vida humana tende a formar uma estreita garganta entre a ameaça de assalto físico e o combate aos possíveis assaltantes alicerçado na preocupação com a segurança pessoal e incerteza psicológica.
As propagações diárias através da mídia com documentários e dramas cuidadosamente encenados enfatizando os novos métodos de combate ao crime ou mesmo as melhorias das armas da polícia, alarmes contra assalto e roubo de automóveis e ainda o enfoque de torturas a criminosos de alta periculosidade e por fim às ações de corajosos agentes e detetives que arriscam sua vida para proteger a sociedade faz com que os governos não sejam cobrados para executarem atribuições que estejam acima de sua capacidade de controle e, portanto ninguém seria capaz de acusá-los pela sua incapacidade de satisfazer o anseio por segurança individual que conseqüentemente é deve do Estado. A construção de novas prisões, a redação de novos estatutos que multiplicam as infrações puníveis com prisão e o aumento das penas – todas essas medidas aumentam a popularidade dos governos, dando-lhes assim a imagem de severos, capazes, decididos e, acima de tudo, a de que “fazem algo” em favor da segurança individual dos governados, de forma claramente palpável, visível, mas pouco convincente, pois é evidente que essa espetaculosidade e versatilidade de operações punitivas importa mais que a sua verdadeira eficácia, dada a indiferença e memória curta que tem a população de um modo geral e ainda assim as pessoas continuam inseguras, perdidas e amedrontadas como antes.
A atenção localizada sobre um “ambiente seguro” e tudo o que possa de fato ou supostamente implicar é exatamente o que as “forças de mercado”, atualmente globais e, portanto extraterritoriais querem dos governos. No mundo globalizado é imprescindível que os governos tenham como meta principal à consecução de políticas adequadas e equitativas para a segurança pública e qualidade dos serviços policiais atribuído a ações eficazes de combate a criminalidade que exerçam um papel crucial no resguardo do indivíduo e da propriedade privada fazendo com que a confiança dos investidores no mercado de capitais se faça sentir em escala ascendente. Fazer o melhor policial possível é a melhor coisa que o Estado possa conseguir para atrair o capital nômade a investir no bem-estar dos seus súditos e assim achar o caminho mais curto para a prosperidade. A política de confinamento adotada pelo Estado nos dias atuais não é realmente a melhor maneira de se combater o crime e a segurança pessoal dos cidadãos, pois colocar a prisão como estratégia de segurança é a mesma coisa que adotar a linguagem do passado contemporâneo e repetir as mesmas experiências.
Cada vez mais a globalidade e a localidade adquirem o caráter de valores opostos, valores intensamente cobiçados ou invejados e situados no centro dos sonhos da vida, dos seus pesadelos e batalhas. As ambições da vida está intrinsecamente ligada a mobilidade de livre escolha de lugar em detrimento do confinamento que exclui essa oportunidade de acesso a locais que outras pessoas freqüentam facilmente, exploram e desfrutam. A mobilidade forçada, a condição de estar preso a um lugar, sem permissão de se mudar para parte alguma, parece abominável, cruel e repulsiva; é a proibição do movimento, mais do que a frustração de um efetivo desejo de mudar, que torna essa situação especialmente ofensiva. Estar proibido de mover-se é um símbolo poderosíssimo de impotência, de incapacidade e dor. A prisão, portanto, representa não apenas a imobilização, mas também expulsão do indivíduo da sociedade, o que faz aumentar a sua popularidade como meio de arrancar o mal pela raiz. As pessoas que cresceram numa cultura de alarmes contra ladrões tendem a serem entusiastas naturais das sentenças de prisão e de condenações cada vez mais longas. O enclausuramento das pessoas em sua própria casa tende a ficar cada vez mais acentuado e num futuro não tão distante o agravamento desta situação de imobilidade será mais um problema de ordem social sem precedentes. Sabemos que os direitos humanos estão preconizados em nossa carta magna como uma forma de proteger à segurança física das pessoas, mas a sua aplicação muitas vezes excede em demasia vindo assim a prejudicar a consecução de uma norma restritiva contra o preso, mesmo estando dentro dos ditames da lei, norma esta que além de ser aceita pela sociedade estaria sendo executada de forma responsável e dentro dos parâmetros de reabilitação do sistema penitenciário. O que existe hoje é a inversão de valores pois aquele que rouba recursos de nações inteiras é chamado de “promoção de livre comércio”; roubar famílias e comunidades inteiras de seu meio de subsistência é chamado de “enxugamento” ou simplesmente “racionalização”. Nenhum destes feitos jamais foi incluído entre os atos criminosos passíveis de punição e notoriamente o direito humano os ignora de forma complacente. Não é de se admirar que as prisões estejam cheias, sobretudo de pessoas das camadas inferiores da classe operária que praticaram roubos e outros crimes tradicionais.
Levado pela intuição e o senso comum, o público pode bem suspeitar que algum roubo está alicerçado em grandes fortunas, mas apontá-los continua sendo uma tarefa claramente atemorizante. Só em casos raros e extremos os “crimes empresariais” são levados aos tribunais e aos olhos do público. Fraudadores do fisco e autores de desfalques têm uma oportunidade infinitamente maior de acordo fora dos tribunais do que os batedores de carteira ou assaltantes. Os próprios agentes da ordem local têm absoluta consciência da superioridade dos poderes globais e, portanto, consideram um sucesso chegar a esse nível. A vigilância da sociedade com menção aos crimes dos chamados “colarinho branco” é hipoteticamente esporádica, podemos dizer até que não existe. É preciso uma fraude que mexa com a sensibilidade das pessoas principalmente quando às vítimas são, por exemplo, pensionistas ou pequenos poupadores, para que o caso seja considerado grave e seja levado aos tribunais.
O crime do colarinho branco é sem sombra de dúvidas uma das causas principais da insegurança existencial e, assim, diretamente relevante para essa aborrecida ansiedade que persegue os cidadãos da sociedade no estágio final da modernidade e os torna tão obcecados com a segurança pessoal. Não há, portanto, muito capital político a extrair do fato de “ser visto como que fazendo algo” contra o crime “do colarinho branco”. E há pouca pressão política sobre os legisladores e guardiães da ordem para abrir suas mentes e flexionar seus músculos de modo a tornar mais efetivo o combate a esse tipo de crime; nenhuma comparação portanto com o clamor público contra os ladrões de carros, assaltantes e violentadores, ou contra os responsáveis pela lei e a ordem considerados muito frouxos ou condescendentes por não os colocarem no lugar onde deveriam estar, a prisão. Por fim, não podemos deixar de mencionar que a nova elite global tem alguns privilégios ao enfrentar os guardiães da ordem: as ordens são locais, ao passo que a elite e as leis do livre mercado a que obedece são translocais. Se os guardiães de uma ordem local tornam-se intrometidos e infames demais, há sempre a possibilidade de apelar às leis globais para mudar os conceitos locais de ordem e as regras locais do jogo. Com isso existe a possibilidade de se mudar se as coisas em nível local ficam quentes demais e incômodas, pois a “globalidade” da elite significa mobilidade e mobilidade significa a capacidade de escapar, fugir. Os tipos mais comuns de criminosos na visão do público vêm quase sem exceção da “base” da sociedade. Os guetos urbanos e as zonas proibidas são considerados áreas produtoras de crime e criminosos. Segundo Richard R. Korn as prisões podem ser consideradas como escolas do crime. Todo o processo policial e judicial que culmina na prisão é, em certo sentido, um longo ritual rigidamente estruturado de rejeição simbólica e exclusão física. A rejeição e a exclusão são humilhantes e visam a fazer o rejeitado aceitar sua imperfeição e inferioridade social. Por isso o rejeitado recorre aos únicos meios à sua disposição, todos contendo alguma dose de violência e desta forma acrescentando à imagem do crime a inerente propensão do criminoso à reincidência. Podemos assim concluir que a rejeição leva a um esforço de circunscrever as localidades pelo padrão dos campos de concentração. A rejeição dos que rejeitam leva ao esforço de transformar a localidade numa fortaleza, e sendo assim garantem entre si que a fragmentação ou fragilidade das leis e o isolamento através do confinamento “na base” continuam sendo os irmãos gêmeos da globalização no “topo”. Autor: Maria das D.C.Mesquita em parceria com PortalVM

Leia Mais…

Camisinha não é só para usar no carnaval!!!

Entre serpentinas, fantasias e purpurina, o carnaval segue no imaginário popular como uma época de sexualidade aflorada. Porém, de acordo com uma pesquisa da Universidade Federal Fluminense (UFF), o número de casos de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) não aumenta nessa época do ano. Em contrapartida, é nos meses de julho e agosto que se verifica o aumento do número de gravidez indesejada e da ocorrência de gonorréia, sífilis e tricomoníase.
A pesquisa, fruto do mestrado da médica ginecologista e obstetra Wilma Arze, reuniu e avaliou 2646 prontuários de pacientes com diagnóstico dessas três doenças de1993 a 2005, cujo tempo de incubação permite uma análise temporal do período em que a pessoa contraiu a doença. Como possível explicação para o aumento significativo das doenças nos meses de julho e agosto, a pesquisadora acredita que é a época em que as pessoas deixam de usar o preservativo. As campanhas para uso da camisinha só acontecem no carnaval ou no fim de novembro, começo de dezembro dado o dia mundial da AIDS, lembra.
Por isso, Arze reitera a necessidade de campanhas pelo uso do preservativo durante o ano todo e que elas tratem das DSTs como um todo e não se foquem somente no risco do HIV-Aids. Essas outras DSTs são simples de diagnosticar e de tratar, porém ainda observamos grande presença delas na sociedade, diz. Para o coordenador geral da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), Veriano Terto, a pesquisa é muito bem vinda, pois vem de acordo com o pensamento das organizações que trabalham com DSTs. Nós sempre levantamos a idéia de que não há relação entre o carnaval e o aumento de casos, explica. Entretanto, ele defende arduamente a campanha de prevenção durante o carnaval. A campanha não é só eficaz do ponto de vista epidemiológico, mas também na perspectiva cultural. Para comunicar algo, é fundamental que haja ligação com a cultura de um povo, explica. Dessa forma, Terto avalia que outras campanhas temáticas e temporais como a do carnaval poderiam acontecer pelo país, seguindo a tradição dos diferentes grupos sociais brasileiros. No Nordeste, por exemplo, deveríamos investir em campanhas durante as festas de São João, diz.
Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), a importância das campanhas durante o carnaval é simbólica, pois a festa está diretamente associada ao sexo e diversão sem preocupações. De acordo com o portal do Ministério da Saúde, as mulheres jovens são o público-alvo a cada ano, pois a AIDS afeta quase duas vezes mais as meninas que têm entre 13 e 19 anos, do que os homens na mesma faixa etária. É fundamental lembrarmos que ainda há sim uma opressão de gênero muito forte na sociedade brasileira, especialmente nas classes mais baixas. Assim, se faz premente o trabalho com esse grupo particular, diz Terto. Como mostra a pesquisa de Arze, a questão das DSTs vai além da Aids e, cada vez mais, programas pelo sexo seguro são fundamentais. No mundo, cerca de 70% da população jovem do sexo feminino têm o papiloma vírus humano (HPV), principal causa do câncer de colo de útero. Como é possível contrair HPV mesmo com a camisinha, é fundamental investirmos na educação sexual, trabalhando questões como a necessidade de parceiros fixos, consultas ginecológicas e auto-exame, conclui a pesquisadora, lembrando que por mais que o sexo seja uma atividade muito gratificante, ela pode ser também perigosa.

Leia Mais…

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Aquecimento Global

Uma equipe de cientistas especializados em meio ambiente nos Estados Unidos fez um alerta de que muitos dos efeitos das mudanças climáticas podem ser irreversíveis. Em artigo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, os cientistas afirmam que as temperaturas na Terra podem se manter altas por até mil anos, mesmo se as emissões de gás carbônico (CO2) fossem eliminadas hoje.

Segundo os pesquisadores, se o nível de CO2 na atmosfera continuar a subir, vai chover menos em áreas que já são secas no sul da Europa, na América do Norte e em partes da Ásia e da Austrália. Eles também afirmam que, atualmente, os oceanos estão desacelerando o aquecimento global ao absorver calor, mas que em algum momento vão liberar este calor de volta à atmosfera.

Mudanças nos EUA

A divulgação das conclusões dos ambientalistas coincide com o pedido feito pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para que a Agência Americana de Proteção Ambiental reveja as regras de emissão de gás carbônico por veículos de passageiros. Vários Estados americanos, liderados pela Califórnia, querem introduzir leis para obrigar as montadoras a melhorar drasticamente a eficiência do uso de combustíveis. A medida encontrou oposição de vários setores, que argumentam que essa decisão poderia derrubar a demanda por novos carros neste período de recessão. Os cientistas envolvidos na nova pesquisa dizem que políticos precisam agir imediatamente para contrabalançar os danos já provocados ao meio ambiente.

Fonte: Rajesh Mirchandani de Los Angeles para a BBC News

Leia Mais…

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Um milagre de Deus

Leia Mais…

O mistério dos Círculos Ingleses

Marcas aparecem nos campos do sudoeste da Inglaterra e desafiam os cientistas, ninguém consegue explicar a origem dessas formações redondas e de traçado perfeito. O mundo começou a tomar conhecimento dos "círculos ingleses" a partir da década de 80, apesar destes círculos estarem aparecendo há séculos. Os famosos "círculos ingleses", os quais são chamados de círculos por força do hábito, têm sido documentados desde o século 16.
Considerados verdeiras obras de arte por estudiosos e especialistas, estima-se que cerca d 10 mil dessas enigmáticas figuras já foram descobertas em todo o mundo, sobretudo no sudoeste da Inglaterra (próximo à região onde se situa Stonehenge), onde a percentabgem de incidência dessas figuras chega a 98% dos círculos já encontrados. Os outros 2% foram encontrados na Austrália, Estados Unidos, França e Canadá.
A história da descoberta destes círculos começou assim: na manhã de 21 de julho de 1980, o agricultor John Scul encontrou no meio de seu campo de trigo, em Wiltshire, sudoeste da Inglaterra, diversos círculos de cereais amassados com cerca de 20 metros de diâmetro, apresentando bordas bem delimitadas, parecendo ter sido feitas por abas de gigantescos ventiladores. O mesmo fenômeno havia ocorrido meses antes, também da noite para o dia, algumas centenas de metros mais adiante, sem que Scull tivesse a mais remota explicação para a novidade. O alarme foi dado imediatamente e logo a plantação do obscuro agricultor inglês se encheu de curiosos. Os círculos se tornaram, previsivelmente, o tema predileto dos jornais e das intermináveis conversas regadas a cerveja escura nos bares e restaurantes da região.
Os desenhos parecem ser específicos a cada ano, quase como capítulos num livro e em 1994 houve uma proliferação do que se convencionou chamar de "insectogramas", com figuras na forma de escorpiões, aranhas, teias de aranhas e outros insetos. Em 1993, houve uma incidência de padrões geométricos. Em 1995, os padrões pareciam sugerir sistemas solares, cinturões de asteróides e outras figuras planetárias. Nestes círculos, ou em sua proximidade, nunca foram encontrados quaisquer traços ou pistas que indicassem como foram feitos ou por quem. Não há pegadas de pessoas, ou marcas de peneus de veículos, nem sinal de que as plantas em seu interior tenham sido manipuladas por humanos. Simplesmente, os círculos surgem do nada, portando uma mensagem inexplicável e desafiando nossa inteligência e tecnologia. Nem mesmo os estudiosos que acompanham os aparecimentos desde o começo da década de 80 se atrevem a esboçar alguma explicação para o fenômeno. É importante frisar que nenhum vestígio foi encontrado em qualquer círculo validado, a não ser uma certa forma de energia desconhecida ou não catalogada pela Ciência atual. Esta forma de energia produz uma mudança a nível genético nas plantas afetadas pelo fenômeno, a qual se faz com que suas sementes também seja afetadas.
Não se tem certeza sobre os números de círculos encontrados porque algumas marcas são isoladas e pouco visíveis. Muitos fazendeiros se recusam a comunicar sua existência para não serem importunados por visitantes curiosos, lunáticos ou mesmo hostis. Agricultores da Escócia minimizaram as ocorrências dizendo que se manifestam há centenas de anos.
Duas organizações vêm fazendo estudo do solo dos círculos. Elas são o Center for Crop Circles Studies in England e uma organização conhecida como ADAS Ltd., trabalhando com o Ministério da Agricultura Inglês. Uma das coisas que eles descobriram é que os solos adquirem uma quantidade anormal de hidrogênio após cada formação. O único modo desta quantidade de hidrogênio aparecer assim seria se o solo recebesse uma carga elétrica extremamente forte. Sabe-se hoje que cerca de 90% dos círculos genuínos surgem quase sempre nas mesmas áreas, ano após ano, e invariavelmente sobre ou muito perto de sítios arqueológicos de milhares de anos de idade. Estes sítios arqueológicos às vezes estão enterrados e os estudiosos só se dão conta de que existem um determinado lugar quando surgem círculos lá…Um fator interessante a se notar é que um certo número de círculos têm aparecido perto de usinas nucleares, o que nos leva a crer que os responsáveis pelos círculos estão preocupados com a nossa loucura nuclear.
Outro fator é que algumas pessoas dizem ter sido afetadas depois de terem pisado dentro de uma destas formações. Alguns estudiosos comprovam estas estórias, como o dr. Collete M. Dowell. Ele, como outras pessoas, diz que em algumas formações que entrou, se sentiu extremamente ansioso ou agitado. Em outras, se sentiu feliz, bobo e outras emoções. Pelo menos em uma coisa os estudiosos já se entendem: os círculos tem obrigatoriamente um componente não terrestre. Ou seja: não são construídos pela inteligência humana. Esta conclusão é sustentada pelo fato de que muitas testemunhas como fazendeiros, estudiosos e curiosos acampados nos locais em seus momentos de pico vêem com certa freqüência misteriosas luzes não identificados sobrevoarem as colheitas pouco antes dos círculos terem sido descobertos. Em alguns casos, certas bolas de luz foram até filmadas e fotografadas, embora com baixa qualidade.
Um fato curioso é que do lado de fora das marcas, as plantas não sofrem qualquer alteração. Já do lado de dentro, os caules não estão cortados, mas apenas vergados, continuando a crescer de forma inclinada. Por causa dessa aparência tão simétrica, suspeitou-se que os círculos tivessem sido traçados por mãos humanas, desejosas de publicidade. Um agricultor ao observar esses traços, a bordo de um avião, percebeu que alguém havia escrito com trator no trigal em letras garrafais: We are not alone (Não estamos sós). Ocorreram outras brincadeiras desse tipo e alguns ingleses chegaram a dar entrevistas jurando serem os autores de todos os círculos. As fraudes, no entanto, se distinguem perfeitamente das marcas originais que, segundo os estudiosos, são impossíveis de imitar por meiso mecânicos. Além disso, seria muito difícil aos falsificadores agir sem deixar um rastro de destroços na plantação ou traçar no meio do da noite um círculo de vários metros de diâmetro sem serem descobertos. Mas se não são artificiais, as marcas tampouco apareceram devido a pragas de fungos ou por efeito de fertilização excessiva. A primeira providência dos agricultores foi enviar as espigas dos locais atingidos para exame em laboratório; os resultados mostraram que elas estavam perfeitamente normais.
Se valerem os argumentos de Terence Meaden, um tímido e obstinado professor de Física aposentado da pequena cidade de Bradford-on-Avon em Wiltshire, uma das regiões mais assoladas pelas ocorrências, "as explicações podem ser encontradas na Meteorologia". Meaden fundou uma sociedade chamada Tornado and Storm Research Organization (TORO), para pesquisar os efeitos de fenômenos atmosféricos pouco conhecidos como raios bola, furacões secos e principalmente os círculos. Meaden se tornou popular ao escrever o livro The circle effectand its mysteries (O efeito círculo e seus mistérios), em que tenta explicar que vem acontecendo na Inglaterra um fenômeno perfeitamente natural resultante de nuvens ionizadas na atmosfera. Tais nuvens segundo o professor, apareceriam sobre terrenos ondulados, perto de colinas, onde o vento cria redemoinhos que se transformam em turbilhões. Esses pequenos furacões, carregados de eletricidade, se deslocam sobre os campos até baixarem bruscamente sobre o solo deixando os famosos traços circulares que identificam sua passagem. Meaden afirma que o fenômeno não é visível como os furacões e os redemoinhos de poeira e vento porque os minifuracões são muito rápidos e não carregam uma quantidade tão grande de partículas de poeira ou vapor de água. Quando as nuvens se dividem em muitas formações que giram em torno de um núcleo, deixam na vegetação marcas que parecem um pequeno sistema planetário.
Em seu livro, o professor chama esse fenômeno vórtice de plasma e explica que seria semelhante ao raio bola, uma espécie de esfera de gás ionizado que, ao atingir um condutor, como a ponta da asa de um avião, provoca choques. Há alguns anos, quando o raio bola era desconhecido dos meteorologistas, a ocorrência foi muitas vezes confundida com o aparecimento de discos voadores. A hipótese meteorológica, no entanto, tem seus críticos na Inglaterra. Dois outros pesquisadores, os engenheiros Colin Andrews e Pat Delgado, que dedicam o tempo livre à investigação dos círculos, escreveram outro livro de sucesso sobre o tema. Em Circles phenomenon research (Pesquisa sobre o fenômeno dos círculos), argumentam que os desenhos são muito complexos para serem resultado de perturbações meteorológicas. Para os autores, "as observações oficiais do tempo provam que as condicões climáticas eram perfeitamente estáveis quando se formaram os círculos. Há, de outro lado, terrenos com as mesmas configurações em que os círculos apareceram e onde eles jamais se produziram ".
Alguns estudiosos ingleses encontraram na capa de um tablóide londrino, datado de 22 de agosto de 1678, uma narrativa que faz menção à lenda do "Demônio Ceifador", relatando a existência de misteriosos círculos nas plantações inglesas já naquela época.
Com o passar dos anos as figuras foram se tornando cada vez mais complexas, primeiro eram circunferências simples, depois surgiram circunferências duplas, triplas, quádruplas, quíntuplas, círculos com anéis, figuras triangulares, ovais, espirais, etc. e assim o mistério continua, os círculos viraram símbolos e depois figuras complexas e extraordinárias. E com o aumento na quantidade e complexidade das figuras a cada ano, ficava evidente que aqueles misteriosos desenhos jamais poderiam ser feitos por mãos humanas, pois mesmo que tivesse uma multidão de pessoas desocupadas e interessadas em produzir tal fenômeno não iriam dar conta das centenas de círculos que já viam sendo catalogados em todo o interior da Inglaterra.
Com tal aumento na complexidade dos chamados Círculos Ingleses, ficou descartada a teoria inicial de que os círculos seriam simples marcas de trens de pouso de naves alienígenas. Ufólogos, geólogos, biólogos, matemáticos, físicos, astrônomos e céticos se revezam no mundo inteiro para tentar explicar este fenômeno, alguns com bons argumentos, outros chegam a ser ate ridículos, como a história divulgada pela TV Inglesa no final de 1991, de que dois velhinhos Doug e Dave, teriam feito tais desenhos durante a noite usando a simples técnica de puxar uma tábua amarrada a uma corda por sobre os trigais. Logo os céticos do mundo inteiro deram como encerrado o problema e desvendado o mistério.
O meteorologista e astrônomo Paulo Marques dos Santos, da Universidade de São Paulo, que acompanhou a polêmica sobre os círculos pela imprensa confessa não acreditar em nenhuma das explicações. "Apesar de tanto falatório, ninguém deu uma resposta satisfatória para a existência dos círculos", comenta. Ele respeita a crença alheia em fenômenos sobrenaturais mas se mostra muito cético quanto a essas manifestações. “Nos meus 31 anos de observação do céu jamais vi nada que não tivesse uma explicação física”, garante. Marques dos Santos não descarta uma explicação climática para as ocorrências., ainda que discorde do professor Terence Meaden: “Do que se conhece de Meteorologia, nada se sabe sobre esse fenômeno chamado vórtice do plasma. É preciso analisar a pressão atmosférica, a velocidade do ar, a temperatura, para entender o que está ocorrendo". Resta esperar o próximo verão europeu, que começa em junho, para alguém estudar também esses fatores. Isto é, se os círculos tornarem a aparecer.
De qualquer forma, o fenômeno dos "círculos ingleses" continua no reino das suposições. Pesquisa SeboeAcervo: Super Interessante - Site Mistérios Antigos - Revista da Ciência - site Documentário.Org.

Leia Mais…

Marido virtual é assassinado no Japão

Veja que coisa absurda: uma mulher japonesa foi detida por ter “assassinado” o seu marido virtual no jogo online “Maple Story” devido a um divórcio repentino. A professora de piano de 43 anos, residente na província de Kyushu, no sul do Japão, foi detida por suspeita de acesso ilegal a um computador e manipulação de dados eletrônicos. Após o suposto marido virtual ter pedido o divórcio sem comunicá-la, fez com que a mulher, enfurecida, utilizasse a palavra-passe do homem para entrar na conta do respectivo jogo e apagar o seu personagem.
O homem chamou a polícia após ter descoberto que o seu personagem virtual tinha sido destruído. A mulher, que ainda não foi formalmente acusada, enfrenta uma pena de prisão de até cinco anos ou multa de 5000 dólares, caso venha a ser condenada. "Fiquei subitamente divorciada, sem uma palavra de aviso. Isso fez-me ficar furiosa", terá dito a mulher quando foi questionada pela polícia, admitindo as acusações. Só mesmo no Japão.

Leia Mais…

sábado, 24 de janeiro de 2009

O cofre do fim do mundo

Um cofre que visa abrigar sementes de todas as variedades conhecidas no mundo de plantas com valor alimentício foi inaugurado na Noruega, já no Círculo Ártico, em meados de fevereiro de 2008. Apelidada de o “cofre do fim do mundo”, a Caixa-Forte Internacional de Sementes foi construída em uma ilha remota, Svalbard, em uma parceria entre o governo norueguês e a Organização das Nações Unidas (ONU).
A caixa-forte, que começou a ser construída em março de 2007, fica a uma profundidade de 120 metros dentro da montanha de Spitsbergen, uma das quatro ilhas que compõem Svalbard. O diretor do projeto, Kerry Fowler, afirmou que a iniciativa visa salvaguardar a agricultura mundial no caso de catástrofes futuras, como guerras nucleares, queda de asteróides e mudanças climáticas. O local para a sua edificação foi escolhido por ser uma zona remota e porque oferece todas as condições de um projeto de longo-prazo, e para não haver falhas no futuro foram medidos os níveis de radiação, foram efetuadas simulacros de mudanças climáticas até como o derretimento do gelo dos pólos Norte e Sul e da Gronelândia, foram acrescentados para que se certificasse que o cofre das sementes ficaria sempre acima do nível médio das águas do mar. Outro dado importante é o sistema de refrigeração que manterá as sementes a (-18 ºC) para que elas nunca percam as suas propriedades germinantes podendo assim durar milhares de anos. Este projeto é sem dúvida algo importante para o nosso planeta, porque nunca saberemos o dia de amanhã, pois é sabido que atualmente existem mais de mil bancos de sementes, mas nenhum com essa tecnologia. Este projeto até já teve comparações com Forte Knox, onde o governo dos Estados Unidos guarda todo o seu ouro e até para os mais religiosos com a famosa arca de noé.

Leia Mais…

Criança nasce com duas faces

Um bebê de um mês, que nasceu com duas faces devido a um problema raro, virou alvo de devoção dos vizinhos em um vilarejo perto de Délhi, na Índia. Lali, uma menina, nasceu com um problema chamado duplicação craniofacial e tem dois pares de olhos, dois narizes e dois pares de lábios. "A primeira vez que a vi fiquei com medo, é natural. Mas agora me sinto abençoado", disse o pai de Lali, o lavrador Vinod Singh. Médicos disseram a Singh que, apesar do problema, a menina é saudável e normal. Ela consegue beber leite por qualquer uma das bocas e também respira normalmente.
No vilarejo onde Lali nasceu seu problema a transformou em objeto de fascinação e reverência, com os moradores fazendo fila para ver a criança. Muitos deles trazem oferendas em dinheiro, acreditando que Lali tem poderes especiais. "Quando se vê algo que não é natural, só pode ser algo de Deus. É tão mágico que acreditamos que ela seja uma deusa", disse Jatinder Nagar, um vizinho que assumiu o papel de guia das visitas à criança.
Médicos disseram que o caso é extremamente raro, já que a menina tem dois crânios juntos, e que separá-los estava fora de questão. "Uma vez que as cabeças estão fundidas, separá-las seria impossível", afirmou o pediatra D. K. Gupta do Instituto de Ciência Médicas All Índia ao jornal Hindustan Times neste final de semana. Veja o vídeo abaixo:

Leia Mais…

TV com tela de cinema

A Philips não está de brincadeira não. Após o fim da CES, a empresa não perdeu tempo e lançou a primeira TV no formato de Cinema (21:9). A TV HDTV anunciada pela Philips será a primeira do mundo a ter um aspect ratio de 21:9, dando uma experiência nunca vista para assistir a filmes. De acordo com a Philips, o conteúdo de 16:9 também funcionará, mas “encherá” a tela.

Com 56 polegadas, a TV irá incorporar a tecnologia Ambilight e, com certeza, dará satisfação aos seus compradores. Mais características e preços da TV serão anunciados pela Philips no final de fevereiro.

Fonte: engadget

Leia Mais…