Sebo e Acervo: Novembro 2008

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domingo, 30 de novembro de 2008

O Iluminismo

domingo, 30 de novembro de 2008

Chamamos de Iluminismo o movimento cultural que se desenvolveu na Inglaterra, Holanda e França, nos séculos XVII e XVIII, que tinha como objetivo principal, despertar o racionalismo no ser humano. O "Iluminismo" combateu a ignorância, a superstição e o fanatismo religioso. Nessa época, o desenvolvimento intelectual, que vinha ocorrendo desde o Renascimento, deu origem a idéias de liberdade política e econômica, defendidas pela burguesia. Os filósofos e economistas que difundiam essas idéias julgavam-se propagadores da luz e do conhecimento, sendo, por isso, chamados de iluministas. As monarquias absolutistas mantinham a população privada de conhecimentos, deixando as vivendo na ignorância. Os iluministas engajaram-se na tarefa de oferecer aos homens o "Saber", conseguindo assim mudar a mentalidade da sociedade, pois as "Trevas das Ignorância" ficou para trás, e as "Luzes do Conhecimento" nascia.

O Iluminismo trouxe consigo grandes avanços que, juntamente com a Revolução Industrial, abriram espaço para a profunda mudança política determinada pela Revolução Francesa. O precursor desse movimento foi o matemático francês René Descartes (1596-1650), considerado o pai do racionalismo. Em sua obra “Discurso do método”, ele recomenda, para se chegar à verdade, que se duvide de tudo, mesmo das coisas aparentemente verdadeiras.

A filosofia iluminista deu origem ao novo tempo no mundo. Ela serviu de bandeira para os norte-americanos em sua luta de independência, para os Franceses na luta contra o Absolutismo e também para os países latinos americanos que influenciados pela Revolução Francesa iniciaram seus movimentos de independência. Os principais nomes do Iluminismo foram: "John Locke", "Charles Montesquieu", "François Voltaire" e "Jean Jacques Rousseau.

Em 1772 Diderot e D' Alembert criaram a obra " A Enciclopédia, um livro de 35 volumes que reunia todo o conhecimento existente da época. A Enciclopédia contou com a colaboração da "Tríade Máxima do Iluminismo", os franceses Voltaire, Rousseau e Montesquieu. Este livro ajudou a difundir as idéias iluministas no mundo.

Algumas monarquias européias abraçaram as idéias iluministas, fazendo reformas sociais que baseavam-se nessa ideologia. Tudo para o povo, mas nada com o povo.

Na verdade estes Reis queriam conciliar o poder absolutista real com as idéias iluministas, prevenindo-se assim de possíveis revoltas sociais. Influenciadas pelo Iluminismo, Esta política ficou conhecida como o "Despotismo Esclarecido".

No Brasil a igreja também participou ativamente desse turbilhão intelectual desde o século XVI quando colocaram em questão a legitimidade da teoria do direito divino dos reis, e os padres jesuítas João Mariana e Francisco Suarez ensinavam que o poder dos soberanos vinha de delegações do povo e que estes poderiam revogá-la. A universidade de Coimbra teve uma participação decisiva na divulgação dessas idéias, onde uma geração de estudantes mineiros em Coimbra influenciados pelo movimento cultural participaram intensamente do movimento revolucionário, foi quando José Bonifácio de Andrade e Silva que em sua maturidade revelar-se-ia conservador, embora constitucionalista e no ano de 1785 passou a escrever poemas contra o despotismo.

O iluminismo foi a base teórica de uma revolução política sem procedente, no antigo regime onde vigorava o principio da monarquia absolutista aonde os direitos políticos estavam estruturados nas ordenações e outras leis esparsas e em Minas Gerais no século XVIII este fenômeno se desenvolveu criando um estado social mais numeroso que a nobreza, colocado acima do povo trabalhados em geral e dos escravos. A burguesia era constituída de comerciantes, grandes produtores rurais e profissionais liberais urbano que eram o núcleo do comando da produção do estado e paradoxalmente estavam alijados das funções publicas decisivas, que no máximo podiam lutar para igualar-se a nobreza. Quando esse estrato se achou em posição numérica bem avantajada ao ponto de que se tornar impossível sua colocação na direção do organismo político e econômico este substrato humano se achou apto a criar e a receber as novas idéias revolucionarias. Em Minas Gerais o movimento iluminista coincidiu-se com a mais evidente dicotomia entre os interesses dos súbitos locais e a política econômica adotada pela metrópole.

As principais características do Iluminismo eram:

• Valorização da razão, considerada o mais importante instrumento para se alcançar qualquer tipo de conhecimento;

• valorização do questionamento, da investigação e da experiência como forma de conhecimento tanto da natureza quanto da sociedade, política ou economia;

• crença nas leis naturais, normas da natureza que regem todas as transformações que ocorrem no comportamento humano, nas sociedades e na natureza;

• crença nos direitos naturais, que todos os indivíduos possuem em relação à vida, à liberdade, à posse de bens materiais;

• crítica ao absolutismo, ao mercantilismo e aos privilégios da nobreza e do clero;

• defesa da liberdade política e econômica e da igualdade de todos perante a lei;

• crítica à Igreja Católica, embora não se excluísse a crença em Deus. "

Fonte:

1 - FILHO, Milton B. B. História Moderna e Contemporânea. São Paulo, Scipione.1993

2 - Enciclopédia Wikipédia


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Cartão Visa com teclado e LCD

A empresa de cartões de crédito Visa anunciou que está criando um tipo de cartão de crédito com um teclado de 12 botões e display LCD. Os dois recursos serão usados para aumentar a segurança do dispositivo nas compras online. O cartão trará um sistema que gera códigos autênticos de segurança. Cada vez que o usuário digitar um número PIN mostrado pela loja online, o cartão dará um outro código randômico, que comprovará a identidade do usuário e, assim, pode aprovar o pagamento. A bateria embutida tem duração aproximada de três anos. O cartão será testado nos bancos Cal, em Israel, Corner Bank, na Suíça, IW Bank, na Itália, e MBNA, no Reino Unido. Ainda não há previsão de chegada da tecnologia ao cliente final.

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A volta de Lost

Depois de serem separados e a ilha ser deslocada a quinta temporada de lost voltará, com novos episódios, mostrando o que realmente aconteceu com os que ficaram na ilha. Vimos na última temporada exibida de Lost que Lock estava morto. O que será que aconteceu? Como ele conseguiu sair da ilha? essas e outras perguntas serão respondidas na quinta temporada de Lost que estréia dia 21 de janeiro nos EUA.

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Imagens do mundo

Ponto de ônibus com ar-condicionado em Dubay.

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Juridiquês e furto maléfico

O CAUSO ABAIXO É O TÍPICO USO DO JURIDIQUÊS, TÃO COMBATIDO HOJE EM NOSSOS TRIBUNAIS.

Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constata haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.

Aproxima vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, diz-lhe:

- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo o valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndido da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:

- Doutor, eu levo ou deixo os patos?”

Fonte: Jornal dos Amigos

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Como era visto o estupro em 1833

Sentença na integra:


SENTENÇA JUDICIAL DATADA DE 1833 - PROVÍNCIA DE SERGIPE

PROVÍNCIA DE SERGIPE

O adjunto de promotor público, representando contra o cabra Manoel Duda, porque no dia 11 do mês de Nossa Senhora Sant'Ana quando a mulher do Xico Bento ia para a fonte, já perto dela, o supracitado cabra que estava de em uma moita de mato, sahiu della de supetão e fez proposta a dita mulher, por quem queria para coisa que não se pode trazer a lume, e como ella se recuzasse, o dito cabra abrafolou-se dela, deitou-a no chão, deixando as encomendas della de fora e ao Deus dará. Elle não conseguiu matrimonio porque ella gritou e veio em amparo della Nocreto Correia e Norberto Barbosa, que prenderam o cujo em flagrante. Dizem as leises que duas testemunhas que assistam a qualquer naufrágio do sucesso faz prova.

CONSIDERO:

QUE o cabra Manoel Duda agrediu a mulher de Xico Bento para conxambrar com ela e fazer chumbregâncias, coisas que só marido della competia conxambrar , porque casados pelo regime da Santa Igreja Cathólica Romana;

QUE o cabra Manoel Duda é um suplicante deboxado que nunca soube respeitar as famílias de suas vizinhas, tanto que quiz também fazer conxambranas com a Quitéria e Clarinha, moças donzellas;

QUE Manoel Duda é um sujeito perigoso e que não tiver uma cousa que atenue a perigança dele, amanhan está metendo medo até nos homens.

CONDENO:

O cabra Manoel Duda, pelo malifício que fez à mulher do Xico Bento, a ser CAPADO, capadura que deverá ser feita a MACETE. A execução desta peça deverá ser feita na cadeia desta Villa.


Nomeio carrasco o carcereiro.


Cumpra-se e apregue-se editais nos lugares públicos.

Manoel Fernandes dos Santos
Juiz de Direito da Vila de Porto da Folha Sergipe, 15 de Outubro de 1833.

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Você é branco? Cuide-se!

Esta postagem foi publicada no site do Instituto Brasil Verdade e agora estou repassando para os meus leitores, já que se trata de um assunto extremamente atual e abrangente, principalmente quando se fala em discriminação e insegurança social, impregnada no seio dos poderes constitucionais o qual merece uma devida atenção por todos nós brasileiros.

Hoje, tenho eu a impressão de que o 'cidadão comum e branco' é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.
Assim é que, se um branco, um índio ou um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles. Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.
Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 183 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele. Nesta exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não índios foram discriminados.
Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.
Os homossexuais obtiveram, do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef, o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências, algo que um cidadão comum jamais conseguiria.
Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem este 'privilégio', porque cumpre a lei.

Desertores e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' àqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.
E são tantas as discriminações, que é de se perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?
Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

por Ives Gandra da Silva Martins
*Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo).


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sábado, 29 de novembro de 2008

Curandeiros

sábado, 29 de novembro de 2008

Venerados, combatidos, misteriosos curandeiros. Eles dizem que têm o poder de curar pelas mãos.

Existem em toda parte com multidões de seguidores. Mas há quem garanta que sua medicina é uma fraude.

No final dos anos 50, José de Freitas, o Zé Arigó, ficou famoso no Brasil inteiro pelas curas ditas fantásticas que realizava na pequena cidade mineira de Congonha do Campo, através de operações mediúnicas. O funcionário aposentado se dizia orientado pelo espírito do médico alemão Adolph Fritz - que desde 1980 estaria orientando o médico pernambucano Edson Cavalcante de Queiroz nas cirurgias mediúnicas que efetua ao lado de sua prática normal como ginecologista. Da mesma forma que Arigó, Queiroz vale-se das mãos e de facas, tesouras, navalhas e até bisturis para conseguir o que muitos acreditam tratar-se de curas milagrosas. Não se pense, porém, que o curandeirismo é uma exclusividade brasileira. A georgiana Djuna Davitashvili é reconhecida em toda a União Soviética pelas curas que obtém. A paranormal Djuna, uma morena de 38 anos e rosto expressivo, ficou famosa por ter ajudado a tratar o líder Leonid Brejnev durante sua prolongada enfermidade. Doutor honoris causa, pela austera Academia de Ciências da União Soviética Djuna só trabalha com a chamada imposição das mãos, como numa bênção, muitas vezes sem tocar no paciente. Ela já curou arteriosclerose, diabetes, úlceras, nevralgias, dores de cabeça, a se crer no noticiário produzido com testemunhos de pessoas que se submeteram a seu tratamento. O curandeirismo é tão antigo como a doença. O homem sempre acreditou que existe uma força invisível, capaz de curar graças a um simples gesto ou toque de mãos. O grego Hipócrates, o pai da Medicina, considerava a cura pelas mãos prática natural. Os primeiros cristãos achavam que era manifestação do Espírito Santo. Durante séculos tal prática sobreviveu sob o nome de quirotesia e 43 quirotesistas chegaram a ser consagrados santos. Mas na Idade Média os curandeiros caíram em desgraça e seus poderes passaram a ser atribuídos ao diabo. A partir do ano de 1136, os monges foram impedidos de exercer atividades médicas. Quem tentou driblar a proibição foi parar na fogueira, pela prática do curandeirismo. Nem isso, nem as formas mais civilizadas de repressão dos tempos modernos destruíram, porém, a crença numa energia universal, através da qual seria possível curar com um simples sopro. Esse, aliás é o principio do magnetismo animal, teoria que no século XVIII tornou conhecido o médico alemão Franz Anton Mesmer. Para ele, bastava a imposição das mãos sobre um doente para que este recebesse fluidos magnéticos, que aumentariam suas forças e o ajudariam na recuperação. Muitos dos que hoje curam por imposição das mãos se auto-intitulam magnetizadores, especialmente na França, onde há um século ficou famoso um certo mestre Philippe. Por seus poderes, foi nomeado conselheiro de Estado e general-de-exército pelo czar Nicolau II da Rússia. Mais tarde, o charlatão Rasputin neutralizou sua influência e tomou-lhe o lugar. Já os curandeiros espíritas, como o pernambucano Queiroz, se consideram guiados pelo espírito de médicos já mortos. São os que provocam as maiores polêmicas. Na Inglaterra, por exemplo, Harry Edwards, um dos fundadores da Federação Nacional dos Curadores Espirituais, falecido em 1980 afirmava ser dirigido pelos espíritos dos célebres Louis Pasteur, o inventor da vacina, e Joseph Lister, o pioneiro da medicina preventiva. No entanto os céticos afirmam que Edwards não conseguiu provar nem uma única das 100 mil curas a ele atribuídas. Muito discutidos são também os cirurgiões mediúnicos brasileiros que, às vezes, parecem realizar incisões sem nada além das mãos e sem anestesia ou anti-sépticos. Embora a legislação brasileira proíba essa atividade, o doutor Queiroz foi visto no passado em ação pela televisão. Trata-se do primeiro médico diplomado a operar em transe. Por isso, a Associação Médica Brasileira tentou proibi-lo de fazer cirurgias mediúnicas. Ele venceu o processo com o argumento de que, quando opera como doutor Fritz não cobra nada dos pacientes - ou seja, não caracteriza exercício da medicina. A parapsicóloga paulista Márcia Regina Cobero está convencida de que Queiroz "faz truque, encenação''. Ela se baseia no fato de que não existe uma única dessas operações mediúnicas com diagnóstico médico comprovado antes e depois de sua realização. Mergulhado em discussões, o curandeirismo levanta uma infinidade de dúvidas e tentativas de compreensão. Um pesquisados norte-americano, o médico William Nolen, acha que o mérito maior dos curandeiros é o modo pelo qual eles se relacionam com os pacientes. Explica a brasileira Márcia Regina: "Os médicos tendem a se preocupar mais com as doenças do que com os doentes. Já os curandeiros agem ao contrário. Eles confortam e dão atenção às pessoas".

José Arigó




























Para saber mais:


Um mal ou Bem? - Padre Oscar González Quevedo. Edições Loyola. São Paulo,1978.
A cura pelas Mãos. Richard Gordon, Editora Pensamento. São Paulo,1978

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Apostila Técnico Judiciário TJRJ 2008



Para quem vai fazer o concurso de Técnico Judiciário do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro estou postando um ótimo material com toda a matéria de Direito e ainda diversos simulados especiais. Aproveitem.

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Economizando energia.

O turco está na calçada em frente à sua casa, conversando com um amigo brasileiro. Mas este percebe que, numa das janelas da casa do amigo, a luz está acesa, de repente apaga por três segundos, e acende de novo. Fica um tempo, apaga por três segundos, e acende de novo.

Encafifado, ele pergunta:

- Ô Salim, naquele quarto da sua casa a fiação tá com problema? A luz fica um tempo acesa, apaga, depois volta, várias vezes.

- Non, non. Aquele está fica quarto minha filho mais velha. Ele está lendo uma livro!

- Ué. E daí?

- Daí que: Bra quê gastar energia no hora de virar o página?

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Quem foi Leonardo da Vinci?

Leonardo não falava grego nem latim. Jamais freqüentou uma universidade e por isso era desprezado nas rodas intelectuais de Florença, no Renascimento. Mas suas pinturas e projetos de engenharia o fizeram famoso e cortejado pelos poderosos da época. Muito tempo depois, o mundo viria a conhecer o lado secreto desse gênio superlativo.

“De tempos em tempos, o Céu nos envia alguém que não é apenas humano, mas também divino, de modo que, através de seu espírito e da superioridade de sua inteligência, possamos atingir o Céu." Com estas palavras, Vasari, o célebre biógrafo do século XVI, inicia o seu relato sobre a vida de Leonardo da Vinci. Apenas 30 anos após a morte desse gênio superlativo, sua figura já estava totalmente envolvida pela aura do mito.
Nascido na cidadezinha de Vinci, próxima a Florença, no dia 15 de abril de 1452, Leonardo seria considerado, em pouco tempo, o maior pintor de sua época, protegido e adulado em algumas das principais cortes européias. Mas seu enorme prestigio não se restringiu à pintura. Escultor, músico, arquiteto, engenheiro civil e militar e extraordinário inventor, ele foi a versão suprema do homem dos sete instrumentos.
Seu talento versátil se expressou até mesmo em atividades mundanas e tipicamente cortesãs, como a organização de festas e diversões para a nobreza: desde a invenção de um palco giratório para apresentações teatrais até o desenho de trajes de luxo; de entretenimentos musicais à arte da conversação e aos jogos de palavras. Vasari diz que ele "foi o melhor improvisador de rimas de seu tempo”. Mas, coexistindo com esse Leonardo público, celebérrimo e celebrado, houve outro, talvez ainda mais assombroso: um Leonardo solitário e secreto, que permaneceria desconhecido durante muito tempo. Numa atividade recolhida, sigilosa, escrevendo da direita para a esquerda para que seu texto não pudesse ser lido — o que lhe era facilitado pelo fato de ser ambidestro —, encheu páginas e páginas com a mais eclética massa de conhecimentos, produzindo, com anotações e desenhos, uma gigantesca colcha de retalhos do saber universal. Os primeiros manuscritos de que temos noticias datam de 1478, quando Leonardo, então em Florença, contava ainda 26 anos. Os últimos são de 1518, de poucos meses antes de sua morte, ocorrida na França, em 2 de maio de 1519.
Em cerca de seis mil páginas que nos restam dessa prodigiosa obsessão há praticamente de tudo: Geometria e Anatomia; Geologia e Botânica Astronomia e Ótica; Mecânica dos Sólidos; Mecânica dos Fluidos; Balística e Hidráulica; magníficos desenhos preparatórios e exaustivos estudos de perspectivas; considerações teóricas sobre a arte e anotações técnicas muito precisas sobre como fundir uma estátua eqüestre em bronze; o plano arquitetônico para a construção da catedral de Milão e um projeto de desvio do curso do rio Arno para ligar Florença ao mar; mapas e planos urbanísticos; projetos de pontes e fortificações. Há, principalmente, a mais fantástica coleção de invenções e soluções de engenharia já imaginadas por um único homem: esboços de helicópteros, submarinos, pára-quedas, veículos e embarcações automotores, máquinas voadoras; projetos minuciosos de tornos máquinas perfuratrizes, turbinas, teares, máquinas hidráulicas para limpeza e dragagem de canais, canhões, metralhadoras, espingardas, bombas, carro de combate, pontes móveis etc.
Mas esse Leonardo, que escrever praticamente sobre tudo, escreveu muito pouco sobre si mesmo. Sabemos que no seu comportamento cotidiano se refletia a mesma ambigüidade presente em sua produção intelectual. Gostava de se cercar de luxo, tratava amigos e criados com opulência e generosidade, mas tinha hábitos frugais: era vegetariano e preferia a água ao vinho. Muitas de suas noites foram consumidas na dissecação de cadáveres, em meio aos odores da morte e da decomposição. O quanto ele era habilidoso nessas técnicas o mostram seus desenhos anatômicos, considerados superiores aos do célebre Andreas Vesalius, o grande anatomista do Renascimento.
Sua infância não foi fácil — o que talvez explique o gosto pelo luxo na idade adulta. Filho ilegítimo de um tabelião florentino e uma camponesa foram criados longe da mãe, na casa do avô paterno, junto do pai e de uma madrasta. Pelo menos até a idade de 20 anos, foi filho único e só teria irmãos no terceiro ou quarto casamento do pai. Depois de afastado do convívio com a mãe, a morte da primeira madrasta, quando Leonardo tinha cerca de 13 anos, parece ter representado para ele uma segunda grande perda afetiva. Logo haveria uma terceira, aos 16 anos, com a morte do avô, a quem era muito ligado. Desse complexo quadro de vida, Freud, o fundador da psicanálise, derivou sua interpretação da trajetória de Leonardo. Ela seria movida por uma repressão da pulso sexual e por uma inibição afetiva, em que a pulsão do conhecimento acabaria submergindo, pouco a pouco, qualquer outro fator emocional.

Peça chave da explicação freudiana é a hipótese, que hoje parece indiscutível, da homossexualidade de Leonardo. Seja como for, aos 17 anos ele já havia dado provas de seu talento excepcional. O pai o inscreveu, então, como aprendiz no grande ateliê de Andrea Verrochio, em Florença. Não se tinha lá uma formação erudita; o ensino era todo voltado para a prática; mas era incrível a massa de conhecimentos que se podia adquirir: cálculo, perspectiva, desenho, pintura, escultura em pedra e metal, arquitetura, construção civil e militar etc. É ao ateliê de Verrochio que Leonardo deve toda a sua formação básica. A partir dai ele será um autodidata. Muitas coisas aprenderá por ouvir dizer, numa época em que grande parte do conhecimento ainda era adquirida de ouvido. Outras, porém, Ihe custam um enorme esforço de leitura e sistematização de que os manuscritos por ele deixados são testemunhos. Aos 40 anos, copia nos cadernos palavras eruditas — retiradas dos livros — que possam enriquecer seu vocabulário rústico. Aos 50, está envolvido ainda com um estudo por conta própria, não só do latim, mas também da geometria de Euclides, que será uma paixão e um modelo até o fim da vida.
Ele era, então, o que alguns de seus pedantes contemporâneos classificaram como um uomo senza lettere (homem sem letras), isto é, alguém que não possuía uma formação humanística: de fato jamais freqüentara a universidade e, durante muito tempo, esteve impedido de ter acesso direto à grande cultura pela barreira do idioma, já que não dominava o latim e muito menos o grego. Esse menosprezo dos meios sofisticados, a que Leonardo respondia com afetado desdém, não deixou de magoá-lo, reabrindo feridas mal curadas de sua infância traumática. Os biógrafos são unânimes em apontar como uma das principais causas de sua primeira saída de Florença, por volta dos 30 anos, uma dificuldade de adaptação ao culto e refinado ambiente florentino. A mudança para Milão, em 1482, representou uma virada decisiva em sua trajetória intelectual. Nos dezessete anos que passou a serviço do duque Ludovico Sforza, seu gênio floresceu plenamente. Não só em pinturas soberbas, como A última ceia e a primeira versão de A virgem dos rochedos, mas também na afirmação definitiva de sua vocação para a ciência e a tecnologia. A queda de Ludovico com a ocupação de Milão pelos franceses, em 1499, pôs fim a esse período brilhante e relativamente tranqüilo A partir dai, Leonardo, já uma celebridade, iria trocar de domicilio e patrão ao sabor da instável conjuntura política italiana: novamente Florença, com rápidas passagens por Mântua e Veneza; Urbino, como arquiteto militar e engenheiro chefe de Cesare Borgia, em cuja corte encontrou-se com Maquiavel, fundador da ciência política moderna; outra vez Milão, a convite do governador francês Charles d'Amboise; Roma, na corte papal. Essas mudanças constantes não Ihe bloquearam porém a criatividade. É do segundo período florentino, por exemplo, seu quadro mais famoso — na verdade, o mais famoso de toda a historia da pintura, a Mona Lisa, enigmático retrato da esposa do rico comerciante Francesco Del Giocondo. Já a estada em Roma, novamente a serviço dos Médici, seria certamente a fase mais desgostosa de sua vida. Giovanni de Médici, filho de Lourenço, o Magnífico, havia sido eleito papa, com o nome de Leão X, e saudou sua eleição com uma frase que ficou célebre: "Já que Deus nos deu o papado, gozêmo-lo". Amante dos prazeres, da pompa e do luxo, protetor das artes na medida em que satisfizessem sua vaidade, tratou logo de atrair para sua corte os artistas mais brilhantes. Lá se reuniram os três maiores nomes do renascimento italiano: Leonardo, Michelangelo e Raffaello. Deveria ser um momento privilegiado na história da arte. Mas não foi um momento feliz para Leonardo. Contava então 60 anos — era uma geração mais velho do que Michelangelo e duas mais do que Raffaello. Seu contato com Michelangelo foi francamente hostil. Típico produto do ambiente patrocinado pelos Médici, Michelangelo nada tinha em comum com a formação científico-experimental Leonardiana. Além do mais, trabalhava rápido, num ritmo alucinante. Enquanto Leonardo, dispersivo e perfeccionista, projetando sua transbordante genialidade em inúmeras direções, mas sem paciência de levar nenhum projeto até o fim, trabalhava devagar e adiava sempre. A preferência dos romanos por Michelangelo e Raffaello e ao ambiente hostil da corte papal, Leonardo respondeu com retraimento e um de seus desenhos mais perturbadores, O Dilúvio, um visão apocalíptica de destruição e aniquilamento. Ele escapou desse tormento graças à subida de Francisco I ao trono da França. Convidado a assumir o cargo de "primeiro pintor, engenheiro e arquiteto do rei", foi instalado no palácio de Cloux, a apenas algumas centenas de metros do palácio real de Amboise, no condado do Loire, França, recebendo tratamento principesco. Lá viveria, de 1516 até o ano de sua marte, em companhia de seus discípula prediletos, entre eles Francesco Melzi e Salai. Ambos haviam-se unido a Leonardo ainda em seu primeiro período milanês. Melzi herdaria praticamente todo os seus bens. Salai, um garoto de apenas 10 anos quando entrou a serviço do mestre, já no segundo dia robou-Ihe algum dinheiro, o que continuaria a fazer com certa regularidade ao longo dos anos. Leonardo anotou que ele era "ladro, bugiardo, ostinato, ghiotto" (ladrão, mentiroso, obstinado, glutão), mas nem por isso deixou de mimá-lo. Com uma ponta de malícia Vasari o descreve como belíssimo gracioso, com vastos cabelos encaracolados, de que Leonardo "si diletò molto" (se agradou muito) — referência que, evidentemente, não escapou à atenção de Freud. A julgar por seus últimos auto-retratos e pelo testemunho dos visitantes, Leonardo parecia sofrer de alguma doença degenerativa, que Ihe dava uma aparência envelhecida. Sua mão direita estava semiparalisada, talvez em decorrência de um derrame cerebral.
Nos aposentos, guardava algumas de suas maiores preciosidades: três magníficas pinturas — Sant'Ana, a Virgem e o Menino, a Mona Lisa e São João Batista — e os manuscritos que carregara consigo em suas muitas viagens e a vida inteira teimou em manter inéditos. Herdados pelo discípulo Mezi, esses, manuscritos acabariam se espalhando da maneira mais tortuosa e só começaram a ser redescobertos a partir do final do século passado. A impressão inicial causada pelas seis mil páginas sobreviventes é de um caos desconcertante. Os assuntos se misturam sem nenhuma ordem aparente: na mesma página, a anotação mais instantânea e trivial da vida cotidiana pode estar lado a lado com o enunciado de um teorema ou com a observação acurada de um fenômeno natural. O método de trabalho de Leonardo talvez explique em parte essa incrível dispersão. Sabemos hoje que ele carregava sempre consigo cadernos de notas em que podia registrar uma frase ou esboçar rapidamente um desenho. Ao lado desses, havia outros cadernos, mais ordenados e homogêneos, preenchidos com calma no silêncio de seus aposentos. Neles. Numa escrita elegante e em desenhos de acabamento impecável, procurava dar a suas idéias uma forma definitiva. Mesmo nesses cadernos, porém, os assuntos muitas vezes se atropelam: não é raro que uma demonstração, começada com preciso enunciado de premissas, acabe indo parar bem longe do ponto de partida. Mas o caos é apenas aparente. Como observa Anna Maria Brizio, uma das maiores estudiosas Leonardianas da atualidade, pouco a pouco se percebe que "a múltipla disparidade de argumento emana de um único centro e contém uma formidável unidade de processo mental". Arte, ciência e tecnologia se encontram ai de tal modo amalgamadas, que se passa de um domínio a outro praticamente sem perceber. A ciência de Leonardo é toda baseada no primado da visão sobre os demais sentidos e da geometria sobre as demais disciplinas. Em geometria, ele realizou descobertas teóricas importantes, como a determinação dos centros de gravidade dos sólidos geométricos e a transformação de um sólido em outro, com a do volume. Em estática, foi o primeiro a compreender a possibilidade de se decompor uma força segundo duas direções, o que Ihe permitiu resolver um grande número de problemas práticos.
Em cinemática - ciência que só seria precisamente formulada quase 150 anos mais tarde, com os trabalhos de Galileu, ele intuiu as leis que regem os choques entre dois sólidos iguais como duas bolas de bilhar. A curiosidade de Leonardo o empurra mesmo a terrenos ainda não desbravados, como a mecânica dos fluidos, disciplina praticamente ignorada pelos gregos, a grande fonte das ciências medieval e renascentista. Uma de suas investigações nessa área — explicada em detalhes pelo estudioso Carlo Zammatio — pode ser considerada um caso exemplar de seu procedimento científico. Ele parte de questões práticas relacionadas com a irrigação e o aproveitamento da forca hidráulica na região do rio Pó. E procura determinar a energia com que chega ao solo cada um de uma série de jatos d'água, que saem de orifício de dimensões idênticas, mas de alturas diferentes, de um recipiente com água em nível constante. Verifica que a velocidade de saída da água é inversamente proporcional à altura do orifício. Isto é, cresce de cima para baixo. E explica isso mostrando que, enquanto cada porção de água que sai do orifício mais alto é posta em movimento apenas pela ação de seu próprio peso, as porções que saem dos orifícios inferiores são postas em movimento tanto por seu peso como pelo peso da coluna d'água situada acima delas.
A conclusão é que todos os jatos chegam ao solo com a mesma energia, pois, se o jato mais alto é o que sai do recipiente com menor velocidade, ele é também o que tem uma maior distancia a percorrer e, portanto, o que mais ganha velocidade durante a queda. Em outras palavras, onde a energia cinética inicial do jato (que depende da velocidade) é menor, a energia potencial (que depende da altura) é maior e vice-versa. A soma desses dois termos é sempre a mesma. Evidentemente, Leonardo não formula suas idéias desta maneira. A física levaria ainda muito tempo para chegar a esse grau de concisão, rigor conceitual e vocabulário. Leonardo trabalha com as palavras que tem à mão - ou improvisa. O Importante é que, por trás de seu vocabulário tosco, ele de maneira admirável o teorema básico da hidrodinâmica formulado apenas em 1738 pelo físico e matemático suíço Daniel BernouilliMais importante ainda: intuiu uma idéia capital na física, a da interconversão de energia potencial e energia cinética — questão que ficaria perfeitamente esclarecida partir das experiências de Galileu Torricelli sobre a queda dos corpos, realizadas em 1642. Mas foi no domínio da tecnologia que se deram algumas de suas mais espantosas realizações. Uma delas — só descoberta muito recentemente, a partir de um trabalho de restauração num dos cadernos Leonardianos — é uma bicicleta muitíssimo superior, em termos solução de engenharia, às primeiras bicicletas que seriam fabricadas por volta de 1817. Na verdade, o sistema proposto por Leonardo — com pedal ligado a uma roda dentada que transmite a força à roda traseira através de correia — só adotado no começo deste século Sua bicicleta jamais foi construída O mesmo se pode dizer, quase com certeza, de todos os seus outros inventos, geralmente avançados demais para as possibilidades técnicas da época. Além disso, a mistura contraditórios de dispersão e perfeccionismo fez com que, também em outros domínios sua criação ficasse incompleta. Em pintura, deixou vários quadros inacabados toda a sua produção não ultrapassa obras. Em ciência, suas geniais antevisões jamais receberiam uma sistematização final, permanecendo secretas em nada influenciando o desenvolvimento científico da humanidade. Leonardo era extremamente suscetível ao julgamento público e essa deve ter sido uma das causas da ocultação dos manuscritos. Porque, para escrever para o mundo culto, era preciso rigor sistematização, refinamento de expressão e, principalmente, um domínio perfeito da língua latina. Características dificilmente encontráveis num uomo senza lettere. Ironicamente, esses manuscritos fragmentários — redigidos em língua vulgar — permaneceriam como um dos mais maravilhosos legados de um homem à posteridade.



Autor: José Tadeu Arantes
Fonte: Revista Super Interessante

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Japoneses querem casar com personagem de desenho animado

Fãs japoneses de mangá estão se mobilizando para requisitar ao governo de seu país a legalização do casamento com personagens fictícios bidimensionais. Eles querem se casar com personagens de quadrinhos.

O movimento, liderado por Taichi Takashita, pode parecer brincadeira, mas leva-se a sério. Takashita iniciou uma petição online que planeja alcançar 1 milhão de assinaturas. No momento, com pouco mais de uma semana no ar, já há mais de mil assinaturas.

A petição reflete o atual estado da cultura otaku - fãs devotos de mangás, games e anime -, que querem desligar-se da realidade. Takashita escreve na petição: "Não estou mais interessado em três dimensões. Gostaria mesmo é de tornar-me habitante do mundo bidimensional. Contudo, isto parece impossível com a tecnologia atual. Desta forma, seria possível pelo menos ter autorização legal para casar com um personagem bidimensional?".

Vale lembrar que o Japão tem, atualmente, um primeiro-ministro fã de mangás. O governo, porém, não respondeu à petição.

Taro Aso perdeu as eleições para primeiro ministro do Japão há um ano, mas inesperadamente assumiu o mais importante cargo político japonês esta semana, quando Yasuo Fukuda
abandonou a posição. Assim, o Japão acaba de ganhar um grande fã de mangá no topo da hierarquia política do país.

Aso criou o Prêmio Internacional de Mangás, que premia quadrinhos no estilo japonês produzidos fora do Japão, e o Encontro Mundial de Cosplay. Sua paixão pelos quadrinhos é conhecida por toda a população japonesa.

Seus discursos, até o momento, só trouxeram promessas de recuperar o papel do seu país no cenário internacional – o Japão atualmente passa por uma séria crise econômica. A esperança da indústria japonesa de mangá é que ele consiga ainda mais espaço para um dos principais produtos de exportação nipônicos.

Fonte:Omelete




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Imagens da vida selvagem

Estas são algumas das imagens premiadas no concurso de fotografias da vida selvagem, realizado na Europa neste ano 2008 . A foto ao lado, que parece uma animação, foi tirada pelo fotógrafo inglês David Maitland, sendo um dos destaques do concurso.

Elefantes no crepúsculo, crianças que assistem tubarões na costa, e uma imagem chocante da face de um macaco... estas são algumas das vencedoras no concurso. Leia Mais para ver as fotos.

Veja o evento e algumas fotos premiadas:

Fonte:Gdtfoto














































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Recuperação milagrosa

Esta pequena criança teve uma recuperação surpreendente depois de ter uma chave de carro alojada em seu cérebro. O acidente aconteceu quando Nicholas Holderman, de apenas 20 meses de idade, estava bricando em casa com seus dois irmãos e repentinamente caiu sobre a chave do carro de seu pai, provocando uma perfuração nas pálpebras e alojando-se no cérebro.


Quando o fato aconteceu, os pais de Nicholas foram alertados pelos gritos e imediatamente chamaram a emergência. A criança passou seis dias no hospital e os médicos acreditaram inicialmente que que ele perderia o olho, mesmo se a recuperação fosse possível. Mas felizmente a equipe médica conseguiu remover a chave do cérebro sem provocar qualquer dano.

Hoje as pessoas perguntam: Qual foi o olho afetado? É difícil de acreditar que ele não ficou com nenhuma seqüela, posso dizer que foi um verdadeiro milagre, afirma os pais de Nicholas.

Realmente é um fato supreendente, dificil de acreditar.

Fonte: Dailymail


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Criança grávida?

Na Arábia Saudita aconteceu um fato inédito para a ciência, pois uma criança de apenas um ano de idade está grávida! É isso mesmo, está grávida. A explicação dada pelos especialistas é que a mãe desta criança estava grávida de 2 fetos e um deles cresceu dentro do outro. Sendo assim o segundo feto desenvolveu-se dentro do útero da criança.

Reportagem publicada em Magazine 13

Clique em Leia Mais para ver as fotos.

Imagens:




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Cerveja anticâncer

Um grupo de estudantes da Rice University, nos Estados Unidos, é o responsável pela bebida milagrosa. Eles são participantes da International Genetically Engineered Machine, uma competição que fornece uma espécie de kit de ferramentas de blocos construtores de DNA para que os concorrentes “fabriquem” organismos vivos que façam coisas estranhas.

A novidade ainda não foi testada, até agora os estudantes já modificaram a levedura responsável pela fermentação da bebida para que ela também produza resveratrol. Pesquisas feitas com cobaias mostram essa substância, presente naturalmente no vinho, tem efeitos anticâncer, antiinflamatório e melhora a circulação.

A BioBeer ainda não foi testada, mas estamos na expectativa. O mais irônico é que alguns dos participantes do projeto ainda nem têm idade para beber.

Ficou com sede? Qual coisa estranha você inventaria?

Publicado no site rice

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Hotel em Alcatraz

Alcatraz, a cadeia mais famosa do mundo, que fica numa baia de São Francisco, foi transformada em um prestigioso hotel de luxo. O projeto do National Park Service, nasceu da idéia e da exigência de aproveitar a crescente demanda dos turistas e curiosos que a cada dia enchem a baía, levando-se em conta que a cada ano a cadeia, fechada desde 1963, seja objeto de mais de um milhão de visitadores.

O hotel, construído em uma antiga prisão, desde 1867 oferece hoje um total de 57 quartos, com camas originais da carceral, bares e passagens nas portas de aço pesado. O que antes era o último lugar onde os cidadãos queriam ir, agora está atraindo turistas de todas as partes do mundo.

A noite no “Hotel Alcatraz” onde os hóspedes nos seus apartamentos com grades, pagam cerca de 45 euros a diária, podendo ainda dormir com um pijama de presidiário e provar bebidas no Bar cercado de grades. Entre outras propostas para dar uma nova utilidade a cadeia, foi criado um cassino, com restaurante e cafeteria, e entre outras inovações, para estar ainda mais na atmosfera da cadeia, a disponibilidade do famoso pijama listrado.



Se você quer encarar faça já suas reservas pelo site: http://www.hotel-alcatraz.de/


Fonte: Reuters
Lastampa


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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Qual a origem da sexta feira 13?

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

As bruxas andam soltas

Toda vez que o calendário marca Sexta-feira 13, você não sente calafrios ? A imprensa, em geral, dá grande importância à data. E sempre aparece algum fato novo. Na crença popular, sexta-feira 13 é dia de azar. Há os que não acreditam, é claro. Mas até esses acham bom não abusar .

Qual a origem da superstição em torno do número 13?

Uma Sexta Feira 13 ou seja, uma Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar.
Segundo a enciclopédia Wilkpedia esta superstição pode ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira treze, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.
Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por execução na cruz e Judas provavelmente por suicídio.
Na mitologia nórdica encontramos uma lenda sobre isso. Odin, chefe de uma tribo asiática, estabeleceu na Escandinávia seu reino. Para administrá-lo, celebrar os rituais religiosos e predizer o futuro, Odin teria escolhido doze sábios, reunindo-os em um banquete no Valhalla, morada dos deuses. Loki, o deus do fogo, apareceu sem ser convidado e armou uma grande confusão. Como invejava a beleza radiante de Balder, deus do Sol e filho de Odin, fez com que Hodur, o deus cego, o assassinasse por engano. Daí veio a crendice de que 13 pessoas reunidas para um jantar é desgraça certa .
Segundo outra história, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

Foi feito um estudo pelo Centro Holandês de Estatísticas Atuariais, onde mostra que o índice de acidentes e incêndios é menor nas sextas-feiras que caem em um dia 13, em comparação às outras sextas. Nos últimos dois anos, as seguradoras holandesas receberam, em média, 7,8 mil notificações de acidentes de trânsito em cada sexta-feira, segundo o estudo da CVS. A média para cada sexta-feira, 13, no entanto, é de 7,3 mil. Também houve menos incêndios e roubos.

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Deficiências

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser "miserável" pois: "A amizade é um amor que nunca morre."

Autor: Mario Quintana

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Batmóvel em Silverstone

Em uma parceria entre Warner Bros. e a equipe Toyota de Fórmula 1 , o carro do Batman, o Batmóvel, fez uma exibição no autódromo de Silverstone , antes do GP da Inglaterra , ao lado dos pilotos da equipe, Jarno Trulli e Timo Glock e dos mecânicos do time japonês. Pesando 2.5 toneladas, com 4.5m de comprimento, 1.5m de altura, e aquipado com 6 rodas calçadas com pneus monster trucks, o Batmóvel deu algumas voltas na pista ao lado do F1 da Toyota, para delírio dos fans .

Para saber mais: CarangoBlog

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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Guerra sem fim

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A guerra sem fim A guerra de Tróia talvez nem tenha acontecido. Aconteceu-se, a causa pode não ter sido o rapto de Helena. Como pode não ter existido o famoso cavalo de madeira que iludiu os troianos: quem sabe os gregos atacaram pelo mar. “Quando a lenda fica mais interessante do que a realidade, publique-se a lenda”. (John Ford, cineasta americano, pela boca do jornalista personagem do seu clássico O Homem que Matou o Facínora).Melhor exemplo dessa verdade não existe do que a Guerra de Tróia.

Com seu cavalo fantástico, o rapto de Helena pelo apaixonado Páris, o herói Aquiles e seu calcanhar vulnerável, os deuses e as deusas do Olimpo assanhadíssimos, divididos entre gregos e troianos e fazendo, periodicamente, com que a sorte favorecesse um ou outro lado graças aos seus poderes divinos. Tudo isso está contado na Ilíada, poema épico de Homero, escrito aí pelo século IX a.C. Mais recente e quase tão fantasiosa quanto a lenda que pretende conferir, é a batalha travada há bem uns cem anos por historiadores e arqueólogos em torno do que haveria de verdade nos episódios narrados por Homero.A lenda conta que a guerra foi provocada pelo rapto de Helena, a filha de Tíndaro, o rei de Esparta. Helena era tão bonita, tinha tantos pretendentes, que seu pai já previa alguma coisa desse tipo, tanto que promoveu uma grande reunião de todos os interessados e obteve deles um compromisso: qualquer que fosse o escolhido por Helena, os demais se comprometiam a defender o casal contra as ofensas que pudesse sofrer. Helena escolheu Menelau, que graças a essa preferência tornou-se, além de seu marido, rei de Esparta. E a vida correu feliz e serena até o dia em que Páris, filho do rei de Tróia, Príamo, conheceu Helena e por ela se apaixonou. Páris não tinha sido um dos pretendentes preferidos, não estava amarrado ao compromisso por Tíndaro, e fez o que era muito comum na época: raptou Helena e levou-a para Tróia. O gregos até que tentaram negociar e esquecer o episódio, mas os troianos não aceitaram. Assim, Agamenon, irmão do ofendido Menelau, convocou todos os antigos pretendentes à mão de Helena, lembrou-lhes o pacto de fidelidade e organizou a primeira expedição contra Tróia. Foram dez longos anos de luta em que a sorte ora pendeu para um lado, ora para outro. E acabou sendo Ulisses, um guerreiro grego sem nenhum poder extraordinário, a não ser uma cabeça fértil para inventar truques e expedientes, quem pensou no estratagema que os levaria à vitória: construir um grande cavalo de madeira, capaz de abrigar, em seu interior, alguns guerreiros. Os troianos, que consideravam o cavalo um animal sagrado, recolheram o presente deixado diante do portão de suas muralhas, acreditando ser um reconhecimento da derrota por parte dos gregos, e passaram a noite comemorando a vitória. Os soldados escondidos dentro do cavalo aproveitaram a festa para sair, abriram os portões — e Tróia foi invadida e destruída. Nasceu ai a expressão presente de grego. Essa é a lenda, em linhas bem gerais. Em 1870 o negociante alemão Heinrich Schliemann, autodidata e arqueólogo amador, após estudar detidamente os textos de Homero, lançou-se à localização de Tróia, fazendo escavações por conta própria. Detevesse na colina de Hissarlik, na entrada do estreito de Dardanelos, atual Turquia. Em companhia da mulher, Sofia, e de outros colaboradores, descobriu vasos de ouro, jarras de prata, braceletes e colares cuidadosamente fabricados. Deduziu, então, que teriam pertencido a um rico e poderoso senhor: seria o tesouro de Príamo, rei de Tróia e pai de Páris. Mas a declaração de Schliemann, de que havia encontrado Tróia e seu famoso tesouro, não resistiu aos ataques dos historiadores especializados.Hoje, a maioria dos arqueólogos afirma que o tesouro apresentado por Schliemann não passava de um conjunto de peças isoladas recolhidas durante as escavações O grande mérito do pesquisador alemão foi descobrir que na colina de Hissarlik existiram várias Troias, cada uma construída sobre as ruínas da outra, e que a região estava habitada desde a Idade do Bronze, por volta de 3 000 a.C, até o ano 400 da nossa era. Ao todo existiram nove Tróia As primeiras de Tróia I a V, correspondem à Idade do Bronze Egeu; Tróia VI, ao Bronze médio e final; Tróia VII teria sido habitada por um povo diferente que deixou o local cerca de 700 A.Cépoca que corresponde ao início de Tróia VIII; e, por fim, Tróia IX, que era a cidade romana de Ilium Novum.Como foi possível fazer de uma montanha a base de várias cidades? Especialistas explicam que Tróia I estava sobre a base e ali se levantaram casas feitas de pedra, terra, adobe, madeira e palha; pouco resistentes, eram sujeitas a incêndios que rapidamente as destruiam por estarem, além do mais, muito próximas umas das outras. Na época do cobre e do bronze, as cidades apenas começavam a se desenvolver. Se ocorria um terremoto ou um incêndio, tirava-se o que era aproveitável das ruínas, aplainava-se o que restara e construíam-se novas casas em cima. Assim, uma cidade se edificava sobre a outra. Era costume naquela época jogar no chão desde restos de comida até utensílios quebrados. Mas, a partir de determinado momento, ficava insuportável conviver com a sujeira e então cobria-se o chão com uma espécie de capa de barro e tudo ficava novo e limpo. O pouco recomendável costume dos troianos teve pelo menos uma serventia: ajudou os arqueólogos a descobrir se as casas — das quais, na maioria das vezes, só ficavam os muros — foram habitadas por muito ou pouco tempo. Para Schliemann, a Tróia de Príamo era a Troía II. Depois de sua morte, em 1890, outro pesquisador, o arqueólogo Wilhelm Dörpfeld, também alemão, prosseguiu as escavações em 1892 e 1893 e estabeleceu que Tróia VI tinha sido o cenário da guerra. No entanto, pesquisadores da universidade norte-americana de Cincinatti, que ali realizaram escavações de 1932 a 1938, concluíram que Tróia VII era a Tróia de Príamo. A chave para se saber qual era a Tróia da guerra era provar a existência do inimigo, isto é, dos gregos do final da Idade do Bronze, a época de Tróia VII. Tudo estaria esclarecido não fosse por uma questão: embora Homero diga que Tróia foi destruída por um incêndio, as últimas escavações provam que o que houve ali foi um terremoto e que depois os assentamentos continuaram. Diante disso, 0 historiador inglês Moses Finley, falecido em 1986, abriu fogo: "Não há uma só prova consistente de que a colina de Hissarlik coincida com a Tróia da Idade do Bronze que Homero descreve, nem de que a guerra entre troianos e gregos tenha alguma vez existido. Propomos tirar definitivamente a guerra de Tróia dos livros de História".Entretanto, uma descoberta do lingüista Calvert Watkins, professor da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, desmontou um dos principais argumentos dos críticos de Homero. Ao examinar primitivos documentos escritos em uma extinta língua da antiga Anatólia, na região orienta do que hoje é a Turquia, Watkins encontrou o seguinte fragmento de texto:"... quando vinham os alcantilado de Wilusa..." Para ele, o fragmento seria parte de uma primitiva Ilíada escrita em hitita, a língua dos troianos Os alcantilados de Wilusa (que significam rochas escarpadas de Wilusa) são, segundo Watkins, os que aparecem na Ilíada como "os alcantilado' de Ilíon" Tróia era também chamada de Ilíon. Tal descoberta derrubava a teoria de que uma cidade grande e poderosa como Tróia, que apoiava o império hitita, não constava dos testemunhos escritos sobre aquele povo. Os críticos de Homero também duvidavam da descrição dos funerais de Pátroclo — grande amigo do guerreiro Aquiles — mencionados no final da Ilíada O poema diz que ele foi cremado. Os céticos afirmavam que naquela época não era costume cremar os mortos. Recentemente, porém, arqueólogos alemães, que há três anos realizam escavações no porto de Tróia, na baia de Besica, sob o comando do professor Manfred Körfmann, da Universidade de Tübigen, descobriram vestígios de piras onde os mortos eram cremados. Mas se Tróia existiu, será que isso quer dizer necessariamente que houve também a guerra de Tróia? Como e por que ela se deu? Ao que parece, os motivos foram mais banais do que o resgate da honra de Menelau e, sua mulher, Helena. Como a corrente marítima na parte mais estreita dos Dardanelos é muito mais forte, um barco mercante da Idade do Bronze só poderia chegar ao Mar Negro se contasse com bons ventos a seu favor. Mas, à excessão de uns poucos dias do ano, o vento sopra na direção oposta, de Leste a Oeste. Por isso, os gregos preferiam desembarcar suas mercadorias no porto de Tróia para que fossem transportadas até o Mar de Mármara — a meio caminho entre o estreito e o Mar Negro — através da planície troiana. Mesmo que resolvessem esperar pelos ventos favoráveis os gregos dependiam dos troianos. E estes certamente cobravam pelos serviços prestados, tais como estadia na baia, abastecimento de água e alimentos, transporte de mercadorias por terra etc. E possível até que os troianos cobrassem pedágio ou saqueassem um barco de vez em quando. Do ponto de vista arqueológico não há nada que prove que Tróia fosse um covil de ladrões, mas é cabível que uma cidade situada no eixo do comércio entre o Mar Egeu e o Mar Negro representasse um problema para os gregos. Logo, qualquer pretexto servia para liquidar aqueles que tanto atrapalhavam seus negócios. O historiador Francisco Murari Pires, professor de História Antiga da Universidade de São Paulo, acha provável que um evento como a guerra de Tróia tenha existido, embora o conjunto de documentos descobertos não permita uma afirmação exata, precisa. O que a lenda quer preservar, diz ele é que o fim da Idade do Bronze e o inicio da Idade do Ferro correspondem a um período de desestruturação do império hitita. Havia uma situação de conflito permanente entre hititas e gregos. Ambos disputavam o controle sobre os reinos que apoiavam tradicionalmente o império hitita e que, em conseqüência da atuação do gregos, começaram a se desestabilizar Com base nos conhecimentos históricos e arqueológicos disponíveis, arqueólogo alemão Franz Stephan reconstituiu o que em sua opinião pode ter sido a guerra de Tróia: os Tróia nos, enfraquecidos por causa de um terremoto, não estavam preparada para enfrentar uma guerra. Os gregos, sabendo disso, atracaram no porto inimigo um veleiro com aparência de barco mercante; só que, em vez de mercadorias, transportava uma tropa de elite. Durante a noite o comando grego tomou a cidade. Nessa versão, não há lugar para o Cavalo de Tróia. O professor Murari Pires diz que é impossível resolver essa questão. Mas, verdade histórica ou não, a lenda é importante por fixar o principio de que uma guerra não se decide só pela força. "Tanto o valor da astúcia, da manobra enganosa", observa Murari, "quanto o valor guerreiro propriamente dito estão em pé de igualdade." Por mais que historiadores e arqueólogos tentem demonstrar a veracidade do episódio, o que parece prevalecer na memória do homem comum é a imagem poética da lenda, que tem contornos muito mais fortes do que a realidade. Por mais pesquisas que se façam, é pouco provável que um dia essa situação seja invertida. Para saber mais: Tesouro de Tróia Revista Super Interessante


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Fantasma Cósmico

Quando o astrofísico da Universidade de Yale, Schawinski Kevin e seus colegas da Universidade de Oxford solicitaram o apoio do público para a catalogação das galáxias, nunca previram o estranho objeto que Hanny van Arkel encontraria nas imagens arquivadas do céu noturno. O professor de primeiro grau holandês é voluntário do projeto Galaxy Zoo (o zoológico das galáxias) o qual permite a membros do público participar online na pesquisa em astronomia. Ele descobriu um misterioso objeto único que alguns observadores estão chamando de 'fantasma cósmico'. O van Arkel encontrou uma imagem de um estranho objeto gasoso com um buraco no centro enquanto usava o site www.galaxyzoo.org para classificar as imagens das galáxias.

A professora holandesa Hanny van Arkel, de 25 anos, afirma não entender nada de astronomia. Mas ela estava colaborando no projeto Galaxy Zoo (www.galaxyzoo.org), que permite que o público participe de pesquisas astronômicas online.

Ela descobriu um objeto cósmico inédito, desconhecido até agora. Os cientistas o batizaram de Objeto da Hanny. Ao receber a foto, os astrônomos não foram capazes nem mesmo de dizer a distância do objeto "fantasma", se ele estaria no nosso próprio sistema solar ou se estaria nos confins do universo.

E continuam sem saber muita coisa, mesmo depois de usar todos os telescópios à disposição, inclusive o Hubble. "O que nós vimos é realmente um mistério," disse o astrônomo Kevin Schawinski, da Oxford University, que pesquisou o fantasma cósmico.

O Objeto de Hanny não contém estrelas, é feito de um gás muitíssimo quente - por volta de 10.000 graus Celsius. Ou seja, tem alguma outra coisa lá perto iluminando ele. Ou será que fantasmas têm luz própria?

Só o buraco na parte superior da nuvem de poeira cósmica tem 16.000 anos luz de diâmetro. Os cientistas também não sabem a sua origem.

Fonte:Opa-Yale

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Monólogo Mundo Moderno

Esse monólogo interpretado pelo gênio Chico Anísio realça, sem sombra de dúvidas, o mundo em que vivemos: mundo este nutrido pela violência, temor, falta de crença das pessoas, famílias destroçadas, no qual o sentido da vida gradativamente vem perdendo a sua harmonia. Para quem não teve ainda a oportunidade de conhecer, ai está.



Mundo moderno, marco malévolo, mesclado mentiras, modificando maneiras, mascarando maracutáias, majestoso manicômio, meu monólogo, mostra mentiras mazelas misérias, massacres miscigenação, morticínio maior, maldade mundial, madrugada matuto magro macrocéfalo mastiga média morna, monta matumbo malhado munido machado martelo mochila mucha margeia mata maior, manhãzinha move moinho moendo macaxeira mandioca meio dia mata marreco mais já melhorzinho, meia noite mima mulherzinha mimosa Maria morena momento maravilha, motivação mutua mas monocôrdia mesmice muitos migram mascilentos maltrapilhos moravam modestamente malocas metropolitanas, mocambos miseráveis menos moral menos mantimentos mais menosprezo, metade morre mundo maligno, misturando mentiras, maltratados menores metralhados mandões meretrizes marafonas mocinhas, mera meninas mariposas madificando-se moralmente modestas moças maculadas mercenárias mulheres marcadas mundo medíocre, milionários montam mansões magníficas melhor mármore mobília mirabolante, máxima megalomania, mordomo Mercedes motorista, mãos magnatas manobrando milhões mas maioria morre minguando moradia meiagua menos marquise, mundo maluco, máquina mortífera, mundo moderno melhore, mais melhore muito, melhore mesmo, merecemos maldito mundo moderno, mundinho merda.

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A história do mouse

Não dá para imaginar um computador sem mouse atualmente. O que poucos sabem, porém, é que o periférico existe há nada menos que 43 anos.

O mouse de computador foi criado por Douglas Engelbart, em 1964, resultado de um projeto que durou cinco anos. Engelbart, nascido em 30 de janeiro de 1925, no Oregon, EUA, trabalhou no Instituto de Pesquisa de Stanford, onde desenvolveu o "ratinho de mesa".

Sua primeira versão era feita de madeira, movia-se sobre pequenas rodas e tinha apenas um botão.

A popularização do equipamento, tão indispensável hoje, começou bastante tarde, quando em 1982 a Appel lançou o sistema de "apontar e clicar", mesmo ano em que ganhou mais uma tecla.

Apesar de permitir mais fácil manuseio e ser mais preciso do que os trackballs e joysticks existentes até então, o mouse, batizado "XY Position Indicator For A Display System" era feito em madeira —com apenas um botão— e só veio ganhar popularidade cerca de 15 anos mais tarde, quando a Apple lançou, em 1984, o primeiro Macintosh com o periférico.

A Microsoft teria lançado uma versão do mouse para PC um ano antes. No entanto, como àquela época os conceitos de interface gráfica hoje existentes no Windows ainda não existiam, o mouse continuou a não se mostrar tão útil.

Engelbet, alheio à importância que sua invenção teria para a computação anos mais tarde, patenteou o mouse em 1970 e, anos depois vendeu a patente por US$ 10 mil. Depois, em abril de 1997, o pesquisador recebeu em Washington (EUA) um dos principais prêmios concedidos a inventores, o Lemelson, do MIT (Massachussets Institute of Technology). Na ocasião, a premiação lhe rendeu US$ 500 mil.

Desde a sua criação, o mouse ganhou recursos e sua tecnologia de precisão de movimentos também foi aprimorada, muito embora o conceito básico seja exatamente o mesmo daquele criado por Englebart.

Veja alguns modelos inusitados de apontadores "mouse"

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Descobrindo Deus nos lugares mais inesperados

Descobrindo Deus nos lugares mais inesperados
Autor: Philip Yancey
Gênero: Evangélico
Ano de lançamento: 2005

Deus está em todo lugar. Principalmente naqueles em que você menos espera. Os balcões de indulgências deixaram de funcionar há séculos, entretanto o cristianismo institucional, clássico, conservador, burocrático, ou seja lá qual for o nome que melhor lhe couber, ainda afirma - senão explicitamente, pelo menos na sutileza das entrelinhas dos sermões bradados no púlpito de pautados pela conveniência do poder temporal: "A Igreja é o único lugar onde é possível ter um encontro com Deus". Sacramentos, profecias e curas são algumas das evidências apresentadas em defesa da mesma fé cartorial que Jesus condenou. Em Descobrindo Deus nos lugares mais inesperados, Philip Yancey também contesta esse monopólio. Textos originais, artigos, anotações e relatos foram reunidos numa edição atualizada e ampliada de uma de suas obras de maior sucesso. Nela, o escritor aponta para o inusitado: o Criador manifesta-se nas ruas estreitas e sujas de uma favela; na placidez de um grupo de baleias; no ascetismo de uma academia de ginástica; nas celas féticas de uma penitenciária; na genialidade de uma peça de Shakespeare. Trata-se de um livro surpreendente. Em todos os sentidos.

Clique na imagem para baixar.

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Reações de um coração durante a morte

Em 31 de outubro de 1938, John Deering deu a última tragada em seu cigarro, sentou-se em uma cadeira e deixou que um guarda colocasse um capuz negro sobre sua cabeça e pregasse um alvo em seu peito. Em seguida o guarda prendeu eletrodos em seus pulsos.Deeri ng era voluntário em um experimento, o primeiro do gênero, no qual teria seus batimentos cardíacos gravados enquanto era fuzilado por um pelotão de execução. A idéia foi do médico da prisão, Dr. Stephen Besley, que achou que o condenado à morte poderia prestar um serviço à ciência em seus últimos segundos de vida.

O eletrocardiograma mostrou que, apesar da aparente calma, o coração de Deering batia muito acelerado com 120 batidas por minuto. Quando o xerife deu a ordem para que atirassem o coração de Deering subiu para 180 batidas por minuto. Quatro balas atravessaram seu peito, arremessando-o contra a cadeira. Uma dos projeteis perfurou o lado direito de seu coração. Por quatro segundos o órgão teve espasmos. Logo depois teve mais espasmos. Então o ritmo caiu gradualmente até que, 15.4 segundos após o primeiro tiro, parou.

No dia seguinte o Dr. Besley descreveu a experiência à imprensa: “Ele parecia calmo. Mas o eletrocardiograma mostrou que sua aparente placidez escondia as verdadeiras emoções dentro dele. Ele estava morto de medo”.

Autor: Alex Boese

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Mulher Gato - O filme


A cantora Beyoncé fez uma performance com visual de Mulher Gato para o programa americano 'Today', nesta quarta-feira, 26, em Nova York.

Publicado no site da Yahoo

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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Ponte construída utilizando foguetes

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Esta ponte, que pode ser considerada uma das mais altas do mundo, foi construída basicamente utilizando foguetes para transportar os imensos cabos de aço de sustentação. Para levar as 3.200 toneladas de cabos através dos vales foi utilizado foguetes de precisão, sendo assim as primeiras pessoas a fazerem isso, parece assustador. Para ver as imagens clique em Leia Mais...

Fonte: deputy-dog



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Dia ruim no ginásio

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Os manuscritos do Mar Morto

Os Manuscritos do Mar Morto contêm textos mais velhos que o Antigo Testamento, 900 anos, mais especificamente. Ficaram esquecidos por 2000 anos e resistiram ao tempo, em jarros de barro, graças ao clima seco da região.

Os manuscritos foram achados acidentalmente por pastores beduínos, em 1948, nas cavernas próximas à Vila de Qumran, Jerusalém, Israel.

Mais uma vez, encontramos textos antigos falando de carros celestes, de filhos do céu, de rodas e da fumaça que as aparições voadoras espalham a seu redor.
"Atrás dos seres vi um carro que tinha rodas de fogo e cada roda estava cheia de olhos em toda a volta e em cima das rodas havia um trono e este estava coberto por fogo, que fluía em sua volta." Uma observação astronômica tem o título: "Palavras daquele que é sensato, dirigidas a todos os filhos da aurora".

Até hoje não sabemos quem teria escrito nesses rolos, nem quem eram os habitantes da Vila de Qumran, mas, para satisfazer os curiosos, os manuscritos estão expostos no Museu de Israel, em Jerusalém.

Se você quiser saber mais sobre o assunto clique neste link: Jornal Infinito

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Eleições pela Internet

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estuda a possibilidade de, no futuro, os eleitores utilizarem a web para votar.

“Teremos muito mais plebiscitos e referendos. Uma evolução nesse sentido é viável e possibilitará, via internet, o voto sem sair de casa”, afirma o ministro Carlos Ayres Britto, presidente do TSE.

O ministro comentou sobre os benefícios da tecnologia nas eleições, dizendo que “o desempenho notável da urna eletrônica coloca o Brasil em posição de vanguarda, desde a coleta e a apuração dos votos até a totalização e a divulgação dos resultados”.

Fonte: depósito na Web

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Gemina - A girafa do pescoço dobrado

Conhecida por Gemina, a girafa que tinha 21 anos e que era conhecida pelo mundo todo por ter o pescoço dobrado (praticamente não tinha pescoço), morreu em 9 de janeiro deste ano no Zoológico de Santa Barbara. De acordo com o diretor do jardim zoológico o falecimento é considerado normal, já que quando uma girafa em cativeiro alcança 21 anos de idade, isto pode ser considerado uma realização. Clique em Leia Mais para ver outras fotos.

Fonte: Site Santa Barbara Independente


Outras fotos










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Disco rígido com outra utilidade

Este dispositivo criado por um grupo de DJs é uma invenção inovadora, pois ao invés de utilizar um equipamento de audio como plataformas giratórias, eles optaram por um processo muito simples, ou seja, transformar um disco rígido em um dispositivo de contribuição rotativa. Para ler toda a matéria clique no link abaixo.


















Fonte

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terça-feira, 25 de novembro de 2008

O carniceiro do Líbano

terça-feira, 25 de novembro de 2008


É Ariel Sharon, o carniceiro do Líbano, um anti-semita?

Em 02 de outubro de 2001, o jornal O Estado de São Paulo publicou a seguinte nota:

“Um procurador público bela rejeitou ontem os argumentos de Israel de que a Bélgica não tem autoridade para julgar o primeiro-ministro israelense Ariel Sharon. O primeiro-ministro israelense é acusado de envolvimento num massacre de refugiados palestinos de Sabra e Chatila, em 1982, no Líbano. ‘As investigações devem ser tomadas’, disse o procurador Pierre Morlet, que aguarda sinal verde de um tribunal de apelação.”


Em 25 de janeiro de 2002, o mesmo jornal abordou novamente o assunto, desta vez enfocando o assassinato de Elie Hobeika (ocorrido na véspera), executor da matança e principal testemunha de que Sharon foi o mandante do extermínio de árabes. Hobeika, antigo chefe da milícia direitista cristã Forças Libanesas, dois dias antes, havia dito a senadores belgas que “tinha revelações a fazer se um processo contra Sharon fosse instaurado em Bruxelas”. Isso Goraieb, autora do texto em questão, afirma que “funcionários e analistas libaneses favorecem por unanimidade a tese de um atentado patrocinado por Israel, e mais precisamente por Ariel Sharon em pessoa” no sentido de livrar o primeiro-ministro “de ter sua reputação novamente comprometida, agora talvez de forma irremediável, pelo caso Sabra e Chatilla.” Em outras palavras, o assassinato de Hobeika pode configurar uma queima de arquivo.
Lê-se ainda na mesma matéria que o número de pessoas mortas no referido massacre é superior a 2.000. E que os direitistas exterminaram todos os que encontraram pelo caminho, inclusive mulheres e crianças. “Jornalistas que entraram nos acampamentos após o massacre” – relata a jornalista – “disseram que havia cadáveres por todas as partes, nas ruas, nas casas que ainda estavam em pé e juntos aos muros (...) Muitas das vítimas haviam sido mutiladas com machados e facas, outras tinham as cabeças esmagadas, os olhos removidos, as gargantas cortadas e a pele arrancada.”.
Portanto, pesa sobre Ariel Sharon a acusação de perseguir e exterminar árabes. E os árabes, para quem não sabe, são semitas. Mas, como? Com que então o primeiro-ministro de Israel é anti-semita? Afinal, quem são os semitas e o que é semitismo?
Bem, historiadores, etnólogos e sociólogos consideram que os semitas constituem a parte da grande família humana que descende da linhagem dos dois filhos de Abrão, a saber, Israel, seu primogênito, e Isaac, seu segundo filho. Os semitas são, pois, os árabes que descendem de Ismael e os judeus que descendem de Isaac.
O grande grupo semita, que conta hoje com aproximadamente cento e quinze milhões de pessoas, é composto em sua grande maioria por árabes – 83% - sendo os judeus a minoria: 17% do grupo.
É interessante observar que, apesar das inúmeras calamidades que se abateram sobre os árabes no decorrer dos séculos, apesar das matanças coletivas que enfrentaram e de todas as perseguições e dominações estrangeiras de cunho colonialista que sofreram, eles, contrariamente ao que faz a maioria dos judeus, e, particularmente, o grupo dos judeus sionistas, não associam tais infortúnios ao fator discriminação racial. Embora sendo tão semitas quanto os judeus, nunca eles se declaram vítimas de anti-semitismo. Não se tem notícia de que algum árabe cristão ou muçulmano haja jamais levantado a voz ou se pronunciado em algum jornal ou livro no intuito de denunciar que “uma onda de anti-semitismo ter-se-ia abatido sobre os pobres árabes” pelo simples fato de serem eles árabes.
E, se resolvessem faze-lo, reflita o leitor: a quem acusariam? Quem são seus oponentes históricos, aqueles que lhes têm imputado as maiores e mais violentas perseguições? Afinal, quem são os maiores anti-semitas da História?

Fonte: Revistas Humanas – Edição de Ouro

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O Jeitinho Brasileiro

"O jeito, ou o jeitinho brasileiro, é a imposição do conveniente sobre o certo". É a "filosofia" do: se dá certo é certo; desde, é claro, que "dar certo" signifique "resolver meu problema", ainda que não definitivamente.

Assim é o brasileiro: dá jeito em tudo. Sua versatilidade abrange um sem-número de situações: é o pára-lama do carro amarrado, em vez de soldar; são os juros embutidos no valor da prestação "fixa"; é o "dar um por fora"; é matar a avó pela quinta vez para justificar a ausência a uma prova, na escola. Mas o jeitinho é também pedir a um médico amigo para atender uma pessoa carente ou para fazer uma cirurgia pela Previdência; é o revezamento dos vizinhos para socorrer uma pessoa doente; é conseguir um emprego para um pai desempregado.



Quando se fala em jeito ou jeitinho brasileiro, a primeira coisa em que pensamos é esperteza, suborno, ambição. Embora essa não seja a única maneira de definir o jeito brasileiro, o lado negativo dessa prática tão disseminada em nossa sociedade é o que mais se evidencia nos meios de comunicação.

O jeitinho é quase um código secreto de relacionamento. Basta apenas que algo dê errado ou tarde em solucionar para pensarmos em como "dar a volta" e, assim, abreviar seu desfecho. Ele revela o desejo do ser humano de não se prender às normas, mas sim de superá-las, subjugá-las. Suspende-se temporariamente a lei, cria-se a exceção e depois tudo volta ao normal.

O brasileiro seria, então, um anarquista, um fora-da-lei? Não. "O brasileiro não nega a existência da lei, o que ele nega é a sua aplicação naquele momento". Simples assim. Justificamo-nos com todos os rigores da razão: se podemos pagar menos imposto de renda a um governo que não retribui adequadamente em benefícios sociais para seus contribuintes, por que fazê-lo? Por que pagar uma multa de trânsito – altíssima – se podemos dar um jeito de cancelá-la?

Mas nem todo jeito é negativo. A inventividade e a criatividade são algumas das facetas mais relevantes do lado positivo do jeito. O brasileiro possui uma alta capacidade de adaptação às situações mais inesperadas, que muitas vezes pode significar a diferença entre viver ou morrer, entre estar desempregado ou "arranjar uma profissão alternativa" para manter a si próprio e à família.

O jeito é também conciliador, permitindo que se crie uma solução favorável para uma situação a princípio impossível. É o caso do operário que "cobre" o outro em seu turno enquanto aquele participa de um curso no supletivo, para ganhar o tempo perdido.

Enquanto o lado negativo do jeito gera situações delicadas e comprometedoras da conduta ética, o lado positivo muitas vezes vem aliviar o brasileiro da vida oprimida que ele precisa vencer. E é aqui que se estabelecem os dilemas éticos do jeito. A inconsistência da ação governamental em áreas como a segurança pública, a fiscalização e o planejamento da política tributária e financeira leva o cidadão a uma situação tal que sua única saída no momento é o jeito, a "escapada", sob pena de perder o emprego ou inviabilizar sua empresa.

Em suma, o descaso generalizado das autoridades públicas quanto às reais necessidades do povo gera o "salve-se quem puder", que por sua vez alimenta o jeito e incentiva a transgressão das normas. Desta à corrupção é apenas um passo. Tão logo se estabeleça, a corrupção generalizada acolhe a impunidade. E assim fecha-se o círculo.

E então, o Brasil tem jeito? Afirmo que sim.

Discussão lançada no Livro de Lourenço Stelio Rega - Dando um Jeito no Jeitinho – Como ser ético sem deixar de ser brasileiro (Editora Mundo Cristão).

Veja algumas fotos cômicas típicas do jeitinho brasileiro:























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RETROCEDER NUNCA RENDER-SE JAMAIS - 1986

Origem:EUA

Duração:85 Min
Tamanho:259 MB
Formato:RMVB
Qualidade:regular
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Sinopse:Por não se submeter às ordens de uma organização criminosa que pretende usar os dojos como fachada para seus negócios,o pai de Jason(McKinney),um jovem fã de Bruce Lee é impiedosamente surrado por Ivan Krushinsky (Van Damme) e obrigado a se mudar para Seattle.
Então o jovem treina avidamente,sedento por vingança,contando com o auxílio do espírito do próprio Bruce Lee!
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Há 60 anos atrás

Um casal está comemorando o aniversário de casamento, com um jantar em um pequeno restaurante no campo. O marido se inclina e pergunta para a esposa:
- Meu bem, você se lembra da nossa primeira vez, há sessenta anos atrás? Nós fomos para a parte de trás do restaurante, você se apoiou na cerca e...
- Eu lembro muito bem, responde ela. O que você acha de repetirmos agora, em louvor aos velhos tempos?
- Oh, você é um sátiro, mas me parece uma boa idéia.
Um policial sentado ao lado ouve a conversa e pensa: tenho que ver estes dois coroas fazendo sexo, encostados na cerca.
Eles saem e caminham até lá,se apoiando um ao outro, ajudados por bengalas. Chegam à cerca e a velha senhora ergue a saia, tira a calcinha, o coroa baixa as calças. Ela se agarra na cerca e ele vem por trás. De repente, eles explodem no sexo mais furioso que o policial já tinha visto na vida. Trepam como se tivessem dezoito anos. Repetem dezenas de vezes. Ela grita e ele agarra os quadris dela, furiosamente. O sexo mais atlético imaginável.
Finalmente caem exaustos no chão. Depois de mais de meia hora deitados se recuperando, os dois se levantam, apanham as roupas espalhadas e se vestem.
O policial, ainda perplexo, toma coragem, se aproxima do casal e pergunta:
- Vocês devem ter tido uma vida fantástica. Como vocês conseguem? Qual é o segredo?
- Sei lá... cinqüenta anos atrás a cerca não era eletrificada!

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Sutiã para homens

Empresa japonesa lança sutiã masculino.Produto comprometedor promete despertar sentimento "delicado"

“Homens também querem entender os sentimentos das mulheres. E os motivos para isso podem ser os mais variados possíveis”. É o que diz o anúncio de um inusitado produto que chegou ao mercado japonês: o sutiã para homens.

O suporte aparentemente não tem finalidade nenhuma, a não ser, fazer com que o usuário se sinta “relaxado”. A empresa que desenvolveu o “sutiã masculino”, a WishRoom, não cita nenhuma vantagem estética ou melhorias na saúde e postura. Apenas enfatizam que o produto desperta um sentimento “delicado”.

Em tamanhos diferentes (de 85 a 100 cm), o acessório vem em três cores: rosa, preto e branco, e pode ser adquirido por 2.800 ienes, cerca de 60 reais. Masculinidade à parte, o produto tem sido freqüentemente relacionado nos sites especializados em esquisitices ao seriado animado “Golden Eggs”, espécie de “South Park” japonês. No desenho, um dos personagens (um fisiculturista) utiliza um suporte-para-músculos-peitorais e, por isso, é alvo de piadinhas de seus colegas.

Fonte:Made in Japan

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Noivo feliz

Não sei se é montagem mas acho que esse cara não quer casar, vejam o quanto ele está inseguro. Quanto a noiva acho que ela gosta muito dele, pois mesmo vendo os seus defeitos aceita casar. Vocês não acham?

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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Nudez na Internet

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Um casal americano abriu um processo contra o McDonald's depois que fotos da mulher nua, gravadas no celular que o marido esqueceu em uma das lanchonetes da rede, foram parar na internet.

O homem, Phillip Sherman, disse que avisou os funcionários do McDonald's em Fayetteville, no Estado do Arkansas, sobre o esquecimento, e ouviu a promessa de que o telefone seria guardado até que ele pudesse recuperá-lo.

Sherman disse que ele e a mulher, Tina, tiveram que mudar de casa porque as fotos foram divulgadas na internet junto com o nome dela, além do endereço e do telefone.

Eles pedem uma indenização de US$ 3 milhões, alegando que sofreram estresse emocional, constrangimento e danos morais, além de danos materiais por causa da mudança de casa.

Ofensas

Tina Sherman disse que começou a receber telefonemas e mensagens de textos ofensivos, a partir do celular do marido, depois que ele esqueceu o aparelho no McDonald's, em 5 de julho.

Pouco depois, o casal descobriu que as fotos de Tina nua, que ela havia enviado para o celular do marido, tinham sido colocadas online.

O processo também envolve o dono da franquia do McDonald's em Fayetteville e o gerente da loja, além da própria McDonald's Corporation.

Até agora, os acusados vêm se recusando a comentar o caso. As fotos já foram retiradas do site onde foram publicadas.

reportagem publicada no site da Yahoo.com em 24.11.1008

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