terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Charge de Natal
O homem árvore
Dede, ex-pescador indonésio de 35 anos, sofre de uma doença grave e rara. A grande quantidade de verrugas que ele tem concentradas em suas mãos e pé faz com que os membros pareçam raízes de árvore.Aparentemente, ele está infectado com uma variação do vírus HPV que está fazendo com que as verrugas em sua pele cresçam demais. Além de possuir o vírus, o ex-pescador não produz anticorpos que o combatam. Desta forma, as verrugas crescem sem parar. O dermatologista americano Anthony Gaspari, que estuda o caso, informou que o HPV, ou vírus do papiloma humano, infecta os queratinócitos da pele ou mucosas, e possui mais de 200 variações. Continue lendo esta reportagem na página seguinte.Uma das formas mais conhecidas de propagação da doença é pela relação sexual. Mas no caso de Dede, a doença se agravou por um problema genético do ex-pescador: seus anticorpos são incapazes de combater ou simplesmente deter o crescimento das verrugas. Em depoimento ao canal Discovery - que exibiu recentemente um documentário sobre o problema - Gaspari diz acreditar que uma severo tratamento com vitamina A pode ajudar a determinar a origem do problema.
O indonésio começou a desenvolver a doença ainda na adolescência, após sofrer um profundo corte no joelho. A doença limitou a vida de Dede, que perdeu a mulher e o emprego desde que as verrugas começaram a crescer sem parar. Ele também tem dois filhos. "Não estou desesperado, mas quero me recuperar", desabafou ele em sua casa, na localidade de Tanjung Jaya.
O dermatologista americano Anthony Gaspari, que está cuidando do caso, acredita que um tratamento com intenso com vitamina A pode ajudar a determinar a origem do problema. Foram feitas inúmeras cirurgias que extirparam a maior parte das verrugas, e o homem arvore já recuperou (precáriamente) o uso das mãos e consegue até comer uma banana sozinho. Na época, os médicos removeram 6 kg de verrugas do seu corpo e ele passou a ser atendido em sua residência como paciente ambulatorial. Claro que ainda existe muito caminho pela frente, mas já é algum progresso.
Em sua última entrevista ele afirmou que espera arrumar um emprego e se casar tão logo passe pelas próximas duas próximas cirurgias.
Recentemente foi divulgado pelo site Reuters, que apesar das cirurgias, ele voltou a piorar e terá que passar por outras intervenções até o final deste ano.
"Alertamos que a enfermidade poderia não ter 100% de cura. Na cirurgia inicial, tratamos somente de melhorar a sua qualidade de vida", destacou Rachmat Dinata, um dos médicos responsáveis pelo tratamento. Segundo ele, o paciente precisaria de pelo menos duas operações por ano.
Bichos cantores
Cancelamento da taxa telefônica
Esta mensagem eu recebi por Email e estou divulgando aqui no Blog, pois acho que é de interesse de todos. Chega de taxas abusivas e ilegais.
Dê também o seu apoio a este Excelente projeto de Lei - União vai fazer a Força.
O Projeto de Lei é o de n.º 5476/2001 do Dep. Federal Marcelo Teixeira - PR/CE.
Quantos mais ligarem, maior a chance. O BRASIL AGRADECE!
Leia Mais…Como legendar um filme com o VirtualDub
É fundamental que as legendas estejam no formato SSA para que se possa mesclar o vídeo + texto. Para converter as legendas para SSA, use o programa Subtitle Workshop que é excelente, eu considero o melhor programa para trabalhar com legendas, principalmente quando se fala em sincronia e correção de erros. Bem vamos ao que interessa:
Explicarei como utilizar o Virtual Dub para fazer isso.
Janela Inicial do Virtual DUB:
Aparente o Virtual DUB é um programa simples, mas na minha opinião é um dos programas mais fantásticos que já vi.
Para começar, acesse o menu File > Open Vídeo File
Vai aparecer a seguinte janela:
Escolha o arquivo de vídeo desejado, e click no botão Abrir(Open).
Novamente aparecerá a janela principal do Virtual DUB. Agora selecione a opção Vídeo > Filters
Aparecera a janela abaixo:
Click no botão ADD para adicionar um filtro à lista:
Caso você não consiga localizar a opção selecionada, você deverá procurar o arquivo “Subtitler.vdf“ em seu computador clicando no botão LOAD. Convém salientar que se você não encontrar este arquivo, baixe o plugin Vobsub 2.23 e instale pois é indispensável para o funcionamento correto do VirtualDub.
Depois de localizar o arquivo click em Abrir e voltará para a tela anterior.
Selecione o plugin subtitler e click em OK. Você voltara para a janela anterior:
Agora click em OK:
A próxima janela é essa:
Certifique-se de que as opções acima estejam marcadas para que você tenha menos dor de cabeça.
No único campo digitavel da janela acima, informe o arquivo que foi convertido anteriormente de SRT para SSA, lembra?
Se quiser verificar como ficará o filme legendado, utilize o botão SH0W PREVIEW.
Obviamente que a imagem acima não tem nada a ver com a legenda. É só um exemplo.
Agora na janela seguinte, selecione:
Clique no botão CONFIGURE.
Algumas coisas devem ser levadas em consideração.
Eu particularmente costumo usar 1500 no mínimo.
ISSO É SÓ UM EXEMPLO. VOCÊ PODE USAR OUTRO CODEC DE SUA PREFERENCIA.
Agora selecione Vídeo > Full Processing Mode para recompactar o filme.
Para colocar legendas em filmes já compactados no formato Divx;-) , não será preciso recompactar o áudio, portando selecione:
Finalmente, é hora de concluir o trabalho:
Boa sorte...
Esculturas na neve
Em homenagem ao Natal nada melhor do que esculturas na neve. Continua:










Professor mata aluno de 11 anos de idade
Uma corte egípcia sentenciou o professor de Matemática Haitham Nabeel Abdelhamid, de 23 anos a seis anos de prisão por espancar um aluno como punição por não ter feito a lição de casa e provocar sua morte. Isso ocorreu na escola primária Saad Othman, próxima de Alexandria, no Egito. Depois de usar uma régua para puni-lo, o professor levou o menino Islam Amr Badr, de 11 anos para fora da sala de aula e o socou violentamente no estômago. O menino teve 4 costelas quebradas e desmaiou, sendo levado ao hospital e morrendo por uma parada cardíaca no hospital de Alexandria. O professor alegou que apenas estava disciplinando um aluno e não queria machucar ninguém. O advogado de Abdelhamid disse na corte: “Bater em uma criança não é banido nas escolas e meu cliente não violou a lei.” O caso é uma demonstração chocante da decadência do sistema público de ensino do Egito. O incidente causou indignação nacional. Amr Badr Ibrahim, o pai do menino morto, declarou que outros deveriam ter ido a julgamento junto com o professor. De acordo com o pai, “o problema é o ensino e os professores porque eles não conseguem achar bons professores. O ministro da Educação deveria ser a primeira pessoa a ser acusada, como ele pode concordar em deixar um homem tão jovem ensinar crianças?”
Acho que a questão não é bem a idade do indivíduo, mas claramente que se trata de uma pessoa violenta e sem o menor preparo para o trabalho que estava fazendo. Além disso, o fato de as escolas permitirem a agressão física aos alunos. No sistema educacional público do Egito, frequentemente professores despreparados e inexperientes trabalham tentando controlar salas de 60 a 100 alunos. O governo egípcio declara que pretende fazer reformas educacionais, incluindo novos testes para professores, além de proibir punição física e tentar diminuir a violência nas escolas.
Fonte: BBC
O velhinho e o viagra
Uma vendedora seria melhor. Não. Nem pensar. Eu não iria entregar os pontos confirmando que tava em baixa. Não. Um homem, então. Dedução lógica. Mas reconhecer pra um concorrente que eu tinha abdicado das funções? Desgraça.
As duas opções eram ruins. Parecia que o atendimento pelo homem era menos traumático. Se tivesse um vendedor de uns 70 anos seria o ideal. Ele já conhecia o problema. Se ele fosse discreto, melhor ainda.
Seria como ir comprar um medicamento pra alergia e chegar lá o vendedor ser alérgico. O cara conhece tudo.
Já pensou comprar de um garotão:
-Tá aqui o levanta morto, tio.
Não!!!
Mas onde achar o bom velhinho vendedor de Viagra?
Escolhida a farmácia, cheguei lá, durante a manhã, quando teria menos movimento.
Que nada!... Várias pessoas na farmácia. Será que entro?
Entrei.
Veio uma gatona me atender.
-Pois não?... me disse.
-Estou vendo uns sabonetes, respondi.
E fiquei circulando na farmácia, envergonhado, cabeça baixa procurando o bom velhinho. E cadê o homem? Não existia!
Continuei circulando. Uma outra senhora balconista. Não. Não servia. Mulher não.
Um garotão terminava uma venda. Também não. Tinha um cara de uns quarenta anos. Parecia o indicado. Fui até ele. Quando eu chegava ao balcão, chega uma senhora de uns quarenta anos e me diz a queima roupa:
-Pois não, senhor?
Pô, a palavra "senhor" já pressupunha que sou velho. Diabo. E agora?...Pedia ou não?
Comecei pedindo um AAS adulto, que sempre preciso em casa. Ela trouxe o AAS. Bem discreta. ! E agora?...Pedia... ou não?
Pedi um Pepsamar, que uso sempre. Ela trouxe o Pepsamar. Discretamente.
Puta merda. Pedia ou não?
Me encorajei, enchi o pulmão de ar e com uma voz sussurrada, como que vindo do fundo de um túmulo, sussurrei:
-Ah....e um Viagra. O Ah era pra dar idéia que tinha me lembrado naquele momento. Que original. Senti que vermelhei.
A balconista me olhou. Levantou a sobrancelha. Só a esquerda. Esquerda de quem olha.
Me olhou como quem diz.... –Brochando, velho?
Eu não sabia se olhava pra ela ou pro chão.
Os minutos não passavam. Digo, os segundos não passavam!
E a balconista me olhando como que a dizer:
-Velho safado, ainda quer f****, é?!
Que aflição!... Mas a sorte já estava lançada.
Não é que nesse momento , olho ao lado e vejo um amigo meu, médico, acompanhado da... esposa??? Gente conservadora. Evangélicos. Me abraçaram efusivamente. Me pegaram com a boca na botija. Maior flagra! Eu tava f******!!!
-Tá doente? Me disse o médico.
-Não, só umas aspirinas, respondi.
Eu suava inteiro.
E eles não saiam dali. Que merda. Atrapalhando a compra do meu Viagra. Que desgraça! Se o tempo voltasse, eu não entraria naquela farmácia. Nunca mais!!!
E a balconista nos olhando com aquela cara de vitoriosa. Diaba!!!
E um outro balconista ao lado, olhando como se soubesse de tudo e também como se não soubesse de nada. Eu já nem sabia o que cada um sabia.
Nisso, a balconista berrou pro outro balconista:
-Já chegou o Viagra? Ontem não tinha! Acho que a farmácia inteira escutou. Eu queria chorar. De raiva.
Uma semana depois ainda ressoa na minha cabeça a frase: "Já chegou o Viagra? Já chegou o Viagra?"
O balconista me olha e diz.
-Temos um similar, que é como se fosse um Viagra Turbo.
Viagra turbo. P*** merda!!!
A mulher do meu amigo, que tava na farmácia, ficou vermelha.
Também, acho que faz alguns anos que não transam... Empurrou meu amigo e me disseram:
-Até já!!!
A coisa não podia estar pior.
Daí o segundo vendedor me diz, bem alto: -Nunca usou esse similar do Viagra? É o bicho! Um pouco mais caro, mas o efeito é de 36 horas!
Como se eu fosse um garoto de programa, que precisasse de desempenho total.
Eu achei que fosse desmaiar de tanto mal estar.
Deixe quieto, eu falei.
-Não, não, disse a vendedora...
E gritou pra um vendedor do final do balcão:
-Tem Viagra ou não, Jair???
-Pra quem que é o Viagra?, diz o Jair... Será que tinham que pronunciar a palavra Viagra sempre?
-Pra esse senhor aqui, Jair! diz a diaba. E aponta com a cabeça em minha direção. E que outra direção poderia ser?
-O senhor chegue aqui! diz o Jair.
E a mulher do meu amigo médico, ali por perto, como se não tivesse escutando nada, mas acompanhando tudo. Aquela cadela. Azar é pra quem tem.
Acredito que ela ali da farmácia, via celular, já fazia a notícia circular no bairro: o Dico não f*** mais!
Fui até o Jair, como o maior pecador chegando até São Pedro, o que faz os julgamentos na entrada do céu. O Jair lazarento me olhou como quem diz....
-Muito bem, seu broxa!...
O senhor quer embalagem com quantos?
-Com quantos tiver.......sussurrei, meio gaguejando. Eu queria é ir embora. Que o chão se abrisse. Nem que eu não f***** nunca mais.
Se eu tivesse imaginado o pior, não seria tão ruim quanto foi.
Peguei o Viagra com o Jair lazarento e voltei até a diaba.
-Que bom que tinha... diz a diaba. Como se eu fosse transar com ela. Aquela bruxa. Eu ia precisar da cartela inteira com ela. Aliás nem com a cartela inteira.
Peguei a nota e saí em direção ao caixa.
E o médico meu amigo, grita:
-Até mais, Dico.
A mulher dele não levantou a cabeça, continuou olhando uns sabonetes. Mas, pensando no Viagra. Aquela velha! Que tragédia!
Mas, o medicamento foi o bicho! Sem dúvida.
Uma semana depois vi que eu tinha feito uma besteira. Eu tinha que ter comprado várias cartelas. Agora eu tinha que recomeçar tudo!!!
E por onde? Voltar lá com a diaba e com o Jair lazarento? Nunca!
Mas por outro lado, eles já me conheciam. Seria como que um segredo profissional. Melhor do que ir em outra farmácia e a notícia se alastrar.
É, tive que começar tudo de novo!
Hoje pela manhã, voltei na farmácia do Jair lazarento e da Diaba, a Farmácia Ideal. Ideal o cacete.
Puto da vida.
Não é que quando chego lá no balcão dos fundos, vem aquela p*** da esposa do meu amigo médico (tavam lá de novo!), me olha e antes de me dar bom dia, me diz:
-Virou fregueis, é ? E deu uma gargalhadinha, com sorriso de hiena.
Cadela! Vagabunda! Feia! Velha! Vó! Miss Inferno!!!
Fiquei vermelho, olhei pro balcão e vi o Jair Lazarento e a Diaba!
Essa, meio que sorrindo, como quem diz:
- O Brocha voltou. Gostou da festa!!!
Filho das *****!!!
Nem vou contar o resto.
Mas sofri muito de novo!
Minha performance sexual tinha caído muito. Nem tanto pela idade, mas pelas dificuldades de relacionamento matrimonial somado a inúmeros problemas pelos quais eu passava. Na semana passada, resolvi comprar o tal do Viagra. Mas que vergonha de ir comprar o medicamento. Reconhecer publicamente que tava brochando. Vergonha.... Desgraça! Mas eu queria experimentar. Mas ninguém poderia saber.Ninguém. Mas como fazer com o farmacêutico? Alguém iria saber. No mínimo uma pessoa. No mínimo, não. Uma só pessoa. O farmacêutico. Afinal eu não fabrico o fármaco. Onde ir comprar? Será que em outra cidade, onde ninguém me conhecesse? Isso seria o ideal. Mas eu estava sem nenhuma viagem agendada. Teria que ser na minha cidade. Mas claro que numa farmácia em bairro que absolutamente ninguém me conhecesse. Por alguns dias fiquei imaginando uma farmácia "ideal". Foi difícil imaginar. Enfim, descolei uma. Por sinal, Farmácia Ideal!
Restava agora escolher o perfil do vendedor.
Motoristas malucos
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